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Quarta-feira, 25.07.12

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por INESUL às 13:07

3 práticas de empresas que aprendem

Quarta-feira, 25.07.12

Por Marcelo de Souza Bastos* | Blog HSM

Pessoal,

Como disse o pensador Alvin Tofler: “Os analfabetos do século XXI não serão aqueles que não saberão ler ou escrever. Serão que aqueles que não conseguirem aprender, desaprender e reaprender.”

Em um mundo em constante mudança, buscar o aprendizado constante torna-se uma estratégia vital para qualquer empresa que deseje continuar competitiva no mercado atual. No entanto, a maneira que nós aprendemos em ambientes corporativos não mudou em décadas. Nós ainda assistimos a sessões de treinamento de fim de semana, lemos manuais de vendas e assistimos a palestras gravadas.

Nesse sentido, encontrei esse artigo no site www.mashable.com, apresentado por Craig Malloy, CEO da Blomfire, que apresenta três práticas que auxiliam a tornar a sua empresa uma organização que aprende constantemente. Relaciono-as abaixo com meus comentários:

- Conhecimento no momento e na quantidade exata em que você precisa

Hoje as empresas empurram uma quantidade enorme de informação nas suas equipes e esperam que elas saibam lidar com essa verdadeira avalhanche e que a recuperem no momento em que precisarem. Agora pense em um sistema de aprendizado que utilizasse o modelo mental de busca do Google. As empresas poderiam possuir algo equivalente. Se você disponibiliza uma estrutura como essa, você fornece aos seus funcionários um corpo permantente de conteúdo/conhecimento na forma de vídeos e documentos, juntamente com um meio simples de conexão entre os funcionários permitindo a troca de conhecimentos no momento exato em que você precisa.

- Todo mundo tem algo valioso para contribuir

Como sempre digo, mesmo um relógio parado está certo pelo menos duas vezes por dia. Todo mundo tem algo a contribuir. O conhecimento existente nas equipes é o ativo mais valioso de sua empresa, principalmente o conhecimento latente armazenado na experiência e interação entre os seus companheiros e colegas de trabalho. É importante abrir o processo de aprendizagem criando estruturas que facilitem o livre fluxo de infomações entre seus colaboradores, até porque as lições dos pares são frequentemente as mais importantes e as mais fáceis de serem aprendidas. Mas se você quiser tirar vantagem dessa abordagem, é preciso incorporá-la como valor no cerne da cultura da sua empresa.

- Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós

Um trabalhador gasta em média nove horas por semana em busca de informações. Isso é muito tempo perdido. Deveríamos passar menos tempo procurando respostas e mais tempo colocando-as em prática e refletindo sobre seus resultados. Você precisa ter uma ideia do fluxo de trabalho entre os setores para que você possa facilitar esse processo. Na minha experiência como consultor, já vi vários casos de relacionamento difíceis entre dois setores em que bastava apenas uma conversa em que fosse esclarecido o que cada um espera do outro como entrega para poder dar continuidade ao seu trabalho com qualidade.

A maioria dos problemas das organizações do século XXI está relacionado a um problema de aprendizado. As três práticas acima citadas podem fazer toda a diferença através da prática de compartilhamento de conhecimentos. Isso levará sua empresa de um estágio estático e obsoleto para um estágio dinâmico e próspero.

Afinal de contas, qualquer empresa que deseje prosperar deve aprender ou morrer.

Um abraço.

“I Believe in change”

*Sobre o autor: Marcelo de Souza Bastos é consultor da Gerência de Inovação em Tecnologia e agente de Inteligência Competitiva no Banco do Brasil, além de gerente de projetos certificado pelo PMI. Também atua como palestrante em assuntos relacionados à inovação e tendências tecnológicas. Contatos: Twitter

Link:
http://www.hsm.com.br/blog/2012/07/3-praticas-de-empresas-que-aprendem/#more-15592

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Você está cumprindo os planos que fez para sua carreira no início do ano?

Quarta-feira, 25.07.12

Avalie a quantas anda seu planejamento 

Por Eduardo Shinyashiki* | Administradores.com.br

Assunto mais do que recorrente no início de todos os anos, o planejamento de carreiras costuma perder sua força com o passar do tempo. E os motivos para isso são muitos e já conhecidos por todos nós. Por isso, a pergunta que fica é: o que já conseguiu colocar em prática e o que falta para que suas ideias possam, finalmente, ser transformadas em realidade?

Desculpas como falta de tempo, urgências do dia a dia e situações inesperadas não podem ser empecilhos para a dedicação ao cumprimento dos objetivos planejados. Escolha o dia que for mais tranquilo no trabalho e dedique algum tempo à tarefa de revisar suas metas de acordo com os resultados alcançados até o momento. Não tenha receio de fazer os ajustes necessários, mesmo que isso implique em prorrogar determinados projetos já para 2013. Essa é uma alternativa interessante especialmente para quem se percebe desesperado com o acúmulo de pendências, o que pode ser explicado sem arrependimentos se tópicos, antes impensados, tiverem sido concluídos com sucesso.

Outra alternativa para o replanejamento das atividades ainda não postas em prática é um pit-stop. Além de proporcionarem o descanso merecido para recarregar as baterias, os dias fora da empresa – mesmo que no meio das férias - representam uma ótima oportunidade para investir tempo e energia em temas que se mostraram truncados. Um bom exemplo disso são os cursos de idiomas, que geralmente passam a ter turmas para módulos intensivos, capazes de acelerar o aprendizado e sanar o atraso. Participar de uma especialização no exterior também é uma boa pedida, pois, mais que ganhar experiência em temas específicos da sua área de atuação e aperfeiçoar a língua estrangeira, o contato com outra cultura poderá abrir as portas da percepção e trazer novos significados para sua existência.

Seja qual for o saldo parcial, saiba que ainda há muito tempo para se desenvolver e fazer sua carreira evoluir este ano. Caso perceba que está muito longe do estabelecido, crie estratégias para se lembrar com mais frequência das metas e já agende os próximos check-points, que podem ser mensais, inclusive. Não aguarde mais pelo "Dia D" e entre em ação para fazer a diferença na sua vida. Ou deixe para "reciclar" suas promessas de final de ano quando dezembro chegar.

*Sobre o autor: Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Colabora periodicamente com artigos para revistas e jornais. Autor dos livros: Viva como Você Quer Viver e A Vida é Um Milagre, Editora Gente, disponíveis em AudioLivro pela Editora Nossa Cultura. 

Link:
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/voce-esta-cumprindo-os-planos-que-fez-para-sua-carreira-no-inicio-do-ano/57484/

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Emprego novo? Saiba o que fazer para impressionar o chefe e a equipe

Quarta-feira, 25.07.12

Após o processo seletivo, vem a notícia que a vaga é sua. Mas, e agora? Especialista dá dicas de como se preparar para este início

Por Luiza Belloni Veronesi | InfoMoney

SÃO PAULO - Após um cansativo processo seletivo, finalmente o profissional consegue a vaga tão disputada. Mas, e agora? Nestes momentos, muitas pessoas se sentem inseguras em como dar o primeiro passo no ambiente corporativo, fazer novos colegas e conquistar seu chefe.

“O seu comportamento e suas ações irão definir o seu perfil dentro da empresa, na visão de seus colegas e superiores. Sendo assim, é fundamental o profissional se preparar e ficar atento às questões da empresa, como ritmo, comunicação e a expectativa do chefe para o seu cargo”, afirma a consultora de Desenvolvimento Humano da M&S e psicóloga, Elisabete Oliveira.

Para suprir a expectativa e se dar bem nessa nova fase, além de estar alerta com o que acontece ao seu redor, é necessário saber lidar com a mudança. “Pensar como o profissional pode ser simpático, como ser agradável e como ser solista. Essa última característica é muito importante, pois é o que menos se vê no ambiente corporativo, pela competição excessiva da equipe. Ouvir as pessoas e querer ajudá-las são algumas dicas que poderão conquistar seus colegas”, comenta a consultora.

