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Como potencializar seu plano de carreira usando os mapas mentais?

Quarta-feira, 13.06.12
Por Viviam Klanfer Nunes | InfoMoney
 
SÃO PAULO - Os especialistas concordam que elaborar um bom plano de carreira pode ajudar bastante o profissional a se desenvolver e atingir seus objetivos. Para fazer isso, porém, vale a pena contar com um mapa mental.
 
Na prática, quando decide fazer um plano de carreira, a maioria das pessoas opta pelo modelo tradicional, ou seja, uma lista que contém os elementos-chave para o desenvolvimento profissional e as metas que deseja atingir. Porém, o cérebro humano não trabalha de forma linear, portanto, esse formato é de difícil assimilação.
 
Potencializando o plano de carreira
Para ter um resultado melhor, ao fazer um plano de carreira, o profissional pode elaborar, em vez de uma lista, um mapa mental. Esse mapa se assemelha ao desenho de uma árvore, ou seja, contém um tronco principal e várias ramificações.
 
“O mapa mental se baseia no princípio de radiância, ou seja, trabalha o não-linear”, diz o especialista em mapas mentais Robinson Gessoni. Na prática, uma ideia central irá se ramificar em diversos pontos. Mas como fazer esse mapa mental? Primeiro, escreva no centro de uma folha em branco a ideia central do seu mapa: o desenvolvimento de sua carreira.
 
Imagine, então, uma árvore. O que você acabou de escrever é o tronco. Desse tronco, puxe três galhos. O primeiro serão os seus objetivos de curto prazo (de 1 a 2 anos), o segundo, de médio prazo (2 a 5 anos) e o último, o de longo prazo (5 a 10 anos).
 
Em cada objetivo, puxe outras ramificações, definindo o que você precisa fazer para atingir suas metas. Por exemplo, no objetivo de curto prazo, defina que você quer ser promovido. Para isso, escreva as competências que precisa desenvolver e os cursos que precisa fazer, por exemplo.
 
Cores e figuras
A ideia do mapa é transformar seu plano de carreira em uma figura – fugindo do formato de lista - “é como se fosse uma fotografia dos seus objetivos”, diz o especialista. Além disso, é importante utilizar cores e figuras no seu mapa. Nas metas mais urgentes e importantes, use cores fortes, por exemplo. “Nas metas de curto prazo, use o vermelho, nas de médio, use o laranja e nas de longo, use o azul”, sugere Gessoni.
 
De acordo com o especialista, o cérebro humano funciona da seguinte forma: o hemisfério esquerdo cerebral processa as palavras, enquanto o hemisfério direito processa cores, imagens e símbolos. Assim, ao utilizar todos esses elementos, você estimula mais o seu cérebro. “Esse é o aspecto multissensorial do mapa mental”, diz o especialista.
 
Lembre-se de que o mapa é um recurso bastante pessoal. Então, apesar do exemplo aqui citado, é interessante que o profissional encontre o formato de mapa que mais tem a ver com o seu estilo. Além disso, apesar de podermos contar com os computadores para desenhar o mapa, prefira dispensar os recursos tecnológicos.
 
“Tem que ser feito de forma manuscrita”, sugere Gessoni. Pois é pelo movimento das mãos você ativa mais o seu cérebro, potencializando os benefícios do mapa. Além de trabalhar mais seu cérebro, ao fazer um mapa e não uma simples lista, diz o especialista, “tudo fica impresso na sua mente por mais tempo”. E é justamente por conta disso que você poderá conquistar com maior facilidade seus objetivos.
 
Insights
Ter o mapa impresso na sua mente faz com que você esteja sempre pensando naquelas metas, mesmo sem saber. Por conta disso, quando estiver em um momento de lazer, como em um jogo de futebol ou mesmo no bar com os amigos, você poderá ter insights sobre o desenrolar da sua carreira muito mais frequentemente.
 
Os insights são aquelas ideias extremamente adequadas aos problemas que você têm, mas que surgem sem você estar pensando necessariamente nos problemas. Quando você elabora uma lista simples como plano de carreira, você também está sujeito a ter insights, mas “o mapa mental aumenta absurdamente a frequência dos insights”, diz Gessoni.
 
