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Competitividade traz ganhos a funcionários e empresas, segundo pesquisa

Quinta-feira, 03.05.12
Por Eliane Quinalia | InfoMoney
 
SÃO PAULO – A competitividade no ambiente de trabalho  pode ser saudável aos profissionais e às empresas. A conclusão faz parte de um recente estudo da Page Personnel, do Grupo Michael Page, que defende que tal disputa pode ser a principal responsável pelo aumento da produtividade no ambiente corporativo e, consequentemente, pelo lucro de uma organização.
 
Segundo o levantamento, por exemplo, dos 90,3% profissionais entrevistados que acreditam nos benefícios da competitividade no trabalho, cerca de 40% citam a disputa como necessária para o desenvolvimento profissional e para o sucesso da empresa em que trabalham.
 
“As pessoas percebem, na maioria dos casos, que a competitividade é produtiva e pode ajudar funcionários e empresas a trilharem para um mesmo objetivo, que é o sucesso da organização”, diz o diretor-executivo da Page Personnel, Roberto Picino.
 
Para ele, quem não compartilha desta opinião deve rever seus conceitos e melhorar este aspecto, para que ele não prejudique seu desempenho e também o da companhia.
 
Contrários
Entre os que não concordam com esta opinião, justamente por acreditar que a rivalidade entre os profissionais possa gerar menos colaboração interna, estão 9,7% dos entrevistados. Destes, apenas 1,4% se mostrou preocupado com os prejuízos que tal disputa possa causar ao seu rendimento profissional.
 
“As empresas devem se manter atentas aos exageros, pois metade dos profissionais que participaram da pesquisa acredita que a competitividade no trabalho é saudável, desde que não prejudique seu rendimento ou o sucesso da empresa”, ressalta Picino.


Link da matéria:

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por INESUL às 14:20

Auto-motivação, entusiasmo, felicidade! É possível?

Quinta-feira, 03.05.12
Por Daniela Maito | Consultores.com.br

A palavra motivação sempre nos remete a expressões como: felicidade, alegria, entusiasmo, paixão, gostar do que faz, entre outras. Acredito que não seja novidades para ninguém que pessoas motivadas são mais felizes, mais produtivas, estabelecem relacionamentos mais saudáveis e duradouros e tornam-se pessoas mais bem sucedidas. Mas como encontrar entusiasmo diante das dificuldades da vida moderna? Na verdade não há receita, alguns comportamentos irão diferenciar as “pessoas motivadas” das “pessoas não-motivadas”.
 
Vou sugerir abaixo cinco atitudes que irão ajudar você a manter-se entusiasmado:
 
1 – Ter a consciência de que a Motivação está dentro de você:
 
Muitas vezes acreditamos que “se a empresa me der um aumento...”, “o dia que eu comprar aquele carro...” eu me sentirei motivado. ERRADO! Motivação é uma força, uma energia que está dentro de cada um de nós, o que recebemos do meio externo são estímulos e incentivos, mas temos que aprender a encontrar esta força constantemente e não somente quando estamos “pra baixo”.
 
2 – Ter metas e objetivos:
 
Ninguém consegue se manter motivado se não possui metas, se não sabe onde quer chegar. É preciso estabelecer objetivos desafiadores e traçar os caminhos para alcançá-los. E cuidado para não se “boicotar”! Como assim? Como algumas pessoas que estabelecem metas extremamente difíceis e acabam por desistir sem nem tentar alcançá-las. Por isso, se você tem um grande objetivo, divida-o em diversas partes e complete-os um a um. Outro “auto-boicote” clássico é ter uma meta e ficar esperando a oportunidade para começar. Na maioria das vezes precisamos ir à busca e criar as oportunidades para que as coisas realmente aconteçam, as oportunidades não cairão do céu. E mais uma coisa: Tenha persistência, sem ela você irá parar e desistir diante da primeira dificuldade.
 
3 – Faça coisas por você:
 
Vejo pessoas dizendo: “Preciso voltar a estudar porque a empresa está exigindo!”, “Preciso fazer dieta porque o médico mandou!”, não faça nada pelos outros e sim estude pelo seu crescimento, faça dieta pela sua saúde,... Quando fazemos as coisas pelos outros, um dia iremos cobrar um reconhecimento que provavelmente não virá e tudo acabará em frustração. Não há exemplo mais típico do que esposas que fazem tudo pelo marido (“Mas eu vivi para ele!”) e quando se separam não sabem viver para si mesmas. VIVA POR VOCÊ, PELA SUA FELICIDADE!
 
4 – Tenha orgulho de sua vida:
 
Orgulhe-se de tudo que você é e tem de sua família, de seus filhos, do seu trabalho, da sua casa, do seu carro, enfim... De tudo mesmo. Quando nos orgulhamos de nossa vida, passamos aos outros uma sensação enorme de bem estar e isto faz com que as pessoas se encantem e queiram estar perto de nós. Acredito que todos nós conhecemos alguém que reclama de tudo e tenho certeza que não as achamos boas companhias.
 
