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Roberto Shinyashiki: Dicas para ser feliz.

Quarta-feira, 18.04.12

01 – Seja ético.

A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos.
Pisar os outros para subir desperta o desejo de vingança.

02 – Estude sempre e muito.

A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para oferecer.

03 – Acredite sempre no amor.

Não fomos feitos para a solidão.
Se você está a sofrer por amor, está com a pessoa errada ou o amor está a prejudica-lo.
Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.

04 – Seja grato(a) a quem participa nas suas conquistas.

O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe.
Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados.

05 – Eleve suas expectativas.

Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer.
Os perdedores dizem: ‘isso não é para mim’.
Os vencedores pensam em como realizar o objectivo.

06 – Curta muito a sua companhia.

Casamento dá certo para quem não é dependente.

07 – Tenha metas claras.

A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas, amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras ao sucesso, etc.
Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.

08 – Cuide bem do seu corpo.

Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida saudável.
Seu corpo é seu templo.
Gostar de si deixa as portas abertas para os outros gostarem também.

09 – Declare o seu amor.

Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor).
Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.

Roberto Shinyashiki com 24 Dicas para ser feliz

10 – Amplie os seus relacionamentos profissionais.

Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão.
Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11 – Seja simples.

Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários.

12 – Não imite o modelo masculino do sucesso.

Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos sentimentos..
O preço tem sido alto: enfartes e suicídios.
Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas connosco. Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e mais criativa.

13 – Tenha um orientador.

Viver sem é decidir na neblina, sabendo que o resultado só será conhecido, quando pouco resta a fazer.
Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais bem sucedido, para lhe orientar nas decisões, caso precise.

14 – Liberte-se do vício da preocupação.

Viver tenso e stressado está na moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Ridículo… Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas.

15 – O amor é um jogo cooperativo.

Se vocês estão juntos é para jogar na mesma equipa.

16 – Tenha amigos vencedores.

Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.

17 – Diga adeus a quem não o(a) merece.

Alimentar relacionamentos, que só trazem sofrimento é masoquismo, é atrapalhar a sua vida.
Não perca tempo com quem não merece. Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando, empreste, venda, alugue, doe… e deixe o espaço livre para um novo amor.

18 – Resolva!

A mulher/homem do milénio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários.

19 – Aceite o ritmo do amor.

Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão.
Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.

20 – Celebre as vitórias.

Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas.
Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

21 – Perdoe!

Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todos as pessoas erram, você também.

22 – Arrisque!

O amor não é para covardes.
Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir.
E o único risco será o de engordar.

23 – Tenha uma vida espiritual.

Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer.
Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma.
Oração e meditação são fontes de inspiração.

24 – Muita paz, harmonia e amor

Sempre: A MELHOR MANEIRA DE MELHORAR O PADRÃO DE VIDA, É MELHORAR O PADRÃO DO PENSAMENTO…

 

Autor: Roberto Shinyashiki

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A ilusão dos “feedbacks” e críticas construtivas

Quarta-feira, 18.04.12
Autor americano defende que “críticas construtivas” são em sua maioria destrutivas e podem gerar revolta e insubordinação
 
 
O americano Tony Schwartz, CEO do The Energy Project e autor do livro Be Excellent in Anything, repudia o termo “construtivo” para designar críticas realizadas a funcionários e afirma que a prática representa nada mais que uma forma velada e segura de se dar feedbacks negativos, seja por parte da gerência ou de líderes.
 
Muitos outros especialistas em RH consideram ou até recomendam o uso de críticas visando melhorar o desempenho do profissional, como a consultora Jane Souza, do Grupo Soma, que afirma sobre a cautela em fazê-la. “Agir com cautela, pode fazer com que o líder perca ou ganhe o profissional”.
 
Para Schwartz, é melhor nem sequer assumir tal risco. “A crítica implica em julgamento e todos nós desprezamos sermos julgados e mesmo a mais bem-intencionada das críticas irá, em maior ou menor grau, nos levar a sentir nossos próprios valores em risco e sob ataque”, complementa.
 