Uma outra dica é prestar atenção na hora da entrevista: ver como as pessoas se vestem, se são mais extrovertidas, entre outas características que, se for chamado, saberá como agir nos primeiros dias e a possibilidade de dar uma boa impressão ao seu chefe, será maior. “Ele saberá que o profissional já está alinhado com a empresa e que faz parte da equipe”, comenta Oliveira.

Mas, às vezes, o nervosismo fala mais alto. Nesta hora, a melhor solução é pesquisar na internet os valores e as principais atividades da empresa, inclusive, se for possível, ver a área de atuação e estar ciente de suas funções.

O que não fazer
Há uma série de erros que muitos novos profissionais cometem logo no começo, que certamente, poderá prejudicá-los para a ascensão da carreira no local ou, no caso dos estagiários, uma possível efetivação.

O grande e mais comum erro que os profissionais fazem, aponta Oliveira, é chegar no novo emprego com a postura do anterior. O ritmo da empresa antiga, como ele lidava com os colegas e com seus superiores, alguns possíveis pontos negativos do dia a dia, como chegar atrasado ou sair mais cedo. “Ter o vício da rotina é ruim, pois é preciso mostrar eficiência e pró-atividade e aproveitar que é novo para dar opiniões, pois tem uma nova visão de prováveis pequenas falhas que os outros não percebem no dia a dia”, afirma Oliveira.

Ter medo de perguntar também é outro deslize frequente. “Melhor perguntar do que deduzir. Também mostrará interesse em aprender rápido o seu trabalho e saber sobre a empresa”.

O novato é o chefe
Conquistar o chefe é difícil. Imagine se o novo profissional é o próprio chefe e o dever não é conquistar um, mas vários empregados. “Muitos subordinados têm aversão à nova chefia, seja por falhas da gestão anterior, ou por um chefe muito querido pela equipe que foi demitido”, explica Oliveira.

O que se deve fazer nessa situação, é se apresentar: mostrar como trabalha, quais seus objetivos na empresa, o que espera da equipe, tópicos relevantes para uma boa convivência e para deixar claro o que o chefe espera dos empregados.

“Se for uma equipe pequena, o melhor a fazer também é conversar com cada um e ver o que ele gosta do trabalho, o que ele espera da empresa, quais os objetivos profissionais, quais suas funções e se gostaria de mudar para outra área da empresa. Assim, mostrará que o chefe está preocupado com seus subordinados e eles, por sua vez, se sentirão mais à vontade para contar a um novato suas experiências e expectativas sem ter medo de repressão”, aconselha a consultora.

Link:
http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego/noticia/2502844/Emprego-novo-Saiba-que-fazer-para-impressionar-chefe-equipe

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Relações Humanas no Trabalho do Promotor de Vendas

Quarta-feira, 25.07.12

Por Júlio César Santos* | Comunidade Mais

Ao longo dos tempos esse termo vem sendo utilizado para se referir às Relações Interpessoais; ou seja, ao relacionamento entre as pessoas. Mas, no atendimento às reivindicações do cliente, o Promotor de Vendas exerce um papel preponderante nas relações com os varejistas, uma vez que eles representam a imagem da sua organização no momento da sua visita às lojas comerciais.

Porém, algumas pessoas talvez não sejam capazes de praticá-las na sua plenitude, pois muitas delas apresentam comportamentos incompatíveis com o tema:

A) Não ouvem tão bem quanto falam; 

B) Interrompem os outros quando falam; 

C) São agressivas; 

D) Impõem suas próprias idéias;

E) Não compreendem as outras pessoas além do seu próprio ângulo de visão.

Dessa forma, existem certas habilidades que o Promotor de Vendas pode desenvolver para melhorar o processo de relacionamento com seus clientes e até mesmo colegas de trabalho. Por isso, ele deve sempre ter em mente a grande importância do bom relacionamento com seus clientes, atentando para os seguintes cuidados:

- Respeito Humano: o Promotor de Vendas deve considerar que está se relacionando com outro ser humano, o qual tem defeitos e qualidades como nós mesmos; e se conduz segundo determinada escala de valores. Portanto, devemos tratá-los como gostaríamos de ser tratados.

- Demonstre interesse: por mais diferente que seja uma pessoa da outra, cada um de nós precisa que se interessem por nós e nossos possíveis problemas.

- Saiba ouvir: temos que dar tempo às pessoas para que elas possam nos informar sobre elas mesmas, seus interesses e seus problemas. Por isso, devemos saber ouvir com atenção e interesse.

- Não se considere o dono da verdade: por mais que conheçamos sobre um assunto, mesmo que vivamos 200 anos, ainda haverá uma enormidade de aspectos que desconhecemos. E ainda, como poderemos ter a ousadia de nos considerar como os únicos corretos, ou mesmo considerar que apenas nós somos capazes e competentes?

- Não seja agressivo, ofensivo, descortês: há um ditado popular que afirma que “a primeira imagem é a que fica”. Se o primeiro contato for cordial, alegre e expansivo esta será a imagem que deixaremos para o outro. Mas, se no futuro adotarmos comportamento hostil, grosseiro e mal-educado sem dúvida aquela imagem será substituída por esta nova, com reais prejuízos para nós.

- Jamais tenha julgamentos finais ou definitivos: muitas vezes ouvimos alguém comentar: “Ele, para mim está queimado. Não insistirei mais. Não tem remédio mesmo”. Essas colocações não são válidas, pois se uma pessoa age de determinado modo frente à outra com segurança, houve anteriormente causas que a motivaram a proceder dessa forma. Causas essas que não existem quando ela se relaciona com outros. Além disso, com o tempo, poderemos vir a identificar ou conhecer o que causou aquele procedimento e, juntos, analisaremos e resolveremos o problema, tendo a satisfação de reconquistar a amizade ou, pelo menos, o respeito dessas pessoas.

*Sobre o autor: Julio César Santos é professor, consultor e palestrante. Articulista do Jornal do Commercio (RJ) e co-autor do livro: "Trabalho e Vida Pessoal - 50 Contos Selecionados" (Ed. Qualytimark, Rio de Janeiro, 2001). Por mais de 20 anos treinou equipes de Atendentes, Supervisores e Gerentes de Vendas, Marketing e Administração em várias empresas multinacionais de bens de consumo e de serviços. Elaborou o curso de “Gestão Empresarial” e atualmente ministra palestras e treinamentos “in Company” nas áreas de Marketing, Administração, Técnicas de Atendimento ao Cliente, Secretariado e Recursos Humanos. Graduado em Administração de Empresas, especialista em Marketing e Gestão Empresarial, com MBA em Marketing no Mercado Globalizado e complementação pedagógica.
E-mail: jcss_sc@click21.com.br  Telefones: (21) 2233-1762 | (21) 9348-4170 Blog:www.profigestao.blogspot.com

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por INESUL às 12:49

3 regras de ouro para um bom networking

Quarta-feira, 25.07.12

Nos países asiáticos, por exemplo, a tradição ensina que se você deseja negociar com alguém, primeiro deve estabelecer o contato social

Por Mark Dixon* | Administradores.com.br

O ditado 'não importa o que você sabe, mas quem você conhece', faz referência ao fato de que, muitas vezes, nos negócios as relações pessoais são mais importantes do que o conhecimento especializado. Eu não acredito que a chave do sucesso seja apenas conhecer as pessoas certas.

Pense nas pessoas aparentemente bem-sucedidas que se deram mal com a crise dos últimos quatro anos. Elas tinham os contatos certos, pelo menos, era o que pensavam. Faziam parte do sistema, mas não perceberam que estavam se isolando. E este é o desafio, além de fazer novos contatos, é importante avaliar estes relacionamentos e ponderar sobre novas ideias.

O networking no contexto comercial representa a interação social que busca por vantagens. Nos países asiáticos, a tradição ensina que se você deseja negociar com alguém, primeiro deve estabelecer o contato social, incluindo a troca de presentes. Os anglo-saxões, em grande parte, acreditavam que poderiam fazer negócios sem nenhum agrado e foi com atraso que perceberam a importância do networking.

A globalização minimizou essas diferenças culturais. Hoje por mais que tenhamos ampla capacidade de nos conectarmos, seja por meio do Twitter, Facebook ou videoconferência, é fácil nos sentirmos solitários. Ao atingir um determinado patamar, é possível escolher as pessoas com quem queremos conversar, excluir as demais e trabalhar por meios virtuais em muitas situações. O que pode transformar o networking em algo tão seletivo que deixa de funcionar como deveria.