Isso tudo acontece de forma bastante resumida, porque o mapa mental é muito mais parecido com a forma que o cérebro trabalha do que com uma lista linear.

Link:  http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2407995-como+potencializar+seu+plano+carreira+usando+mapas+mentais 

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por INESUL às 12:36

Bring your own cloud: a nuvem pessoal dentro do ambiente corporativo

Quarta-feira, 13.06.12
O time da consumerização ganhou mais um jogador: as ofertas de armazenamento em nuvem para usuários finais; quais rumos serão dados para os meios como as informações são armazenadas nos dias de hoje?

Por Renato Galisteu | CRN - IT Web
 
Mal chegamos a um acordo – se é que chegamos – sobre o “Bring Your Own Device” (Traga o seu próprio dispositivo, na tradução literal) e já vivemos um novo momento único e igualmente complexo dentro do mundo da TI: o Bring Your Own Cloud, ou Traga Sua Própria Nuvem.
 
Ou seja, o time da consumerização ganhou mais um jogador, que não se trata da evolução do hardware para melhor performance do usuário, mas sim como ele converge sua vida pessoal em detrimento de ambientes corporativos. Ao invés de falarmos agora especificamente de smartphones, tablets e notebooks, o mote são soluções como Dropbox, iCloud, Box, SkyDrive, Evernote e, mais recentemente, o Google Drive. Claro, há vários outros.
 
A despeito de questões como a disponibilização de mais banda larga para que os funcionários acessem seus storages e as políticas para isto, o ponto é: quais rumos serão dados para os meios como as informações são armazenadas nos dias de hoje?
 
“Se a companhia não está na nuvem, essas dezenas de ofertas de armazenamento em cloud para usuário final de alguma forma chegam às empresas. Sabemos dos inúmeros benefícios que esses sistemas trazem para as pessoas, pois a informação está onde a internet chega”, afirma Flavio Xandó, colaborador do Fórum PCs, da IT Mídia.
 
Como usuário inveterado de tecnologia, Xandó afirma que incentiva as empresas a migrarem seus backups para a nuvem, mas que não necessariamente tenham a cloud computing como hub de seus arquivos e documentos. “Para o usuário final, é sempre mais simples migrar para a nuvem e eles sabem que não é por isso que tudo deve estar apenas lá, e aqui falamos de saber fazer um modelo hídrido que pode ser, em outra escala, pensado para as empresas”, pontua.
 
Fato é que essas oportunidades para usuários finais são atrativos gigantescos. Hoje, Dropbox oferece, gratuitamente, 2GB de armazenamento; Box, iCloud e Google Drive dão 5GB e o SkyDrive libera 25GB.
 
A pergunta de um milhão de reais: a nuvem pessoal é um estímulo à adoção de cloud computing dentro das corporações ou um problema a mais para a gestão da TI? “De forma extremamente pessoal, todo e qualquer mecanismo que ajude a preservar informações e que dá flexibilidade ao processo deve ser estimulado. A nuvem pessoal é uma alternativa que pode ser abrangente a toda a empresa”, explica Xandó. “Tudo se trata da estratégia, mas, principalmente, da forma como a companhia olha a tecnologia em seu negócio”.
 
Tendência
 
Bruno Arrial, da Frost & Sullivan, olha um pouco adiante a questão de armazenamento em nuvem. O consultor propõe um cenário de compra ou cliente global de soluções, ou seja: se você usa o SkyDrive, compra um smartphone com Windows Mobile Phone; se usa o Gmail, Google Drive, adquire um device Android; tudo isso com a expectativa de que os sistemas se integrem e que sejam dadas vantagens ao usuário que for um “cliente” de tal fabricante.
 
Esse cenário, segundo Arrial, já é visto no cenário dos smartphones e tablets da Apple, onde o iCloud dá acesso e uso exclusivo para os proprietários de tais devices, tendência que facilmente pode ser adotada pelos outros players do mercado e que já é observada como forte pelo consultor.
 
“Soluções para armazenamento em nuvem estão virando commodities, então vamos esbarrar numa questão que é a principal nestes pontos: os diferenciais de serviços. Em tese, a tecnologia é a mesma, mas o valor agregado de cada uma delas é o chamariz de novos usuários”, afirmou Arrial. “Por isso, reafirmo que os usuários podem ser direcionados para se manter dentro de um fabricante”.
 