A crítica construtiva, segundo o especialista, ainda pressupõe uma postura hermética de certa forma. “Assumimos que estamos certos a respeito de tudo e isso é o que estamos inclinados a dizer”.
 
Mas então, qual seria abordagem correta?
 
Schwartz afirma que o erro na prática da crítica construtiva ou mesmo de feedbacks está no fluxo de informações. Em ambos os casos, o processo se dá em forma de relatório – o chefe comunica o que está errado, avalia e solicita mudanças.
 
“Faz mais sentido então pensarmos no feedback com o espírito de exploração e não de declaração, o diálogo mais do que o monólogo e a curiosidade mais do que a certeza”.
 
O especialista recomenda a busca das causas e não o ataque às consequências, o que segundo ele é o que ocorre no caso das críticas. Isso porque a pessoa criticada tem o impulso de defender seus próprios valores, mesmo perante um erro, e quanto mais o faz, menor acaba sendo sua capacidade de absorver o que quer que lhe esteja sendo comunicado.
Frequência e objetivo
 
Para Bernardo Leite, sócio da RH Estratégia e autor do livro Dicas de Feedback, nada é uma via de mão única e que quando realiza um feedback, o próprio chefe também está sendo avaliado.
 
A frequência dos feedbacks concedidos pode ser o ponderamento da relação, uma vez que a discordância do funcionário tende a ser mais agressiva quando a questão torna-se uma surpresa e não uma prática diária ou costumeira.
 
O especialista defende que a reflexão para o funcionário, funciona em casos que ele tenha a consciência de ouvir, checar a percepção de seus superiores e só então pedir exemplos e argumentos que possam lhe esclarecer a situação.
 
O negócio é não buscar justificativas, mas procurar entender as expectativas da chefia e lembrar que o momento da crítica pode ser também uma situação para ganhar, tanto desenvolvimento quanto aproximação nas relações.
 

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por INESUL às 13:38

Veja as principais escolhas para aumentar produtividade no trabalho

Quarta-feira, 18.04.12

Por Viviam Klanfer Nunes | InfoMoney

SÃO PAULO - Para uma carreira de sucesso, os profissionais precisam aprender a tomar decisões da forma mais assertiva possível, manter a concentração e se assegurarem de ter energia suficiente para o desenvolvimento das tarefas.

No caso das decisões, o problema é mais complexo do que se imagina. Tomar uma decisão é optar por seguir esse ou aquele caminho, baseado em uma infinidade de variáveis. Gerir corretamente a atenção é conseguir se concentrar independente das milhares formas de interrupções que enfrentamos diariamente.

Em relação à energia, é preciso saber que o trabalho mental gera um cansaço que dura muito mais do que o esforço físico e que é muito mais complicado recarregar essa energia. Ainda, o modelo mais comum de trabalho dos dias atuais, no qual a maioria dos profissionais passa horas do dia sentada, produz um sério problema, que é o sedentarismo e que afeta muito a capacidade cognitiva do profissional.

Nesse contexto, em que os profissionais precisam tomar decisões, lutar contra distúrbios de atenção e manter a energia, a empresa global de treinamento e eficácia, Franklin Covey, elaborou um workshop chamado “As 5 escolhas para uma produtividade extraordinária”. Nesse treinamento são pontuados cinco elementos que os profissionais devem observar para serem mais produtivos. Confira:

1. Agir sobre o importante - o diretor de conteúdo da Franklin Covey, Luciano Meira, explica que um dos principais pontos na busca da máxima produtividade é saber agir sobre as atividades importantes, que não são necessariamente as mais urgentes.

Para isso, o profissional precisa criar um senso de prioridade, identificando quais as ações resultarão em algo mais produtivo e focar nelas. As demandas que aparentemente são urgentes normalmente atrapalham os profissionais nesse processo. Um exemplo disso é a enxurrada de e-mails e telefonemas que recebemos a todo momento.