Costumo dizer que a vida está “fora de foco”, isto mesmo, exatamente como uma lente. Dificilmente tudo na vida está errado, mas as pessoas tendem a ter o foco onde não está bom e esquecem as coisas boas que estão vivendo. Portanto, encontre o significado das coisas na sua vida e mude o foco se necessário. Por exemplo, você já pensou que valor tem o seu trabalho para você? Quando estamos desempregados queremos mais do que tudo arrumar um trabalho, e quando estamos trabalhando reclamamos porque temos que acordar cedo, porque este emprego é uma porcaria,... Por isso, orgulhe-se perceba quão bem-aventurado você é por ter uma família junto de você, um trabalho que lhe dá prazer, filhos maravilhosos, e tudo que faz parte de sua vida.
 
5 – Pense certo:

Existe uma abordagem da Psicologia que fala o seguinte: todo pensamento que temos gera uma emoção e conseqüentemente um comportamento. Isto significa que se eu penso que não sou competente o suficiente para executar determinado trabalho, sinto-me ansioso e angustiado, e o meu comportamento irá corresponder a isto, ou seja, provavelmente não conseguirei realizar tal tarefa. Sendo assim, nós “SOMOS OS QUE PENSAMOS”. Se você tiver pensamentos positivos a respeito de você e do mundo, provavelmente suas emoções e seus comportamentos estarão no caminho certo. Por isso: PENSE CERTO!
 
É claro que a auto-motivação é um exercício constante de reflexão sobre nós mesmos, de perceber como estamos e o que podemos fazer. Sua felicidade e seu entusiasmo esta em você, por isso se não está bom: MUDE! Não espere o mundo mudar, mude você! Desta forma encontramos nossas verdadeiras fontes de energia e motivação.

Link do artigo:
http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=406

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por INESUL às 14:19

Cinco dicas para um feedback eficiente

Quinta-feira, 03.05.12
Meiry Kamia* | INCorporativa
 
Fátima, gerente de Atendimento, estava no processo final de uma avaliação de desempenho da empresa, uma novidade para ela. Também era um desafio, pois assumira o cargo de gestora há menos de 1 ano. Nesse período pode observar de perto sua equipe, e percebeu que algumas pessoas eram displicentes no trabalho, outras se faziam de inocentes quando ela se aproximava, etc. De perfil bastante controlador, Fátima não via a hora de dar o feedback para sua equipe. Queria ver todos trabalhando de forma bastante alinhada.
 
A coisa parecia bastante normal, quando Rosana, gerente de RH, foi procurá-la. Fátima ficou surpresa ao saber, por intermédio de Rosana, que toda sua equipe estava revoltada com a condução do seu feedback. Segundo Rosana, das 25 pessoas que ela já tinha atendido até então, pelo menos 18 foram reclamar no RH pela falta de clareza, grosseria, sisudez, falta de tato, entre outros, da gerente de Atendimento.
 
Fátima sentiu-se traída pela equipe e tomou o problema como algo pessoal. A única coisa que queria era tornar a equipe funcional, otimizada e ficou bastante insatisfeita com o fato da equipe ter ido reclamar no RH. Rosana, tentou amenizar a situação e pediu desculpas à Fátima, pois reconheceu que o erro partiu de seu próprio departamento. O feedback é uma ferramenta e como tal, é preciso conhecê-la para saber utilizá-la. Fátima não estava apta a utilizar a ferramenta, o que causou um estrago muito maior e tirou o brilho do benefício da avaliação de desempenho.
 
O problema de Fátima é muito parecido com o de muitos gestores, e nem é preciso fazer parte de um processo de Avaliação de Desempenho para ter problemas desse tipo.
 
No contexto organizacional, o feedback é entendido como um fornecimento de informações para uma pessoa ou grupo com o objetivo de melhorar seu desempenho.
 
Receber feedback também pode não ser fácil para algumas pessoas. Portanto, é importante preparar um “ambiente psicológico adequado” para iniciar um feedback. Seguem algumas dicas:
 
Prepare o ambiente
 
1) escolha um local e horário adequados para o feedback. Escolha um ambiente tranquilo e evite interrupções;
 
2) crie empatia, rebaixe as defesas da outra pessoa mostrando que você está lá para ajudar;
 
3) estabeleça um clima de verdade para que haja confiança no processo. Isso significa também se mostrar aberto e disponível para as opiniões do recebedor do feedback.
 
Separe o problema da pessoa: por exemplo, dizer que determinada parte do texto está confusa é diferente de dizer que a pessoa é confusa. Separar o comportamento/problema da pessoa é importante para que você não transforme a pessoa no próprio problema. Isso também ajuda a tornar a situação mais objetiva. Em um feedback, quanto menos rodeios, melhor!
 