Para o consultor, existe uma febre no mercado que trata exatamente todas as novidades tecnológicas como “o fim de um algo” e que, por mais que as soluções na nuvem tenham comprovadamente inúmeras facilidades quanto a disponibilidade e acessibilidade, pen drives e HDs externos vão coexistir dentro deste imenso panorama “nublado”.
 
Pensando em questões de armazenamento, vários são os sistemas por onde a internet corre. O YouTube armazena vídeos; o Flickr, fotos; o Google Docs, documentos… É uma evolução natural que, de agora para frente, se expande em suas possibilidades de utilização.
 
“A forma como as pessoas pensam em storage mudou. Não se trata de não usar mais o pen drive, mas sim no que ele seria o ideal para uso. Eu uso nuvem, mas nunca abandonei meu backup no HD externo”, conta Arrial.
 
Com tudo isso, a proposta é que as empresas estejam mais atentas à sua infraestrutura interna e que cada vez mais adotem a filosofia de que a inovação está onde é permitido que o usuário esteja, seja ele final ou corporativo, e essa realidade é o que dirige a consumerização e dá cara e corpo à nuvem pessoal dentro dos ambientes corporativos.

Link:  http://crn.itweb.com.br/36356/bring-your-own-cloud/ 

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por INESUL às 12:36

O treinamento pode ser prático?

Quarta-feira, 13.06.12

Por Bernardo Leite Moreira | Consultores.com.br

 
Neste artigo quero uma homenagem para a área que é a própria essência de R.H.: a área de Treinamento e Desenvolvimento. Acredito que não há a menor dúvida de que treinamento é uma ação imprescindível para qualquer negócio. Se Você tiver alguma dúvida é porque talvez lhe falte algum treinamento.
 
Só para começar, como é que um atleta se torna competitivo? Pois é, olha aí a palavra que nos persegue implacavelmente hoje em dia: a Competitividade.
 
Mas continuando. Houve um tempo em que se achava o treinamento uma “perfumaria”, isto é, uma coisa dispensável ( não fale isso para as mulheres ). Esses que durante algum tempo defendiam esse pensamento hoje, provavelmente, encontram-se diante da perplexidade dos “novos tempos”. –Puxa, porque fiquei obsoleto? Imagine então que esse pensamento permeie pela empresa toda. Não seria de se esperar que a empresa fique obsoleta? Em suma, acredite. Treinamento é indispensável! Mas o que nós precisamos saber também é que treinamento pode ser simples.
 
Em primeiro lugar saibam que curso de treinamento é, apenas, uma parcela do treinamento em si. Isso quer dizer que não fazemos treinamento apenas com cursos. Lógico que são importantes, mas não são as únicas forma de treinar. É sobre isso que vamos falar: o treinamento prático. Para facilitar vou dividi-lo em treinamento vertical e treinamento horizontal. TREINAMENTO VERTICAL É aquele dirigido para suas próprias funções, com objetivo de especialização e, muitas vezes buscando resultados operacionais. Vamos ás formas: - Treinamento “on the job”. O nome é bonito, não é. Significa treinamento no próprio trabalho e é tão antigo como o próprio treinamento. Hoje em dia usam-se muito pouco, o que é uma pena. Refere-se simplesmente ao ato de colocar alguém experiente do lado do funcionário recém-contratado, o que a maioria das empresas faz.
 
O que não podemos esquecer é que podemos fazer isso com funcionários mais antigos em novas atividades ou até no incremento de novas tecnologias. A única complexidade reserva-se à necessidade de estabelecer-se controles de desenvolvimento e de tempo. Observação - o treinamento no próprio trabalho para ter resultados mais concretos deve ser tratado de maneira mais oficial. O funcionário tem que saber que está em treinamento. O profissional que o está ensinando deve Ter a postura de professor, isto é, ele não está ali para “quebrar um galho”.
 