Na prática, o profissional deve ter cuidado para não se deixar distrair por esse tipo de interferência, deixando o que é realmente importante de lado. Uma das atividades importantes para os líderes, por exemplo, é desenvolver os membros de sua equipe, porém, por darem muito atenção às demandas do dia, acabam deixando essa tarefa de lado.

Ficar postergando o desenvolvimento da sua equipe para responder as demandas da área é deixar o importante de lado. Isso porque, se ele focasse no desenvolvimento da equipe, teria um time mais produtivo e, possivelmente, menos demandas para resolver.

2. Busque o extraordinário - a segunda atitude do profissional produtivo é buscar o extraordinário e não se conformar com o comum. Para isso, porém, é preciso, antes de mais nada, definir o que é extraordinário. Ou seja, qual o objetivo maior de sua carreira.

Quando o profissional tem definidos claramente metas e objetivos e não se conforma com uma carreira comum, se torna mais fácil manter o senso de prioridade. Isso, inclusive, o ajuda a dizer alguns “nãos”, o que será muito importante para sua carreira.

Lembre-se de que a maneira mais certa de fracassar é querer agradas a todos. “Ele tem que saber o que quer”, diz Meira.

3. Programe os grandes objetivos - sem um planejamento diário e semanal, os profissionais acabam se perdendo nas tarefas pequenas do dia a dia. É importante, portanto, ter um planejamento para que você não perca o foco daquilo que é prioritário.

Esse planejamento não é apenas das tarefas que você precisa fazer durante a semana, mas, sim, um plano de atividades no qual você coloca um item fundamental, que é como fazer melhor o seu trabalho. Ou seja, vai muito além de uma simples listinha com as demandas que precisa entregar. É um plano muito maior, que considera atividades que o levarão a fazer algo excepcional.

4. Usar a tecnologia a seu favor - e não ser controlado por ela - a tecnologia está aí. Tablets, smatphones e desktops cheios de recursos e aplicativos que, se não forem bem aproveitados, só farão com que você drene seu tempo e sua energia com coisas desnecessárias.

“A tecnologia tem que ser uma aliada. Vemos muitos profissionais usando aplicativos de maneira indiscriminada”, diz Meira. Conhecendo mais profundamente os recursos, o profissional consegue com que eles facilitem muito seu dia. No e-mail, por exemplo, é possível criar regras para evitar receber spams e mesmo para que e-mails importantes sejam realçados. A questão é saber utilizar esses recursos.

Saber se organizar com tanta tecnologia também ajuda. Segundo Meire, pesquisas já apontam que executivos perdem boa parte do seu tempo procurando onde registraram importantes informações.

5. Alimentar a sua chama anterior - por fim, não podemos esquecer de um item fundamental: a saúde. Para fazer escolhas produtivas e tomar decisões assertivas, o profissional precisa ter energia, saúde e disposição.

Se na era industrial quanto mais horas trabalhadas, melhor, na era do conhecimento, as coisas não são mais assim. Aqui, o que importa é a qualidade das escolhas que você toma. Para ser o mais direto e assertivo é preciso saber se recarregar, estar descansado e ter uma vida saudável. Para isso, deve se buscar uma boa noite de sono, entrar em contato com amigos e fazer exercícios. De novo, o sedentarismo interfere fortemente na capacidade cognitiva dos profissionais.


Link da matéria:
http://www.infomoney.com.br/capacitacao/noticia/2387560-veja+principais+escolhas+para+aumentar+produtividade+trabalho

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O poder do feedback

Quarta-feira, 18.04.12
Por Evaldo Costa | Portal HSM
 
"Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito e causa algum impacto". [Dalai Lama]
 
Você costuma dar feedback aos seus subordinados, pares e chefes? Você recebe feedback deles? Você se considera competente na arte de dar feedback?
 