Devemos nos esforçar para estarmos disponíveis. Saia na rua e veja ao seu redor. Utilize as mídias eletrônicas, fique conectado. Mas não se esqueça de conversar com a sua equipe e com pessoas de outras áreas, pois podem lhe ajudar a fazer ótimos contatos. O networking na dose certa faz com que você descubra o que seus clientes desejam e qual é a motivação das pessoas. Confira algumas dicas:

1. Envolva-se em todos os tipos de mídias sociais, de modo a ampliar suas conexões. Viaje para explorar novos mercados, conhecer possíveis clientes e ouvir conselhos de pessoas experientes em cada local. Converse com sua equipe e com amigos. Esteja aberto a encontros casuais que podem surgir depois de conferências em locais públicos. Mas lembre-se de que este é o estágio inicial, o de fazer novos contatos.

2. Crie laços. O networker bem sucedido deve conseguir relaxar e persuadir outras pessoas a fazerem o mesmo. O que é impossível se você estiver muito determinado em vender algo ou ganhar uma discussão. Pessoas extrovertidas são legais, mas ser muito determinado pode fazer com que o outro fique na defensiva. Respeite as pessoas, ouça , dê a elas a chance de se expressarem. É impossível fingir: tenha a mente aberta, cultive a capacidade de escutar e aprender. Seja paciente e as oportunidades irão surgir.

3. Dê prosseguimento. Entregar apenas um cartão, não convence. Se existe uma oportunidade de negócio, este é o momento de ter iniciativa. Reflita no que a pessoa está interessada, envie um e-mail, ofereça algo, convide para um evento, e se houver dúvidas, procure esclarecê-las. Um bom networking se constrói com interação pessoal e respeito.

*Sobre  autor: Mark Dixon é CEO e fundador do Grupo Regus.

Link:
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/3-regras-de-ouro-para-um-bom-networking/57360/

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por INESUL às 12:48

Os 8 erros da mudança

Quarta-feira, 25.07.12

Por Alessandra Assad - alessandraassad.com.br

 
Ela pode aparecer como um processo de reengenharia, pode ser a redução de custos através de corte de pessoal (downsizing). Muitas vezes, ela se disfarça de transformação cultural. E, em determinadas oportunidades, vem como uma fusão ou como uma aquisição. Existem infinitas formas de mudanças internas que, por sua vez, respondem a mudanças externas. Mas em que tipo de cultura as mudanças têm mais chances de apresentarem sucesso?
 
Quem responde essa e outras questões é o professor de Liderança da Harvard Business School, John P. Kotter, considerado um dos maiores especialistas em liderança da atualidade. O professor explica, em seu livro Liderando Mudança – Um Plano de Ação para Fazer as Coisas Acontecerem, que, de alguma forma, pelo menos no início, é mais fácil implantar a mudança em uma organização hierarquizada, vertical, porque a partir de uma posição de poder é mais simples atrair a atenção das pessoas e impulsionar esse tema. O problema é que, no final, o poder não serve para implantar uma mudança. 
 
Antes de se perguntar: “Onde foi que eu errei?” ou ficar pensando se está no caminho correto ou não, é importante saber que é natural que, durante o processo, cometamos algumas falhas que podem colocar toda a mudança por água abaixo. Reuni a seguir os 8 principais erros cometidos nas empresas apresentados e analisados pelo professor John Kotter:
 
1 – Não criar um sentido adequado de urgência entre os executivos e os funcionários
A maioria dos esforços bem-sucedidos de mudança tem início com a transmissão de forma abrangente de informações drásticas, principalmente quando se trata de crises em potencial ou oportunidades, que dependem do momento certo para que alcancem o sucesso. Por isso, o senso de urgência é crucial para se obter a cooperação necessária ao processo de implementação de mudanças. 
 
2 – Não criar uma aliança de orientação forte o suficiente
É preciso envolver a alta direção e formar uma equipe apoiada por ela para comandar a mudança. Para que a transformação seja bem-sucedida, é necessário que a alta cúpula se envolva de corpo e alma em todas as ações. Os esforços de mudança que não conseguem formar essa aliança podem até conseguir um progresso aparente durante um pequeno espaço de tempo, mas em breve a oposição se une e acaba com a mudança. 
 
3 – Subestimar o poder da visão corporativa
A empresa deve criar uma visão que ajude a direcionar os esforços de mudança. Além disso, precisa elaborar as estratégias para atingir essa visão. O autor destaca que em um processo de mudança, uma visão tem três finalidades: esclarecer a direção geral da mudança e simplificar milhares de decisões mais detalhadas; motivar as pessoas a agir na direção correta, ainda que os passos iniciais sejam dolorosos; ajudar a coordenar as ações de maneira rápida e eficiente. Para ele, a visão deve estar estreitamente vinculada à realidade; não se trata de fazer abstrações. Ela tem de ser desejável, realista, focalizada, flexível e fácil de comunicar. 
 
4 – Não comunicar a visão de forma maciça e adequada
É impossível a mudança acontecer se a maior parte das pessoas não estiver disposta a colaborar, até mesmo a ponto de fazer alguns sacrifícios em curto prazo. Normalmente, a visão é dez vezes menos divulgada do que deveria. 
 
5 – Não fomentar o empowerment
A empresa deve eliminar os obstáculos à transferência de poder e responsabilidade para os funcionários, modificar os sistemas ou as estruturas que atrapalhem a visão de mudança (pelos funcionários) e estimular a atitude (dos funcionários) de assumir riscos e de ter idéias e iniciativas não-convencionais.
 
6 – Não gerar resultados de curto prazo
Os compromissos com as vitórias de curto prazo mantêm o nível de urgência elevado e forçam um raciocínio analítico detalhado, que pode esclarecer ou reconsiderar visões. Sem ganhos de curto prazo, a maioria das pessoas desiste ou acabam se unindo àquelas que vêm resistindo à mudança. 
 
7 – Cantar vitória antes da hora
Até que as mudanças criem raízes profundas na organização, sempre há a possibilidade de regressão, portanto ao se cantar vitória antes do tempo, abre-se espaço para as forças poderosas da tradição. Não se pode dar por satisfeito logo com os resultados, deixando de consolidá-los para criar mais mudanças. 
 
8 – Não incorporar as mudanças à cultura da empresa
A empresa deve chegar a um patamar de desempenho melhor, com um comportamento orientado para o cliente e para a produtividade, através de mais e melhor liderança e uma gestão mais eficaz. O autor se refere mais especificamente ao comportamento e aos valores dos funcionários. Ele defende que a mudança só se estabelece mesmo quando se converte na “maneira de fazer as coisas” da empresa, quando circula nas veias corporativas. Se os novos comportamentos não estiverem firmemente enraizados nas normas sociais e nos valores compartilhados pela comunidade empresarial, vão se degradar, à medida que diminuírem as pressões associadas ao esforço de mudança. 
 
Por isso, é preciso mostrar às pessoas que as novas abordagens, comportamentos e posturas ajudaram a melhorar o desempenho, como também garantir que geração seguinte da alta gerência personifique a nova abordagem. Isso é importante porque cultura permeia as ações das pessoas e grupos. Então, se a mudança não é incorporada no cotidiano da organização, pode reverter à situação anterior.
 
No passado, ocorria uma grande mudança a cada 10 ou 20 anos, e em seguida havia outros tantos anos de relativa tranqüilidade, até que se estabelecesse novamente o caos. Agora, a mudança ocorre o tempo todo. Quando terminamos um processo importante de mudança, enfrentamos outras transformações, de modo que nunca estamos num período de calma absoluta. E se o ambiente de negócios continuar se modificando com essa rapidez, as empresas serão forçadas a mudar com maior freqüência e, certamente, perceberão que a única coisa permanente que existe é a mudança. 
 