Por isso é importante dar um caráter oficial ao treinamento, com avaliações, períodos determinados para alcançar-se determinados estágios, avaliação final e, se for possível, até certificado. Vale a pena este trabalho. - Treinamento por indicadores. Os americanos do norte tem uma frase muito verdadeira e que utilizo freqüentemente: “Se Você quer alcançar alguma coisa comece a medir”! Sem dúvida o simples fato de começar-se a fazer a medição da atividade nos permite acompanhar o nosso próprio progresso. É fator até de auto-motivação e, além disso dirige os nossos esforços para o objetivo definido. Isso é sinônimo de foco e, portanto, de resultados. É verdade que os indicadores devem ser definidos com muita propriedade porque senão todo o esforço será para nada ou, o que é pior, poderemos fazer muito bem feito aquilo que não era necessário.
 
Apenas para reforçar este ponto procurem escolher a pior das três frases abaixo: - Executar deficientemente uma decisão inadequada. - Executar deficientemente uma decisão adequada. - Executar eficientemente uma decisão inadequada. Lógico que a 3ª frase é a mais disfuncional porque vamos fazer com toda a nossa competência, utilizando todos os nossos recursos alguma coisa que não precisaríamos nem ter iniciado. Não é só o custo financeiro que teremos mas também o custo psicológico. Observação - Os indicadores devem dirigir-se para os aspectos principais do trabalho. Usar números que possam medir, pôr exemplo: a- tempo de resposta; b- produção; d- índices de reclamação; e- peças com defeito; f- quantidade de funcionários treinados no trimestre; g- sugestões dos funcionários, enfim, tudo pode ser medido. Absolutamente tudo. - Treinamento por melhoria contínua – Kaizen. “Seja um eterno insatisfeito”. Não Você, mas seus funcionários.
 
Você deve REFORÇAR, no seu funcionário, o comportamento de aproximação à meta, e não apenas o atingimento da meta. Isso é importantíssimo! Veja porque, nesta analogia com o futebol: --“Porque é mais fácil um time ganhar um jogo no seu próprio campo”? Lógico que é por causa da Torcida! Isso significa que a torcida faz diferença. Não empurramos o nosso time apenas quando ele faz gol mas, principalmente, empurramos o time para ele fazer gol. O time precisa sentir-se protegido pela torcida. Concorda com isso? Pois é, com os nossos funcionários é a mesma coisa. Esta forma de treinamento consegue resultados muito melhores quando conciliado com os indicadores. - Treinamento por mudança de base tecnológica.
 
Existem processo que exigem tecnologia para aperfeiçoamento. Mesmo que de forma rudimentar invista na tecnologia do processo. Você não precisa estar com o “estado da arte” da tecnologia, ou seja, não precisa ser a última palavra ou última geração da tecnologia. Comece de maneira mais simples até porque seus funcionários precisam adaptar-se ao novo referencial de trabalho. É questão de Quebra de Paradigma, que é mais importante que a própria tecnologia. É pensar diferente. Este é o grande investimento. TREINAMENTO HORIZONTAL É dirigido para um conhecimento mais abrangente do próprio trabalho e do próprio negócio da organização.
 
É fator de desenvolvimento. No momento esta forma de se ver treinamento está em grande alta e por motivos muito justos porque fazer bem o trabalho é uma parte, apenas, do resultado global de que a Empresa precisa. É a soma das partes que faz o resultado da Empresa. Um exemplo simples e prático dessa medida é o uso das férias. Férias como treinamento? Calma..., deixa explicar. As férias possibilitam diversas oportunidades para o desenvolvimento das pessoas. Vamos ver: (a-) O cumprimento das férias permite que se cumpra a legislação e que o funcionário possa respirar outros ares, até para voltar com mais disposição para o trabalho. (b-) Se colocarmos um outro funcionário para substituí-lo esta será uma grande oportunidade para que este funcionário seja treinado em outra atividade ou exigência. Pode ser um funcionário da mesma área ou de outra área. (c-) Durante o período de substituição esse funcionário terá grande necessidade de receber apoio e suporte pôr parte das outras pessoas da área possibilitando que todos experimentem uma realidade de maior participação e responsabilidade. Não é uma grande oportunidade de treinamento? (d-) Ainda nessa situação o profissional que está cobrindo as férias terá uma oportunidade única de avaliar o quanto as outras pessoas da área apresentam de iniciativa, competência e perseverança para solucionar os eventuais problemas.
 