Pois saiba que dar feedback com maestria é uma qualidade muito apreciada por todos e é uma das principais características dos grandes líderes. Saiba que dar feedback não significa somente criticar quando as coisas não saem bem ou mesmo elogios exagerados. O feedback produtivo é fruto da crítica e do elogio oportuno e sincero, ou seja: no tempero certo. Um bom líder é aquele que se preocupa em dar feedback diário aos seus colaboradores. Para otimizar o processo de feedback , o ideal é a manutenção de mecanismo de avaliação por mérito, assim, as pessoas se sentirão acompanhadas e tenderão a reagir positivamente. Nele, o ideal é que os objetivos (qualitativos e quantitativos) sejam aferidos e as pessoas motivadas a melhorar as suas performances. Além disso, cabe enfatizar que o envolvimento delas no processo de avaliação será sempre de grande valia. Pois, se você pede a um colaborador para que se avalie dando nota, por exemplo, de acordo com uma escala de 1 a 10, certamente, será mais fácil iniciar a sua parte já que agora você possui uma base por onde começar. Os critérios devem ser transparentes a todos da empresa.
 
Para ser eficaz você deve começar dando feedback sobre o que eles deixaram escapar. Depois exalte os pontos positivos e, finalmente, encerre com um elogio para manter o clima otimista. Lembre-se da importância do equilíbrio no processo de avaliação. Uma boa tática é adotar a filosofia de Pareto, ou seja: para cada ponto negativo três positivos.
 
Elogiar é importante
 
Como você sabe, devemos recorrer ao feedback visando, também, à motivação da equipe. Nesse contexto, uma dica importante para lhe render muita admiração é elogiar não apenas os resultados, mas também os esforços. Quando a sua equipe perceber que você respeita sua dedicação ela tenderá a sentir-se mais comprometida e disposta a lutar pelos objetivos traçados. Diga a eles algo do tipo: "Parabéns desta vez você se superou..." e poderá comprovar que os milagres existem. Lembre-se: um reconhecimento sincero é uma grande fonte de energia. Faça isso e terá um exército de pessoas dispostas a defender suas idéias. Uma outra dica que poderá lhe render muitos dividendos na busca pela liderança eficaz será chamar os colaboradores pelo nome enquanto você estiver conversando com eles. Daí a importância de você decorar imediatamente o nome de todos os membros de sua equipe. Agindo assim, você perceberá que todos responderão mais entusiasticamente aos seus apelos.
 
Lembre-se de que os elogios podem ocorrer no face a face, por e-mail, cartão ou até mesmo em pequenas lembranças. Mas, independente da forma, perderá todo o seu encanto se for repetido freqüentemente. Para produzir os efeitos desejados, o elogio precisa ser específico e sincero e revelará resultados exuberantes quando for dado em público. Já a crítica sempre deverá ocorrer em particular. Cultive o hábito de dizer calorosamente algo do tipo: "Fulano (chamando-o pelo nome), obrigado por você ter..." ao invés de dizer apenas obrigado e virar as costas. Pense nisso e muito sucesso!
 
"Não existe vitamina verbal mais potente que um elogio."[Frederick Harris]
 
"Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz." [Madre Teresa de Calcutá]

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por INESUL às 13:36

Trabalho em equipe

Quarta-feira, 18.04.12

Um dos ingredientes fundamentais de quando se trabalha em equipe é o comprometimento com os resultados.

Por Pedro Paulo Galindo Morales* | Falando de Gestão

Trabalhar em equipe é um dos maiores desafios dos últimos tempos. Apesar de todo treinamento e conscientização, ainda há na maioria das empresas a falta de condições para o desenvolvimento desse modo de trabalho. Um dos exemplos mais comuns é aquele gestor que durante o dia prega o trabalho em equipe, mas à noite decide tudo sozinho. Ou então, aquele que mantém segredo sobre tudo simplesmente porque desconfia de tudo e de todos.
 
Trabalhar em equipe é reunir um grupo de pessoas com uma mesma finalidade. Esse grupo possui habilidades complementares que se unem em prol de um objetivo comum, consideram-se coletivamente responsáveis por esse trabalho e compreendem quais são suas metas e resultados a serem alcançados.
 