 
Alessandra Assad é diretora da AssimAssad Desenvolvimento Humano. Formada em Jornalismo, pós-graduada em Comunicação Audiovisual e MBA em Direção Estratégica, é professora no MBA de Gestão Comercial da Fundação Getulio Vargas, Consultora Senior do Instituto MVC, palestrante e autora do livro Atreva-se a Mudar! – Como praticar a melhor gestão de pessoas e processos.
 
Link do artigo:

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por INESUL às 12:48

Os tipos de profissionais que o mercado precisa

Quarta-feira, 25.07.12

Por Eugênio Sales Queiroz | Consultores.com.br

Com o passar dos anos sabemos que o mercado de trabalho torna-se cada vez mais exigente ou mesmo cruel na qualificação dos profissionais.

A globalização esta mudando as regras o tempo todo, as exigências só vem aumentando nas últimas duas décadas e o profissional que não investir nas suas qualificações na certa vai ser ultrapassado rapidamente.

Mas quais os tipos de profissionais que o mercado de trabalho está necessitando?

O profissional flexível: pois com as constantes mudanças as pessoas precisam ter bom senso e boa vontade para adaptar-se rapidamente.

O profissional determinado: quem tem medo de perder o jogo, não pode entrar em campo. O profissional determinado é aquele que sabe que precisa jogar para ganhar mesmo as condições não sendo as mais propícias.

O profissional focado e generalista: focado para saber qual o seu ponto forte de atuação e generalista porque precisa atuar em diversas frentes de comandos.

O profissional bem informado:
 jamais na história da humanidade a informação foi tão importante para se avançar na carreira profissional. Informação nos tempos de hoje é Poder.

O profissional controlado emocionalmente: com as exigências de um mundo globalizado, quanto maior for o controle emocional do indivíduo maior a chance de sucesso.

O profissional atuante:
 porque ninguém suporta mais aquele tipo de profissional que espera as condições “favoráveis” para agir, isso porque, as condições nunca são totalmente favoráveis para que a pessoa possa agir. Ser atuante é estar disposto sempre para tomar medidas necessárias para que um problema seja resolvido rapidamente.

O profissional caráter: pois qualquer vacilo poderá colocar em risco a imagem da pessoa perante a sociedade. Honestidade ainda é um diferencial cobrado nos tempos de hoje.

Essas são apenas algumas características importantes que todo profissional precisa desenvolver ou aprimorar para que o tão desejado sucesso possa ser uma constante em sua vida.

Releia o texto e veja quais as características acima você precisa desenvolver melhor em sua carreira.

Sucesso e avante sempre.

Link:
http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=887

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por INESUL às 12:47

O céu é o limite: veja 7 dicas para acelerar o desenvolvimento da carreira

Quarta-feira, 25.07.12

Por Viviam Klanfer Nunes | InfoMoney
 
SÃO PAULO - É hora de partir para o próximo nível. Se você estiver se sentindo acomodado, estagnado, e, principalmente, sem desafios, é o momento certo da reviravolta. Você sabe o que fazer para acelerar o desenvolvimento da sua carreira?

Se não houver oportunidades de crescimento na empresa em que estiver atuando, o emprego melhor – mais desafiador – pode estar em outro lugar. A sugestão é vasculhar o mercado atrás de uma posição que realmente lhe desafie e permita seu crescimento.

Embora seu emprego esteja garantido, ficar acomodado não vai ajudar no desenvolvimento da sua carreira. Pensando nisso, listamos algumas dicas para sair do comodismo e colocar sua carreira no rumo certo. Observe.

1.Converse com seu chefe/gestor - o primeiro passo para avançar na carreira é sentar com seu chefe e ter uma conversar madura e o mais direcionada possível. Ou seja, diga quais são seus objetivos e mostre que você quer que seus resultados caminhem de encontro com os objetivos da empresa.

Seu chefe irá respeitá-lo e ajudá-lo a seguir no caminho certo.

2.Peça mais trabalho - algo que pode aumentar bastante seu valor para a empresa é acumular um bom volume de responsabilidades. Portanto, peça mais trabalhos e esteja disponível para ajudar outros departamentos e equipes.

Lembre-se que quando você mostra interesse em ter mais trabalho, você também está demonstrando que tem interesse em ajudar seu departamento e a própria empresa a chegar ao sucesso.

3.Aprimore suas habilidades para lidar com pessoas - assim como o conhecimento técnico, ter habilidade para lidar com pessoas pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento da sua carreira. Aqueles que possuem habilidades interpessoais conseguem mais facilmente ganhar o respeito tanto dos seus superiores quando dos pares.

Essas habilidades, inclusive, podem chamar a atenção de todo tipo de profissional que, por sua vez, poderão futuramente lhe abrir portas. Por tanto, seja simpático, extrovertido e tenha uma boa apresentação pessoal. Ouça com atenção o que as pessoas falam e desenvolva uma comunicação clara e eficaz.

4.Seja inovador e criativo - para acelerar o desenvolvimento da sua carreira será muito importante ser um profissional inovador e criativo. Nunca tenha medo ou receio de pensar ‘fora da caixa’. Ponha sua perspicácia para funcionar. Fique à procura de soluções criativas para problemas que vão fazer você - e seu chefe – se destacarem.

5.Procure um mentor - procure profissionais, tanto dentro da sua empresa quando fora, que possam ser seus mentores. O objetivo é encontrar pessoas com bastante conhecimento e experiência de mercado que possam mostrar o melhor caminho para sua carreira.

6.Mantenha-se atualizado - conhecimento faz grande diferença no desenvolvimento da carreia. Portanto, investir em cursos deverá fazer parte dos planos de quem quer crescer. Vale a pena observar o mercado e descobrir o que os profissionais da sua área estão fazendo. O objetivo é igualar seu currículo ao deles ou mesmo se superar.

7.Promova-se – conhecimento é importante, mas não é tudo. Os profissionais devem saber se auto promoverem no trabalho. Embora tenham competências e conhecimentos, também é importante cuidar da sua imagem e ter contato com pessoas importantes e influentes, que possam ajudar no desenvolvimento da sua carreira.

Link:
http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2495915-ceu+limite+veja+dicas+para+acelerar+desenvolvimento+carreira

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por INESUL às 12:47

De qual tipo de conhecimento você precisa?

Quarta-feira, 25.07.12
Procure identificar o conhecimento e ferramentas mais importantes para seu momento profissional e não se esqueça de cultivar sua mente como um todo de vez em quando
 
Por Fábio Zugman* | Administradores.com.br
 
Na coluna dessa semana, a leitora Jaqueline Rodrigues nos pergunta: "Como me manter atualizada neste mundo tão dinâmico?"Antes, preciso contar que sempre gostei muito de estudar sobre inovação e criatividade (o que me levou a escrever dois livros sobre o assunto). Eu era o tipo de jovem nerd que se ouvia na escola que os romanos tinham dominado o mundo, ia estudar quais avanços e tecnologias permitiram que eles fizessem isso (a resposta rápida, aliás, é a organização e treinamento dos exércitos somados ao uso de estradas para transporte de pessoas e alimentos).
 
Então, gostaria de começar respondendo sua pergunta da seguinte forma: não se desespere. Em todas as eras, todas as gerações sentiram que seu mundo estava mudando. Imagine o que era, por exemplo, numa época em que a maioria das pessoas nascia e morria sem nunca ter saído do mesmo local, ouvir falar da descoberta de continentes inteiros feitas por embarcações gigantes. Cada inovação trouxe a sensação de que o mundo estava mudando rapidamente para os habitantes de sua época. Das bússolas e mapas que permitiram que esses barcos se distanciassem da costa e navegassem oceanos, ao motor a vapor que tornou as viagens mais rápidas e seguras... Imagine o assombro das pessoas que viram o primeiro avião, que escutaram a voz ser transmitida de um lugar para o outro através do rádio... O que não faltam na história humana são descrições de como o mundo está mudando cada vez mais rápido.
 