Em suma, no retorno do titular do cargo ele poderá apresentar uma análise bastante concreta deste ponto. (e-) E ainda, ao retorno do titular este profissional poderá apresentar um relatório sobre como foi o período de férias, sugestões de mudanças ( que não devem ocorrer na ausência do titular) e outras recomendações que somente ele, nesta situação particular teria condições de identificar. Problemas de relacionamento entre áreas? Identificadas as duas áreas com dificuldades de relacionamento transfira, provisoriamente (isto é, um mês), um funcionário de uma das duas áreas para trabalhar na outra e faça a mesma coisa com um funcionário da outra área. Peça que eles trabalhem normalmente aprendendo o trabalho deste outro setor e até sendo avaliado pelo chefe deste outro setor. Incrível como as pessoas entendem muito melhor as dificuldades e possibilidades dos outros quando experimentam realidades. Finalmente, por hoje, minha última sugestão de treinamento prático chama-se “job rotation”. Este nome também é bonito, não é? E é também muito antigo. A tradução é rotação de cargos e sugere que se coloque chefias (e até gerentes) para assumirem, temporariamente, cargos de chefias de outras áreas ou departamentos ou diretorias. Os resultados são tão interessantes que até vale a pena um pouco de imposição para vencer as resistências naturais que essas chefias enfrentam nesta sugestão.

Link: http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=682

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por INESUL às 12:36

O impacto do som na atmosfera de consumo

Quarta-feira, 13.06.12
Muitos já consideram a música como uma eficiente ferramenta de venda, que pode proporcionar diversas sensações aos clientes e influenciar nas decisões de compra.

Por Paulo Dytz* | Webinsider

Uma infinidade de revoluções e evoluções vem acontecendo com marcas, produtos, serviços, comunicação e com o consumidor; com o marketing de forma ampla e abrangente. A comunicação foi multiplicada em milhares de formas de diálogos. E o consumidor tornou-se exigente, ativo, produtor, apaixonado e multi-conectado.
 
Nesse cenário, devido ao excesso de informações a serem administradas, é comum gestores de marcas enfrentarem dificuldades para transformar estratégias em ações. É o que aponta a pesquisa realizada pelo Center on Global Brand Leadership e do New York American Association, no qual foram analisadas três dimensões: coleta de dados de uso, mensuração do marketing e ROI e integração do digital e marketing tradicional.
 
O gerenciamento da atmosfera de consumo, por meio de sons, fragrâncias, cores e o aspecto visual, enquadra-se nesse contexto. É um tema atual e recorrente em empresas que buscam, cada vez mais, compreender e controlar o ambiente de consumo. Incipiente ainda em território brasileiro, porém extremamente relevante e necessário nos dias atuais, essa visão multidisciplinar tem como objetivo potencializar a experiência de marca.
 
Como criar um cenário no qual todos os sentidos estejam congruentes com o que a marca realmente quer evocar? E quais são os atores envolvidos e impactados? Qual a relação emocional e, consequentemente, o vínculo que a marca pode estabelecer a partir dessa experiência sensorial?
 
Muitos varejistas já consideram a música como ferramenta de venda. Em 1988, Adrian North, David Hargreaves and Jennifer McKendrick fizeram um teste em uma loja de vinhos ingleses para determinar o papel das músicas de fundo nas decisões de compra. Por um número de dias eles colocaram músicas francesas e germânicas, alternando entre as duas. Os resultados: nos dias de música francesa, o vinho francês vendeu mais que o vinho germânico numa taxa de quatro para um. Nos dias de música germânica, o vinho germânico vendeu mais que o vinho francês numa média de três para um. A mesma equipe também descobriu que os clientes estão mais propensos a tolerar longos períodos de espera, seja ao telefone ou no mundo real, quando a música de fundo é agradável e se adapta as nossas expectativas.
 
A música é mais do que um simples recurso sonoro de ambientação, pois ela tem grande poder sobre o “ritmo de compra” do consumidor. Uma pesquisa realizada pelo HEC – Montréal e Rutgers University constatou: ao som de uma música agradável, os compradores que tendem a comprar por impulso, compram ainda mais e os que não têm tendência a comprar por impulso gastam mais quando sentem uma fragrância agradável na loja.
 