Jerry Wisinski relaciona os seguintes elementos para que uma equipe tenha sucesso na busca dos seus objetivos:
 
Participação: todo integrante da equipe deve ter uma participação equilibrada sendo que ninguém deve dominar ou se ausentar do trabalho;

- Vender ideias: cada membro da equipe deve propor suas ideais e apresentá-la à equipe de forma a contribuir com o trabalho;

- Renúncia: renunciar uma posição pessoal em prol do grupo;

- Avaliação: avaliar os resultados alcançados pela equipe procurando eliminar os pontos falhos e buscar as alternativas que resolvam os problemas;

- Relacionamento: não deve haver espaço para conflitos pessoais, este devem ser resolvido mais rápido possível para não prejudicar a realização das tarefas.

- Realização das tarefas: todos devem estar conscientes, pois em um relacionamento em equipe a falha de um membro pode atrasar toda a equipe.

Um dos ingredientes fundamentais para se trabalhar em equipe é o comprometimento com os resultados. Não devemos agir como um grupo que trabalha em uma plantação de feijão, onde o trabalho em grupo é feito da seguinte maneira: o primeiro cava o buraco, o segundo enterra a semente e o terceiro tapa o buraco. Se por algum motivo o segundo não enterrar a semente corretamente, o trabalho estará comprometido; ou seja, eles trabalharam em grupo, mas não em equipe.
 
Os principais fatores que contribuem para o sucesso do trabalho em equipe são: preocupar-se com o bem estar dos componentes do grupo; auxiliar um membro da equipe quando este tem problemas pessoais ou profissionais; unir-se visando o resultado final; fazer de sua fraqueza a fortaleza do outro e vice versa. Como disse Michael Jordan: “Com talento ganhamos partidas; com trabalho em equipe e inteligência ganhamos campeonatos.”
 
Trabalhar em equipe é mais divertido do que trabalhar individualmente, melhora o nosso desempenho e contribui para a melhora dos resultados da empresa. Vamos refletir sobre isso!
 
*Sobre o autor: Pedro Paulo Galindo Morales é Tecnólogo em Gestão, Pós- Graduado em Controladoria, Técnico em Contabilidade e Blogueiro. Contato pedropaulomorales@yahoo.com.br

Link do artigo: 
http://falandodegestao.wordpress.com/2012/04/12/trabalho-em-equipe/

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por INESUL às 13:35

O poder da informação para o profissional moderno

Quarta-feira, 18.04.12
 
Sabemos que, neste século, um profissional bem informado tem um grande poder em suas mãos. E esse poder sendo bem usado o levará ao sucesso pessoal e profissional.
 
Mas o que leva-lo-á  a ser um profissional bem informado?
 
- Estudar continuadamente a sua área de atuação bem como notícias e novidades a respeito da mesma.
 
- Estar antenado com as mudanças ocorridas diariamente no mundo inteiro.
 
- Ser um profundo conhecedor da sua profissão, assinando revistas e newsletter para ficar bem informado.
 
- Conversar com pessoas mais experientes para captar suas opiniões a respeito da sua área profissional.
 
- Participar de congressos, fóruns, palestras, cursos e workshops com o intuito de aprender sempre mais.
 
Aqui vai uma informação poderosa para você que deseja ser uma pessoa bem sucedida em sua carreira. Não basta adquirir informações e sim colocá-las em prática sempre que o momento for oportuno.
 
Nunca perca a chance de mostrar seus conhecimentos quando os mesmos forem necessários. Essa será uma excelente oportunidade para você demonstrar o que sabe, agregando, assim, valor a sua habilidade profissional.
 
Então, concluímos que um profissional bem informado é um profissional respeitado e valorizado num mundo em que “informação” é “poder”.
 
 E você que deseja ir bem mais longe em sua carreira, discipline-se a ser cada vez mais bem preparado e bem informado. Agindo assim, você estará sempre pronto a agir e reagir neste mundo globalizado, onde se exigem do profissional atitudes ousadas e competência para assumir riscos calculados.
 
Não perca mais tempo. Comece a elaborar seu plano de ação para seguir bem mais confiante.
 
Afinal de contas, você pode muito mais do que já conseguiu até aqui.
 