Exponha o comportamento indesejado de forma objetiva e localizado no tempo e espaço: uma pessoa raramente se comporta mal porque quer. Ela erra ou se comporta mal porque foi o jeito que aprendeu a fazer. Portanto, ao dar o feedback é preciso lembrar a pessoa O QUE, QUANDO, ONDE e COMO o comportamento ocorreu. Dê exemplos concretos, isso ajuda a pessoa a perceber o problema. Por exemplo: “ontem, você saiu para conversar com seus colegas na hora do seu almoço (QUANDO), entretanto, os demais estavam trabalhando, e você começou a contar piadas na frente dos clientes (O QUE e COMO), bem em frente ao balcão de atendimento (ONDE)”.
 
Descreva o comportamento desejado: é importante deixar claro para a pessoa o que se espera dela. Dar exemplos objetivos também ajudam a pessoa a entender como agir. Ex.: “quero que atenda os telefonemas, no máximo, até o terceiro toque”. “Quero que você mantenha o balcão sempre limpo, isso significa passar um pano umedecido com álcool, manter os molhos e guardanapos arrumados e dispostos nesse canto, etc.”
 
Chegando a um acordo comum: em algumas ocasiões você vai perceber que a pessoa não realiza as ações da forma que você gostaria porque há empecilhos que extrapolam a vontade dela. Nesse caso, o melhor seria que vocês, em conjunto, buscassem uma solução comum. É muito difícil uma pessoa ser resistente a uma ideia que ela mesma ajudou a criar.

*Sobre a autora: Meiry Kamia é Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, Consultora Organizacional. Diretora da Meiry Kamia - Consultoria, Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas (www.meirykamia.com)

Link da matéria:
http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=8161

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por INESUL às 14:19

Você Cria a Cultura da Sua Organização

Quinta-feira, 03.05.12

Por André Rezende | Endeavor

Qualquer grupo de pessoas sujeito a certo grau de isolamento e a influências específicas desenvolve, depois de certo tempo, um modo particular de ver a realidade, interpretá-la e reagir a ela, um jeito especial de se comunicar dentro do grupo ou com o mundo exterior. Isto vale para um país inteiro,  uma unidade militar,  uma tribo primitiva na floresta,  uma torcida organizada ou para um grupo de punks da periferia. Cada um destes grupos isola-se em maior ou menor grau do resto da humanidade e coloca-se sob condições ambientais únicas. Podemos chamar o conjunto de características distintivas comportamentais desenvolvidas nestas situações de “cultura”. Uma empresa, seja de que tamanho for, atende a estas condições e, após certo tempo, queira-se ou não, desenvolve sua própria cultura, sua cultura organizacional.
 
Até aqui, tudo bem, de acordo? O segundo ponto a abordar é o seguinte: qual é a relação da cultura da empresa com seu desempenho? Existe, de fato, relação? Como foi falado, a cultura determina, em grande medida, como as pessoas vão reagir em relação a certa situação. As diversas situações e momentos na vida de uma empresa vão ser tratados, ao final, pelas pessoas que compõem a organização e o que elas farão será resultado do que pensam e acreditam, dos seus medos e crenças, das recompensas e punições que viveram e viram acontecer. É uma relação encadeada: o desempenho é consequência do que fazemos, que é reflexo da nossa visão do mundo, que é condicionada, em grande parte, pela cultura organizacional na qual estamos inseridos. Foco em fazer bem feito, vontade de melhorar, senso de urgência, espírito de equipe, tudo isso e muito mais podem ser dados culturais compartilhados pelos membros uma organização. Por outro lado, procrastinação, fuga da responsabilidade, esperteza indevida e burocracia também podem ser elementos de uma cultura organizacional.
 
Já concordamos, espero, que existe uma coisa chamada cultura organizacional e que esta coisa afeta o desempenho da empresa. A próxima pergunta é a seguinte: podemos fazer algo a respeito? Podemos tomar ações que moldem a cultura em uma direção construtiva? A resposta é sim e este é um dos nossos principais papéis como líderes de nossas organizações. Imagine uma empresa que uma vez por ano passa um facão e corta vinte por cento de seus quadros – isto vai afetar a cabeça das pessoas e incorporar o medo na cultura, provavelmente passarão a cuidar do que falam e procurarão fazer as conexões certas para se proteger, deixando para segundo plano o que realmente pode fazer diferença para a empresa. Se a ação gerencial pode afetar a cultura negativamente, também pode fazê-lo de forma positiva. Missão, Visão e Valores e sua comunicação são importantes elementos para a construção da cultura. Políticas de contratação, demissão, promoção e reconhecimento direcionam a cultura.
 
Falando agora de líder para líder, de empreendedor para empreendedor: vamos ter bem claro que o principal determinante da cultura de nossas organizações é o nosso comportamento, não o que dizemos ou colocamos na parede, mas o que fazemos. A mensagem do que fazemos se sobrepõe e reforça ou desmente o que dizemos ou escrevemos. Nenhuma influência é mais determinante na cultura de nossas organizações do que nós mesmos. A nós cabe criar uma cultura que permita que a empresa se desenvolva e seja veículo para criação de valores materiais e imateriais para as pessoas relacionadas.

Link do artigo:
http://endeavor.org.br/endeavor_mag/gente-gestao/cultura-corporativa/voce-cria-a-cultura-da-sua-organizacao 

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por INESUL às 12:04


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