Algumas experiências foram absolutamente bem sucedidas no diálogo sensorial do cheiro, como a Lush, a Crayon e Melissa.  Em relação ao tato, um dos principais cases no mundo está o da garrafa da Coca-Cola, desenhada para ser reconhecida somente pelo toque, no escuro. Entretanto, há pouco entendimento sobre a influência do som no comportamento de compra.
 
Costumo repetir que há uma preocupação, por parte dos gestores da marca, com aspectos visuais independentemente do ponto de contato. Esse raciocínio é legítimo e está introjetado em nossa cultura mercadológica. Mas e quanto a outras manifestações sensoriais? E quanto ao impacto do som na construção desses gatilhos emocionais? Num ambiente como um shopping center, por exemplo, existem muitas manifestações sonoras que impactam na percepção da marca.  E aqui não estou falando apenas no impacto frente a consumidores e sim, em toda a cadeia de agentes que são afetados por essa atmosfera sonora e sensorial.
 
O som pode ser um fator decisivo na escolha do consumidor ou na percepção da marca. Entretanto, assim como a cor do seu cabelo não define sua personalidade, o som não define inteiramente uma marca. Por essa razão, para a construção de uma atmosfera sonora de maior impacto, é fundamental identificar qual será o papel do som nesse contexto, em quais momentos o som irá gerar maior impacto,  quais serão os atores que serão impactados e qual a congruência de cada manifestação sonora com relação a essência da marca e a aspectos visuais e olfativos, por exemplo.
 
O fato é que o universo do áudio no Brasil é praticamente inexistente enquanto fator de identidade e expressão de comunicação. Principalmente no que tange atmosfera de consumo. Mas acredito que, aos poucos, gestores de marca irão perceber o real impacto de tornar congruente toda e qualquer manifestação sonora, independentemente do meio. 

*Sobre o autor: Paulo Dytz (paulo@somosb.st) é estrategista sonoro, produtor musical e diretor da B Sound


Link: http://webinsider.uol.com.br/2012/05/11/o-impacto-do-som-na-atmosfera-de-consumo/

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por INESUL às 12:35

Gerente: Administre seu Tempo e Reduza o Estresse

Quarta-feira, 13.06.12
Por Julio Cesar Santos* | Comunidade Mais

Há mais de seis séculos o inglês Geoffrey Chaucer – a caminho de Canterbury – se admirou com o fato de que o tempo, uma vez perdido, jamais poderia ser recuperado. Mais recentemente, Peter Drucker nos ensinou que o tempo é o recurso mais escasso do ser humano e, se ele não for administrado, nada mais poderia ser administrado. Porém, na incansável busca do controle científico do tempo muitos gestores podem adquirir um mal maior – o estresse. 

Durante uma consulta um jovem Gerente relatou a seu médico que o seu trabalho criava o estresse, o qual o impedia de realizar bem o seu trabalho. O médico pediu-lhe para relatar um dia típico do seu trabalho e, ao final de 10 minutos de narrativa, o médico disse: _ “Chega! Você forneceu detalhes em quantidade suficiente para mantê-lo ocupado por dois dias. Você precisa de um bom sistema de administração do tempo voltado para as prioridades”. Dessa forma, em vez de remédios tradicionais, o médico “receitou” as seguintes atitudes:
 
A)Cancele Todas as Reuniões: Roberto Bontempo – principal executivo de uma rede de varejo brasileira descobriu que muito do seu estresse provinha das reuniões regulares e, diante disso, ele resolveu cancelá-las. “Agora eu me reúno com os diretores individualmente, para resolver um problema específico ou tomar uma decisão. Agora não temos mais agenda de reuniões, nem plataformas pessoais, nenhuma fofoca e muito menos discussão sobre resultados de jogos” – diz ele. Bontempo tomou essa decisão porque todas as vezes que ele telefonava para uma de suas filiais para falar com algum Gerente, invariavelmente ouvia que a pessoa estava “em reunião”. Quando o telefonema era retornado Bontempo perguntava o que o Gerente havia conseguido com a tal reunião. Mas, como ninguém relatava que algo de concreto era realizado, ele decidiu terminar com as reuniões.