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por INESUL às 13:35

Para que serve a Cultura Organizacional?

Quarta-feira, 18.04.12

O país Amarelo era famoso por suas particularidades. Lá, todos eram obrigados a usar a cor amarela. O tipo de roupa não importava, da mais comportada às mais ousadas, o importante e, imprescindível, era que a cor do país fosse respeitada.

Pincel era um garoto curioso e audacioso. Já com seus 18 anos, abusava da sua condição de adolescente e desafiava tudo e todos, o tempo todo. Seus pais tinham dificuldades em manter a ordem quando o assunto era Pincel. Mas ninguém esperava que o garoto iria tão longe.

O menino reuniu sua turma de amigos e desafiou todos a usarem camisetas coloridas quando fossem para a faculdade, no dia seguinte. Pincel vivia dizendo que estava cansado daquela mesmice ‘melão’. Melão era como os habitantes deste país eram chamados. Os amigos ficaram receosos mas não queriam mostrarem-se medrosos e, por isso, aceitaram.

O grande momento chegou:  As portas da faculdade se abriram e turma de Pincel entrou glamurosa corredor adentro. A faculdade parou. Todos olhavam perplexos toda aquela novidade. Em toda a história do país, nunca ouvira dizer de tamanha ousadia.

Pincel e sua turma desfilavam confiantes, com  a cabeça erguida, com um sentimento prazeroso de grandiosidade e vencedor. Eram únicos e diferentes. Todos, ao redor, estavam boquiabertos. Eles eram a grande atração.

Até encontrarem o guarda da escola.

Imediatamente, foram encaminhados para a diretoria e o presidente, mentor social e político do país, chegou em seguida. Estava apavorado.  Aquilo era mais que uma ousadia criativa, era uma ofensa.

Os amigos de Pincel estavam de branco, azul, verde e marrom. Pincel estava de vermelho.

A turma do garoto permaneceu na diretoria e Pincel foi levado para a detenção. As cores dos amigos de Pincel eram  diferentes e desafiavam os olhos dos habitantes daquele país. Eram diferentes e passaram a gerar curiosidade de todos. Eram cores bonitas e, apesar do susto imediato, muitos começaram a levar em consideração a possibilidade do colorido. As outras cores não era o convencional naquele país, mas não agrediam os valores do país.

Pincel, diferente dos outros, foi para detenção porque usava vermelho. Na história do país, o único momento delicado e triste fazia alusão a uma guerra que vivenciaram com o país Borgonha. Neste lugar, tudo era vermelho. O país amarelo levara uma surra nesta guerra e muitos habitantes foram, terrivelmente, mortos.  Muitas mulheres ficaram viúvas e desamparadas. Desde, então, o vermelho foi IRREFUTAVELMENTE banido.

Pincel teve o mesmo destino. Usar vermelho era atentar contra o país. Era ser contra. Assim como a cor, Pincel foi banido do país.

Quando somos contratados por uma empresa, assumimos o papel de defensor de sua cultura organizacional. As atitudes, comportamentos, objetivos e resultados precisam, e devem, estar orientados e congruentes com o que a empresa espera. Quem age ao contrário, facilmente, se dá mal.

Apesar da teoria ser simples, infelizmente, esta intersecção de valores (pessoais e da empresa) pouco ocorre. Em alguns casos, a empresa não comunica sua cultura organizacional; em algumas organizações, isto nem existe. Em outros casos, o funcionário não se dá conta da ‘história’ da empresa, não faz questão de conhecê-la e interpretá-la e passa a não agir conforme o esperado.

Já deparei-me com colaboradores ue reclamam a postura do chefe e da empresa, dizem-se prejudicados e quando uestionei sobre se estava seguros da cultura organizacional e se tinham erteza de que, realmente, estava agindo a favor dela, ouvi o silêncio como resposta.

Você conhece a cultura organizacional de sua empresa. Sabe em qual direção deve seguir para ter sucesso dentro dela? Sabe em qual rumo sua ousadia, seus projetos inovadores devem seguir? Sabe qual a cor proibida dentro de sua organização?