Em nossa era, temos nossas próprias inovações. Quando as pessoas falam em como o mundo está mudando costumam se referir às tecnologias de informação. Se você tem um smartphone, você tem no seu bolso mais poder de processamento que os computadores que estavam no foguete que levou o homem à lua. Quando olhamos para um setor que está mudando rapidamente e impacta nossas vidas, como é o caso da internet, nossa tendência é esquecer o tanto de coisas que permanecem mais ou menos iguais à nossa volta. Apesar de alguns avanços, por exemplo, a tecnologia do uso de carros para transporte urbanos continua mais ou menos a mesma desde o seu início. Apesar de inovações como motores híbridos e elétricos, a maioria de nós continua usando motores de combustão que funcionam mais ou menos da mesma forma que seu projeto original. Continuamos comprando carros para nos levar de um canto a outro. Os engarrafamentos cada vez maiores nas cidades do mundo inteiro são prova de que, apesar de uma ou outra boa idéia, ainda não existe uma inovação realmente efetiva na área de transporte urbano.
 
O primeiro ponto, então, é colocar as coisas em perspectiva: o mundo sempre estará mudando em algumas áreas. Por outro lado, sempre permanecerá mais estável em outras. Afinal, continuamos usando gravatas em algumas ocasiões sociais – seja lá para que elas servirem.
 
Essa perspectiva histórica serve para diminuir um pouco a ansiedade que vejo tomar conta de muitos profissionais. Tenha calma. Por mais que as coisas mudem, outras pessoas já passaram por isso. Todas as gerações têm seus desafios e suas rápidas mudanças.
 
Do ponto de vista individual, a questão então é: "como lidar com o mundo à nossa volta?". Eu não gosto muito de falar de "teoria versus prática". Então vamos colocar a questão como um equilíbrio entre um "aprendizado clássico" e "aprendizado técnico".
 
O aprendizado clássico inclui aquelas matérias "tradicionais", que existem mais ou menos desde que o mundo é mundo: línguas, matemática, história, filosofia... Nenhum profissional será penalizado por ter um bom domínio de sua língua nativa, conhecer a "língua" da matemática ou estudar outros campos mais amplos do conhecimento. Pelo contrário, esse tipo de conhecimento é o que costumamos usar para dizer ou julgar se alguém é "culto" ou não. A obtenção de um aprendizado clássico lhe abrirá novas portas que vão desde novas formas de pensar, se expressar e se comunicar até um melhor entendimento de fenômenos e questões do dia a dia: um bom domínio de matemática pode lhe dar o pensamento abstrato ideal para entender uma nova ferramenta assim que ela é lançada no mercado, enquanto uma perspectiva histórica pode lhe trazer lições de cunho pessoal e organizacional de onde pessoas venceram e falharam no passado, te ajudando a criar novas estratégias para lidar com seus concorrentes, por exemplo.
 
O outro lado é o conhecimento técnico: o conjunto de ferramentas que lhe ajudarão a exercer a profissão que escolheu de forma cada vez melhor. Cada profissão tem os seus desafios. Mas se pararmos para pensar, se soubermos o que realmente queremos, é possível sim se manter atualizado na área que escolhemos.
 
A questão, Jaqueline, é não se desesperar e escolher bem aonde investir seu tempo. Eu diria que é preciso sempre buscar uma melhoria do lado dos "clássicos", lendo, estudando algum campo científico de seu interesse, fazendo alguma arte e assim por diante. Por outro lado, é preciso saber escolher para onde olhar quando falamos em conhecimento técnico. Cansei de encontrar profissionais com dois ou três MBAs em temas parecidos que, quando questionados porque estudaram a mesma coisa diversas vezes seguidas, não conseguiram elaborar uma resposta.
 
Procure identificar o conhecimento e ferramentas mais importantes para seu momento profissional e não se esqueça de cultivar sua mente como um todo de vez em quando. Apesar de que daqui a cem anos nossos netos provavelmente vão olhar para nós e se perguntar como vivíamos em um tempo tão lento, aposto que essas duas atitudes continuarão sendo um bom conselho.
 
*Sobre o autor: Fábio Zugman é consultor de empresas, autor de diversos livros, entre os quais "Empreendedores esquecidos" e "Administração para profissionais liberais". Em sua coluna no Administradores.com, ele fala sobre empreendedorismo, inovação e criatividade, respondendo perguntas dos leitores.

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por INESUL às 12:46

A difícil tarefa de controlar os ânimos

Quarta-feira, 25.07.12
Passar por situações difíceis no trabalho acontece com qualquer um, mas contornar a situação e manter a calma é para poucos


Por Yngrid Paixão | Empregos.com.br

 
Tanto no nosso dia-a-dia como no nosso trabalho, estamos sujeito a passar por situações desagradáveis, mas nem sempre conseguimos manter o controle, afinal, somos seres humanos e existem dias que estamos bem e outro nem tanto. Mas o fato é que no ambiente de trabalho esse descontrole emocional pode atrapalhara muito.
 
Seja por alguma pressão, perdas de prazo, objetivos não atingidos, broncas desnecessárias, em algum momento da vida profissional nos deparamos com alguma situação desagradável na qual manter o controle a opção mais difícil, apesar de correta.
 
Ninguém consegue resolver nada de cabeça quente, além do que, muitas vezes dependemos do nosso trabalho e qualquer passo em falso em situações delicadas, como as de conflito, o maior prejudicado pode ser a gente.
 
Mas como devemos agir nessas horas sem causar danos no nosso emprego e sair dessa difícil situação de uma forma, digamos, menos tensa?
 
- A primeira dica é a mais difícil, manter a calma e procurar não agir enquanto o pico de nervosismo insistir em te perturbar;
 
- Tente manter certa distância entre o problema e o emocional, seja lógico e objetivo;
 
- Mantenha além do controle emocional, o respeito e a classe. Não troque ofensas;
 
- Estude bem cada palavra antes de pronunciá-las, para não correr o risco de ser mal interpretado;
 
- Mantenha o foco no trabalho e analise a fundo o problema, assim você mostrará interesse em solucionar o problema;
 
No fim das contas, poderá até perceber que de certa forma aquele momento de nervosismo foi algo positivo, pois muitas vezes ele ajuda a desenvolvermos um lado mais profissional de ser, além de estimular a inovação e autocontrole. Afinal, conflitos é algo natural em qualquer lugar!
 
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por INESUL às 12:46

Papel do Líder Coach: Fornecer as respostas ou ajudar a pensar?

Quarta-feira, 25.07.12
Por Alberto Pirró Ruggiero | Consultor MOT
 
O Coaching é um processo altamente focado que libera o potencial e maximiza o desempenho dos indivíduos. É um sistema formal que tende a produzir mudanças positivas e duradouras quando bem utilizado. Conduzido confidencial e individualmente, o coaching é uma oportunidade de visualização clara dos pontos individuais, de aumento da autoconfiança e do rompimento de barreiras de limitação, para que as pessoas possam conhecer e atingir mais do que o seu potencial imaginário.
 
Muitos profissionais podem exercer as atividades de coaching profundamente presos a uma mentalidade mecanicista, dicotômica, projetiva, racional e assim prejudicam mais do que ajudam. Portanto tenha atenção para este crucial aspecto da mentalidade com a qual as metodologias são exercidas, cuidado com os modismos.
 
O Líder-coach não é um super-herói, não é obrigado a saber tudo e muito menos precisa ter todas as respostas, aliás, o trabalho do Líder-coach não é dar respostas prontas, a chamada receita do bolo, e sim, fazer o colaborador pensar, refletir e reexaminar suas ações e resultados, para que o próprio encontre suas respostas.
 
O Líder-coach é o facilitador para a inserção pessoal dos membros de sua equipe, possibilitando novos insights, visualizando com clareza o estágio atual, o estágio que desejam alcançar e como alcançar. O Líder-coach guia sua equipe à realização, fazendo com que ela defina objetivos e ações para alcançá-los.
 
O Líder-coach ajuda a modificar o padrão mental e manter a mudança. Mudar é fácil. Como o escritor e humorista americano Mark Twain uma vez falou, "Parar de fumar é fácil, eu faço isso todos os dias". Manter a mudança é o problema, os hábitos antigos tentam te levar de volta. O Líder-coach ajuda a manter a mudança que você quer.
 
Os desafios são vários, desde uma pequena mudança, como por exemplo, ir por um caminho diferente ao trabalho, ou mais desafiadora, como trazer à tona um conflito com um superior ou colega no trabalho. O colaborador é o responsável pelos resultados que ele consegue no coaching. O Líder-coach ajuda, mas os sucessos e conquistas são do colaborador.