B)Evite Metade das Reuniões: As reuniões que deixam as decisões no ar alimentam outras reuniões igualmente inúteis, aumentando o nível de estresse. Sendo assim, se você for convidado para uma reunião inútil, pergunte-se se realmente tem que ir. Se você não puder contribuir, não vá.

C)Esteja Bem Fisicamente Para Aliviar a Tensão: Caio Demógenes (membro  do conselho diretor de uma multinacional suíça) descobriu que seu trabalho possuía grande conteúdo de pressão. Os amigos recomendaram exercícios diários, embora Caio considerasse os exercícios em academia chatos e humilhantes. “Se ao menos os exercícios fossem tão interessantes quanto dança de salão, eu me dedicaria a isso” – disse uma vez aos seus amigos. “Ora....então faça dança de salão” – disseram eles. Hoje, Caio alivia seu estresse profissional dançando duas vezes por semana em uma academia de São Paulo.    

D)Trabalhe Mais Rápido e Sinta-se Melhor: Redução de estresse é uma vantagem que se adquire com a administração eficaz do tempo. Não existem horas suficientes no dia para lidar com as pessoas, com as reuniões que deve participar ou os documentos que você deve processar. Raramente há horas suficientes para retornar telefonemas e muito menos para pensamentos e reflexões. Como se adquire mais horas? Fazendo tudo mais rápido e não desperdiçando tempo

E)Deixe o Trabalho no Escritório: Ocasionalmente você pode sentir a necessidade de levar trabalho para casa e, se você se descobrir fazendo isso regularmente, é sinal de que algo está errado. Exceto em uma emergência, trabalhar em casa (depois de um dia cansativo, por exemplo) não é muito produtivo e pode afastar seus familiares do seu convívio. 
 
F)Tome Decisões Rápidas: Muitas decisões gerenciais são erradas. Então tome decisões rapidamente, pois acima de tudo as decisões rápidas evitam muito estresse. Cuidado apenas para não confundir decisões rápidas com decisões apressadas.

G)Poupe Tempo em Uma Crise: Uma crise é uma situação perigosa, imprevisível e com alto teor de estresse. Dessa forma, você deve agir rapidamente para impedir o dano. As regras são: (1) Mantenha-se em seu posto e resista à tentação de sair de sua mesa para apagar o “incêndio” você mesmo; (2) Dê instruções claras, explicando brevemente a situação e o que você quer realizar. Descreva o método para atingi-lo e faça com que seu pessoal lhe envie relatórios freqüentes.

H)Combine Cuidadosamente Trabalho e Descanso: Trabalhar por longos períodos sem uma parada não é uso eficaz do tempo, pois diminui a energia instala a chatice e acumula tensão. A irritabilidade, a fadiga crônica, a dor de cabeça, a ansiedade e a apatia derivam da falta de variedade. Portanto, faça intervalos regulares e sente-se em outra cadeira, levante-se e estique o corpo, pois isso libera a tensão. 

*Sobre o autor: Julio César Santos é professor, consultor e palestrante. Articulista do Jornal do Commercio (RJ) e co-autor do livro: "Trabalho e Vida Pessoal - 50 Contos Selecionados" (Ed. Qualytimark, Rio de Janeiro, 2001). Por mais de 20 anos treinou equipes de Atendentes, Supervisores e Gerentes de Vendas, Marketing e Administração em várias empresas multinacionais de bens de consumo e de serviços. Elaborou o curso de “Gestão Empresarial” e atualmente ministra palestras e treinamentos “in Company” nas áreas de Marketing, Administração, Técnicas de Atendimento ao Cliente, Secretariado e Recursos Humanos. Graduado em Administração de Empresas, especialista em Marketing e Gestão Empresarial, com MBA em Marketing no Mercado Globalizado e complementação pedagógica.
Telefones: (21) 2233-1762 | (21) 9348-4170            

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por INESUL às 12:35

Está difícil não perder a compostura? Veja como domar emoções no trabalho

Quarta-feira, 13.06.12
Por Gladys Ferraz Magalhães | InfoMoney
 
SÃO PAULO - Excesso de atividades, pressão, estresse, críticas... A mistura de todos esses fatores anda fazendo com que muitos profissionais percam a compostura, o que pode ser extremamente prejudicial no ambiente de trabalho.
 