Não adianta querer inovar, implantar ferramentas de mercados, ideias de outras empresas se tudo isso não for compatível com o que a sua empresa quer.

Aqui não cabe certo ou errado. Cada empresa designa sua orientação, sua visão e missão de trabalho. Ela opta, e, assim acertado, seguem, colhendo os frutos e as consequências. Talvez, em um outro país, o vermelho seria aplaudido. No país Amarelo, foi condenado.

Se não conhece a história e a cultura organizacional de onde trabalha, corra e se informe. Talvez esteja remando contra sem se dar conta, o que não é benéfico para ninguém. Saber e vivenciar a cultura organizacional da sua empresa e constuir uma carreira sob alicerces firmes.

Viver na mesma orientação da cultura organizacional é evitar ser banido.

Abraços e até mais, minha gente!
 
Kelly Cavalcanti Gallinari – Coach

Link do artigo: http://www.ecoach.com.br/?p=603

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por INESUL às 13:34

Dicas para implantar ações motivacionais em sua empresa

Quarta-feira, 18.04.12
Autor americano defende que “críticas construtivas” são em sua maioria destrutivas e podem gerar revolta e insubordinação
 
 
O americano Tony Schwartz, CEO do The Energy Project e autor do livro Be Excellent in Anything, repudia o termo “construtivo” para designar críticas realizadas a funcionários e afirma que a prática representa nada mais que uma forma velada e segura de se dar feedbacks negativos, seja por parte da gerência ou de líderes.
 
Muitos outros especialistas em RH consideram ou até recomendam o uso de críticas visando melhorar o desempenho do profissional, como a consultora Jane Souza, do Grupo Soma, que afirma sobre a cautela em fazê-la. “Agir com cautela, pode fazer com que o líder perca ou ganhe o profissional”.
 
Para Schwartz, é melhor nem sequer assumir tal risco. “A crítica implica em julgamento e todos nós desprezamos sermos julgados e mesmo a mais bem-intencionada das críticas irá, em maior ou menor grau, nos levar a sentir nossos próprios valores em risco e sob ataque”, complementa.
 
A crítica construtiva, segundo o especialista, ainda pressupõe uma postura hermética de certa forma. “Assumimos que estamos certos a respeito de tudo e isso é o que estamos inclinados a dizer”.
 
Mas então, qual seria abordagem correta?
 
Schwartz afirma que o erro na prática da crítica construtiva ou mesmo de feedbacks está no fluxo de informações. Em ambos os casos, o processo se dá em forma de relatório – o chefe comunica o que está errado, avalia e solicita mudanças.
 
“Faz mais sentido então pensarmos no feedback com o espírito de exploração e não de declaração, o diálogo mais do que o monólogo e a curiosidade mais do que a certeza”.
 
O especialista recomenda a busca das causas e não o ataque às consequências, o que segundo ele é o que ocorre no caso das críticas. Isso porque a pessoa criticada tem o impulso de defender seus próprios valores, mesmo perante um erro, e quanto mais o faz, menor acaba sendo sua capacidade de absorver o que quer que lhe esteja sendo comunicado.
Frequência e objetivo
 
Para Bernardo Leite, sócio da RH Estratégia e autor do livro Dicas de Feedback, nada é uma via de mão única e que quando realiza um feedback, o próprio chefe também está sendo avaliado.
 
A frequência dos feedbacks concedidos pode ser o ponderamento da relação, uma vez que a discordância do funcionário tende a ser mais agressiva quando a questão torna-se uma surpresa e não uma prática diária ou costumeira.
 
O especialista defende que a reflexão para o funcionário, funciona em casos que ele tenha a consciência de ouvir, checar a percepção de seus superiores e só então pedir exemplos e argumentos que possam lhe esclarecer a situação.
 
O negócio é não buscar justificativas, mas procurar entender as expectativas da chefia e lembrar que o momento da crítica pode ser também uma situação para ganhar, tanto desenvolvimento quanto aproximação nas relações.
 

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por INESUL às 13:33


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