Link: http://www.motvirtual.com.br/artigos.php?id=42

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por INESUL às 12:45

Armadilhas da Percepção: Quais as Implicações no Cotidiano Organizacional?

Quarta-feira, 25.07.12
Por Alberto Pirró Ruggiero - Consultor MOT | motvirual.com.br
 
Não há no mundo duas pessoas que tenham exatamente a mesma reação, interpretação e interação do que percebem. Nossos sentimentos refletem a maneira como nós percebemos o mundo e surgem através das nossas experiências emocionais, se desenvolvendo ao longo da nossa história.
 
A questão é que quando exigimos que os outros vejam as coisas como nós a vemos, sem que haja uma base comum de entendimento do que está sendo observado, abrem-se as portas para o conflito interpessoal, emergindo como elemento que influencia o cotidiano das relações de trabalho. A inabilidade no trato das diferenças de percepção geram mal-entendidos que contribuem para reforçar um comportamento disfuncional mantido por boatos, fofocas, rumores e incidentes baseados parcialmente em fatos e muito em falsas impressões. Como resultado, os membros de uma determinada equipe experimentam frustração, irritação, raiva e insatisfação, ocasionando comportamentos não desejados no trabalho.
 
Na psicologia, o estudo da percepção é de extrema importância porque o comportamento das pessoas é baseado na interpretação que fazem da realidade e não na realidade em si. Por este motivo, a percepção do mundo é diferente para cada um de nós, cada pessoa percebe um objeto ou uma situação de acordo com os aspectos que têm especial importância para si própria.
 
Há pessoas que agem em função de como percebem a realidade e não em função de como realmente a realidade é. Além das características individuais, há outras duas dimensões que podem diferenciar o modo como cada um percebe, ou seja, podem referir-se àquilo que está sendo observado e, ainda, à situação em que a percepção se dá.
 
Sob o aspecto individual, a percepção se forma levando em conta as crenças, valores, características de personalidade, motivações e experiências anteriores, dentre outros, servindo de base para o histórico de vida da pessoa.
 
Trazendo esses conceitos para o mundo das organizações, a questão a ser refletida é: como esse tema impacta os profissionais das diversas gerações (baby-boomer, X e Y) que trabalham em conjunto nas empresas e como influenciam os resultados obtidos, tendo em vista não apenas o valor que cada geração dá ao significado do trabalho, como também suas respectivas percepções sobre as diversas esferas da vida?

Link:
http://www.motvirtual.com.br/artigos.php?id=41 
 

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por INESUL às 12:45

5 formas de negociar prioridades

Quarta-feira, 25.07.12
Por Christian Barbosa* | Blog HSM
 
Seja com seu chefe, colega de trabalho ou cliente é importante ter clareza do que é prioritário de ser feito, caso contrário tudo vira urgente e você acaba se perdendo.
 
Na experiência que estou fazendo de acordar mais cedo, para aumentar o nível de resultado, é nítido nos comentários das pessoas que estão aderindo à experiência que eles conseguem melhorias, pois simplesmente nessa hora adicional eles focam em prioridades reais, sem ninguém atrapalhar.
Selecionei cinco formas de você negociar e estabelecer prioridades. Claro que o assunto não termina aqui, mas é um bom começo.
 
1 – Tenha controle do seu dia
Não adianta querer priorizar se você não tiver um planejamento. São coisas ligadas, mas que acontecem em uma ordem. Primeiro eu preciso puxar da cabeça tudo que tenho para fazer, depois eu planejo isso nos próximos três ou cinco dias e, daí, eu priorizo diariamente o que deve ser feito primeiro e depois. Se você não sabe o que deve fazer e ficar apenas recebendo e-mails ou lembranças te dando ordens do que fazer você não vai conseguir priorizar de forma eficaz.

2 – Antecipe ao máximo
Sempre que possível não espere a prioridade virar urgência para fazer. Quanto mais antecedência você tiver, mais flexibilidade terá na hora de definir o momento certo de execução. Adiar uma prioridade que tem prazo para um momento de melhor performance pessoal é super saudável, o problema é quando você tem de fazer a prioridade porque é o limite da entrega.

3 – Negocie prioridades antes de serem urgências
Se você sabe que algumas prioridades dependem de terceiros, não espere que eles lembrem da prioridade na última hora. Você não pode mudar o modo das pessoas se planejarem, mas o seu planejamento pode inferir na boa produtividade de toda a equipe. Pequenos e-mails de lembrete ou de oferecimento de ajuda ajudam a relembrar a tarefa.
 
4 – Negocie com seu chefe
Eu não aceito quando delego uma tarefa e a pessoa simplesmente retorna: “não dá pra fazer”. Não dá por que? Quais as prioridades? É bem diferente quando eles chegam e falam: “Eu estou com essas prioridades na semana. O que você acha que deve ser priorizado?”. O líder tem de saber o que é prioritário. Ele junto com você pode negociar as prioridades e os prazos. Haverá dias que vai precisar de “tempo extra”, mas na maior parte dos casos deverá ser possível ajustar.
 
5 – Negocie com base no resultado
Se tiver dúvidas do que deve ser priorizado, eu sugiro “elevar” o questionamento para as metas, momento, visão ou missão da empresa. Precisa aumentar o faturamento? Priorize as atividades de faturamento. Precisa aumentar a qualidade de serviço? Priorize o atendimento ao cliente. Priorizar significa dar uma ordem de execução, não esquecer a atividade. Por isso, saber o momento certo de fazer se torna imprescindível nessa decisão.
 
Até a próxima!
 
Use seu tempo com sabedoria.
 
*Sobre o autor: Christian Barbosa é empreendedor, palestrante especialista em produtividade e diretor executivo da Triad PS. Autor de 5 livros – entre eles: A Tríade do Tempo e Equilíbrio e Resultados. www.christianbarbosa.com.br

Link:
http://www.hsm.com.br/blog/2012/07/5-formas-de-negociar-prioridades/ 

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por INESUL às 12:44

Como fazer Marketing de baixo custo

Quarta-feira, 25.07.12

Por Alessandro Basile* | Mundo do Marketing

 
Vou abrir a série de posts  com dicas muito práticas e de fácil implantação para a grande maioria das PMEs brasileiras. A cada período publicarei novas. Acompanhe!
 
Mesmo com poucos recursos, mas com criatividade e determinação, é possível desenvolver um plano de Marketing, com ações que contribuam para o crescimento dos negócios. Empreendedores buscam, cada vez mais, técnicas de Marketing adaptáveis às características de seu mercado por razões muito simples: concorrência feroz, queda na margem de lucro, globalização, entre outras situações. Neste mercado cada vez mais concorrido, a empresa que estabelece meios de comunicação com seus clientes melhora sua exposição e imagem, amplia seu mercado e aumenta seu faturamento.
 
Sendo assim, descrevo abaixo algumas dicas simples de como o pequeno e médio empreendedor poderá se diferenciar da concorrência adotando técnicas que denominamos Marketing de baixo custo:
 
Marketing em casa
Monte um pequeno grupo de Marketing com os funcionários da empresa. Faça reuniões para colher ideias, discutir lançamentos de produtos e definir ações rápidas que possam ser conduzidas internamente. Outra alternativa interessante é terceirizar o seu “departamento” de Marketing, da mesma forma que você terceiriza sua contabilidade.
 
Por experiência, garanto que muitos dos pequenos e médios empresários estão vivendo em outro mundo quando se trata de Marketing. Com exceção de alguns poucos empreendimentos que surgiram bem planejados e capitalizados, a grande maioria vem trabalhando com conceitos ultrapassados de Marketing e com isto se frustrando e perdendo dinheiro.
 
Para não se frustrar veja abaixo mais uma dica. Vamos começar pelo básico:
 
A Imagem do seu negócio
Mais importante do que você pensa sobre a sua empresa é o que seus clientes pensam dela. E dificilmente a imagem que temos da nossa empresa é a mesma que os outros têm. A questão é que, se os clientes veem a sua empresa de uma maneira negativa, é isso que ela será, mesmo que você discorde totalmente da opinião deles.
 