De acordo com o sócio da Alliance Coaching, Pablo Aversa, a perda de controle acontece porque as pessoas costumam reagir prontamente quando são acometidas por um “maremoto de emoções”, entretanto, diz ele, uma reação emocional precisa de cerca de 45 a 60 segundos para seguir o seu curso e o profissional voltar ao normal.
 
“Acredite ou não, as emoções podem paralisá-lo e deixá-lo sem palavras, impedindo que você lute (argumente ou responda) ou corra (encerre calmamente a interação e parta). Desenvolver a habilidade de combater essas reações, para ficar calmo sob pressão, é essencial na selva corporativa que está aí”, ressalta Aversa.
 
Dicas
Assim, pensando em maneiras de lidar melhor com as emoções no trabalho, evitando perder a calma com os colegas ou até mesmo com o chefe, o especialista elaborou cinco dicas, a seguir:
 
1 – Identifique os “pontos de ignição”. Segundo Aversa, a maioria das pessoas que perdem a compostura no trabalho, possui de três a cinco pontos de ignição repetitivos. Em outras palavras, fica emocionalmente abalada quando acontece determinadas situações.
 
Para evitar o problema, observar quando e por que você perdeu a compostura e treinar diariamente a melhor reação mental e física até alcançar a maneira mais adequada de lidar com a situação pode ajudar.
 
“Crítica? Perda de controle ? Certo tipo de pessoa? Um inimigo? Surpresas? Cônjuge? Crianças? Dinheiro? Autoridade? Você tem raiva de si mesmo porque não sabe dizer “não”? Tente agrupar 90% dos eventos em de três a cinco categorias. Em seguida, pergunte a si mesmo por que cada um deles é um problema. É o seu ego? Humilhação? Ser pego de “calças curtas”? Os outros vão descobrir? Isso dobra a quantidade de trabalho? (…) Crie um programa no qual, a cada mês, você procura diminuir em 10% o número de vezes em que perde a compostura”, diz Aversa.
 
2 – Ficou nervoso? Conte até 10. Como dito anteriormente, uma reação emocional leva de 45 a 60 segundos, portanto crie táticas para adiar as suas reações. Dessa forma, percebendo que ficou estritamente incomodado com alguma situação, tente o seguinte: pegar um lápis na pasta, tomar um cafezinho, fazer uma pergunta e ouvir a resposta, fazer anotações, imaginar uma situação tranquila, levantar e ir ao banheiro.
 
3 – Aumente o controle. De acordo com Aversa, as pessoas dizem e fazem coisas inconvenientes quando perdem a compostura. Portanto, é preciso aumentar o controle dos impulsos, evitando a primeira reação à situação. “Pesquisas apontam que, geralmente, a segunda ou terceira coisa que você pensa é a melhor alternativa (…) Durante esse intervalo, 50% dos seus problemas de compostura terão desaparecido”.
 
4 – Não leve para o lado pessoal. Ainda que você tenha tido um desentendimento com algum colega no trabalho, punir as pessoas, ficar hostil, cheio de sarcasmo ou mesmo com vontade de se vingar não é o ideal, visto que “o tiro pode sair pela culatra”.
 
Nestes casos, observa o especialista, o melhor é devolver o argumento e perguntar o que fariam no seu lugar. “Quando o outro lado tomar uma posição rígida, não a rejeite. Pergunte o porque^, quais são princípios por trás da oferta, como saber o que é justo, qual é a teoria formulada. Pense no que aconteceria se a posição deles fosse aceita. Deixe o outro lado desabafar as frustrações deles, mas não reaja”.
 
5 – Lide de maneira construtiva com as críticas. Muitas perdas de compostura começam com uma crítica, seja intencional ou não. Portanto, quem quer ser bem-sucedido no trabalho deve aprender a lidar de maneira construtiva com as críticas.

Link: http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2457529-esta+dificil+nao+perder+compostura+veja+como+domar+emocoes+trabalho

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por INESUL às 12:33


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