Alguns fatores que contribuem para a formação da imagem de sua empresa são a qualidade de seus produtos ou serviços, um bom dia mal-humorado de sua recepcionista, o logotipo e ainda costumo dizer que até o desodorante vencido de seu boy comunica. Fique atento!
 
*Sobre o autor: Alessandro Basile é empresário da área de comunicação há mais de 10 anos, publicitário, com pós-graduação em Comunicação com o Mercado pela ESPM e Consultoria Gerencial pela FGV. Com mais de 20 anos de experiência profissional, atuou como executivo de marketing em importantes grupos privados nacionais. Atua desde 1999 na área de Marketing para Pequenas e Médias Empresas, atendendo mais de 150 empresas de diversos setores. Autor de artigos e Cases voltados a Pequenas e Médias empresas.
 

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por INESUL às 12:44

A comunicação efetiva

Quarta-feira, 25.07.12

 

- Será que de fato, comunicamos exatamente o que queremos?

 

Muitas pessoas confundem a comunicação com o simples fato de terem dito alguma coisa; entretanto, a comunicação se processa efetivamente quando o outro compreendeu exatamente o que estamos transmitindo.

 

Isso ocorre porque aquilo que ouvimos é decodificado conforme nossa escala de valores; cultura, crenças, capacidades e até o momento psicológico.

 

Além dos critérios do receptor, há a maneira como as informações são transmitidas. Um tom agressivo, gestos inadequados ou uma expressão irônica, podem reduzir a atenção ou o interesse do outro.

 

Para haver uma efetiva comunicação, aparentemente tão fácil, além de considerar a linguagem e a gramática, sugerimos levarem em conta alguns outros detalhes e recursos:

 

- A comunicação se processa, de fato, quando o outro compreendeu exatamente aquilo que foi dito. Para testarmos a compreensão do outro, a melhor maneira é perguntar o que ele compreendeu;

 

- Desenvolver e exercitar a empatia que é a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, entender seus bloqueios, vocabulário, nível cultural etc;

 

- Uso de recursos técnicos, tais como uma voz bem administrada, com um volume adequado, boa tonalidade e dicção clara, além da expressão da emoção adequada ao conteúdo da fala;

 

- Uso de gestos, do corpo, da expressão facial e corporal condizentes com o conteúdo;

 

- Idéiam bem organizadas sendo explanadas dentro de uma estrutura lógica, com começo, meio e fim, evidenciando o objetivo da fala;

 

- Uso de ilustrações, notadamente em situações de vendas, negociações, treinamentos e palestras;

 

- Memória treinada e bem desenvolvida, instrumento poderoso gerador de brilhantes apresentações, além de propiciar segurança ao comunicador.

 

Em síntese, para ser um excelente comunicador, para falar bem, com clareza, técnica, elegância e naturalidade e ser, de fato, compreendido, é fundamental haver um profundo respeito pelo outro. Somente assim haverá a empatia necessária para, cada vez mais, haver um melhor entendimento entre as pessoas.

 

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por INESUL às 12:43

Política pessoal: no ambiente corporativo, até seu aperto de mão diz muito sobre você

Quarta-feira, 25.07.12
Por Viviam Klanfer Nunes | InfoMoney

 

SÃO PAULO - Existe uma exaustiva discussão sobre se o que pesa mais, no mundo corporativo, é o conhecimento técnico ou as aparências, ou seja, sua forma de falar, agir e tratar as outras pessoas. Sobre esse assunto, Kathleen Kelley Reardon, autora do livro ‘Política Pessoal - Como vencer em um mundo onde trabalho duro e talento não são suficientes’, acredita que é importante administrar com eficiência as percepções que os outros têm sobre você.

 

E, para isso, há uma série de dicas a ser seguidas. Em seu livro, a autora estabelece algumas estratégias para criar e manter o poder, pensando nas aparências, nas formas de se relacionar com os outros profissionais e na comunicação que desenvolvemos no mundo corporativo.

 

Sobre a forma como os profissionais se posicionam, Kathleen observa, por exemplo, que um simples aperto de mão diz muito sobre a pessoa. “Um aperto de mão de fraco implica indecisão e baixa auto-estima”, diz. Por outro lado, o cumprimento dos poderosos são firmes e são acompanhados de um olhar direto.

 

Veja as dicas da autora sobre aspectos ligados as aparências, relacionamentos e comunicação:

 

Aparências

 

- Impressões: construa e administre sua reputação;

 

- Ambiente: cuide da decoração de seu escritório ou de sua área de trabalho;

 

- Credibilidade: procure conquistar o respeito e a confiança de seus colegas;

 

- Compromisso: mantenha-se ativo e ocupado, mas não demonstre estresse;

 

- Carisma: mostra-se agradável e bem humorado;

 

- Valor: estabeleça relações entre suas tarefas e as metas da empresa.

 

Relacionamentos

 

- Atração: faça com que as pessoas gostem de trabalhar com você (ou para você);

 

- Exemplos de postura: aja como as pessoas importantes da sua empresa;

 

- Banco de favores: lembre-se do valor da reciprocidade;

 

- Mentores: procure bons orientadores;

 

- Influência: aproxime-se de pessoas poderosas que impulsionem sua carreira.

 

Comunicação

 

- Controle de informações: tenha cautela ao fornecer informações para os outros;

 

- Condução da conversação: evite hábitos prejudiciais e desvios de assunto;

 

- Estilo: ajuste seu estilo, sempre que necessário, para ajudar a comunicação;

 

- Abertura: procure ouvir mais do que falar;

 

- Flexibilidade: mantenha-se aberto a formas novas e criativas de atingir suas metas. 

 

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por INESUL às 12:43

Aprendizagem informal: alternativa aos processos tradicionais de treinamento

Quarta-feira, 25.07.12

Por Alberto Pirró Ruggiero - Consultor MOT

 

Tem crescido o interesse das empresas sobre a aprendizagem informal, um conceito que existe desde os primórdios da humanidade mas que só agora vem sendo debatido com mais ênfase devido a vários desafios que as organizações atravessam atualmente como: menor tempo disponível dos participantes; mais abrangência/massa crítica a ser treinada; maior engajamento do público-alvo; menor custo; público-alvo mais exigente; e conflito permanente entre importância do treinamento x trabalho.

 

A partir das turbulências do mercado financeiro americano em 2009 a American Society for Training and Development (ASTD) realizou um estudo denominado Informal Learning no qual Tony Bingham, o presidente dessa entidade, observou que, desde famílias compartilhando histórias em torno de uma mesa de jantar, a um trabalhador enviando um e-mail para ajudar um colega na solução de um problema, a aprendizagem informal é uma ocorrência frequente em quase todos os momentos da nossa vida.

 

Bingham contou, também, que a aprendizagem informal começou quando, no início da civilização, os seres humanos repassaram seu conhecimento a respeito da arte de fazer ferramentas de pedra. Os métodos de aprendizagem informal, no entanto, mudaram muito ao longo dos anos. Essa alternativa é mais facilmente aceita, agora, devido à disponibilidade de novas tecnologias voltadas ao compartilhamento do conhecimento.

 

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por INESUL às 12:42

Recuar não significa desistir

Quarta-feira, 25.07.12

 

Apesar de passados muitos séculos à vontade de crescer e vencer ainda continua sendo a mola propulsora do ser humano. Claro que através de meios menos drásticos.

 

Aprendemos desde cedo a não desistir de nossos objetivos e convicções. A sociedade em geral trata isso como sinônimo de caráter, mas temos que tomar cuidado para não passarmos por teimosos, alem disso, dar murro em ponta de faca é perda de tempo. Não estou dizendo que devemos desistir de objetivos difíceis, muito pelo contrário. Mas às vezes é preciso saber o momento certo de recuar, repensar a estratégia e fazer uma bela reciclagem de si mesmo ou de sua equipe.

 

Para isso necessitamos reavaliar os caminhos que estamos trilhando e se estão ou não estão na direção certa, e fazer disso uma rotina. O que precisamos fazer para corrigir os erros de trajeto? Temos que mudar nossa compreensão, nossos valores, nossos costumes, nossos comportamentos?

 

Em primeiro lugar, se chegamos à conclusão que tomamos um caminho errado no passado, como devemos agir?...Certamente parar, e reavaliar qual deveria ser o caminho correto.

 

Isso exige muita coragem, olhar para traz e admitir que estava na trilha errada, que a escolha que fez está lhe afastando cada vez mais do caminho pretendido, com certeza causa uma grande dor. , mas é necessário para que voce realinhe seu caminho aos seus objetivos.

 

Cada homem e mulher possuem metas pessoais, ideais que trazem dentro de si. Trazê-los à tona, não deixar que estes projetos íntimos fiquem engavetados, empoeirados pelo tempo, se constitui na tarefa do momento. Aquele, porém, que detém seu pensamento nas dificuldades, já perdeu uma parte da batalha que um dia será travada.

 

Uma das causas de fracasso mais comuns é o hábito de desistir, quando se é acometido de derrota temporária. Todos são culpados, desse erro, numa ou noutra ocasião.

 

Todos os gurus do sucesso são unânimes em dizer que você não pode desistir nunca. Para alcançar o sucesso você tem que persistir no fracasso, no ceticismo, nas rejeições, e em todas as outras coisas negativas da vida. Você deve ter ouvido o dizer que o sucesso é uma viagem, não um destino. Na viagem do sucesso, a única vez que você com certeza não é um sucesso é quando você desiste da viagem.

 

A vida sem objetivos bem delineados se asseme-lha a barco em alto mar e sem leme, à mercê dos ventos e das tempestades, apenas aguardando o momento do naufrágio.

 

Primeiro entenda que mesmo que suas intenções sejam as melhores, seus objetivos podem precisar ser revistos. Você pode ter um objetivo nobre, ou pode ser simplesmente a realização de um projeto pessoal. Ainda assim, nem sempre é algo que dará bons resultados. Avalie seus objetivos muito bem, pois você pode tornar a vida melhor ou pior dependendo da forma que pretende alcançá-lo. Examinar suas reais motivações, ganhos, perdas e riscos são fundamentais para a formulação de bons objetivos a se perseguir. É assim que fazem os vencedores: objetivos balizados em motivações saudáveis, ações positivas e resultados benéficos. Há um velho provérbio que diz: "A sorte adora atitudes promissoras".

 

Muitas vezes nos questionamos sobre: "Se algo está faltando", "Se há algo que ainda não encontrei?" "O que a Vida ainda espera de mim?" São justamente estas colocações que nos obrigam a refletir a cada ciclo que se encerra, sobre nossos objetivos e metas.

 

É inadiável nestes momentos reexaminar os projetos até agora executados e avaliar quais deles continuam a ter realmente sentido para nós. Quais deles nos trazem real motivação para os nossos dias e quais outros já não nos servem mais.

 

Mas como fazer isso?

 

Imagine-se no Natal de 2020 , 2021 ... , escrevendo a um amigo sobre tudo o que lhe aconteceu nos últimos cinco anos. Deixe a imaginação fluir e coloque no papel as suas maiores aspirações profissionais e pessoais. Mas procure construir uma história verossímil. Nada de descrever uma apenas uma seqüência de conquistas que não cabem em cinco anos ou que parecem impossíveis de realizar.

 

Esse é o exercício, sugerido pela consultora Vicky Bloch, presidente para a América Latina da consultoria de carreira DBM, vai ajudá-lo a selecionar prioridades e servirá como ponto de partida para o planejamento de vida.

 

Mas que de nós nunca foi vítima de uma vontade quase incontrolável de desistir? É uma tentação quase irresistível, e todos os humanos já foram submetidos ao teste de continuar quando todas as opções apontam para o fim da linha.

 

Não desistir nunca é um ato único, é uma tarefa cotidiana. São pensamentos e ações que precisam estar todos os dias na nossa pauta principal. É levantar a cada manhã e renovar votos de tentar mais um pouco, de não ceder às pressões e de não recuar diante dos desafios que terá. Dizer isso sem ainda saber o que irá acontecer nas próximas 24 horas, com a certeza lhe garantirá vigor para continuar enfrentando os desafios.

 

Para isso necessitamos de estratégia, ou seja, um conjunto de passos mentais e comportamentais usados para realizar um objetivo específico.

 

A estratégia estabelece os caminhos, os cursos, as ações que devem ser seguidas para que se alcance os objetivos estabelecidos. Quando ouvimos a palavra "estratégia" lembramos de militares em combate, reunidos traçando planos para a conquista do território inimigo, o que é verdade, pois ela surgiu na Grécia antiga nos campos de batalha - os comandantes dos exércitos gregos eram chamados de "estrategos".

 

Quantas pessoas passam a vida com planos interessantíssimos, mas acabam supondo que suas idéias são desprezíveis? Não deixe que suas idéias caiam no esquecimento, por medo a cair!

 

Nathan Goldman na década de 30 produziu os primeiros carrinhos de supermercado a partir de duas cadeiras dobráveis que tinha recebido na sua loja para venda.

 

Bethe Nesmith Graham, ganhou em sua empresa uma máquina de escrever elétrica e de tanto usar borracha para apagar erros, até se adaptar a sensibilidade das teclas, inventou na década de 60 o "liquid paper", que em 1979 vendeu a Gilette por 48 milhões de dólares.

 

Todos eles e muitos mais, sem exceção, foram alvo de brincadeiras, quando comentaram suas idéias.

 

Existem diversos caminhos de um ponto A para um ponto B, alguns mais curtos outros mais longos, sendo que nenhum deles pode ser de forma unânime eleito o correto.Mas uma coisa é certa, se você pretende ir ao ponto B e não sabe onde está, ninguém poderá ajudá-lo. Para crescer você deve saber onde está e para onde quer ir, mesmo que para isso mude de caminho algumas vezes.

 

Vi recentemente essa frase "Jamais vou desistir de mim" e acho que deveríamos deixá-la sempre a vista, pois demonstra a essência da persistência e autoconfiança.

 

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por INESUL às 12:41

Profissionais brasileiros são os mais engajados do mundo, diz estudo

Quarta-feira, 25.07.12
Por Luiza Belloni Veronesi | InfoMoney
 
SÃO PAULO – Os profissionais brasileiros são os mais engajados do mundo, segundo o estudo da consultoria global de gestão de negócios Hay Group. O colaborador brasileiro também tem a maior intenção de permanecer no emprego: apenas 18% deles pretendem deixar o emprego em até três anos, enquanto o índice mundial é de mais de 40%.
 
“Verificamos que o trabalhador brasileiro por ter um maior engajamento nutre um maior vínculo afetivo com o ambiente de trabalho”, afirma o consultor do Hay Group, Elton Moraes.
 
O estudo também revela que mais de um terço dos colaboradores em todo mundo não estão engajados, o que diminui o desempenho das empresas globais. Em média, 66% dos profissionais se sentem engajados, mas para obter maiores desempenhos, o nível considerado ideal seria 75%.
 
Desde 2007 o nível de engajamento dos profissionais de todo o mundo vem diminuindo, chegando a 65% no ano passado. Para Moraes, esse índice mundial tem declinado ou estagnado nos últimos anos, justamente no momento em que as empresas precisam aumentar seus desempenhos.
 
Desempenho regional
A América do Sul também possui o maior nível de engajamento, com quase 73% da força de trabalho em relação a 2008. Na América do Norte o engajamento diminuiu desde 2009, mas continua a frente das médias globais, com 69%.
 
Os sul-americanos também se sentem motivados a ir além de suas funções, com 74%. Um número alto em comparação a Europa e ao Oriente Médio, que apenas 66% dos trabalhadores vão além de suas responsabilidades. Na América do Sul também está o mais alto índice de orgulho dos funcionários, com quatro de cinco empregados orgulhosos das empresas em que trabalham.
 
A pesquisa também mostra que os empregados não são devidamente apoiados no trabalho. Na América do Sul, apenas 61% afirmam que suas empresas forneçam ambiente adequado para darem o seu melhor. Esse índice cai para 58% na Europa e no Oriente Médio.
 
Já sobre a lealdade à empresa, os níveis de compromisso vêm caindo nos últimos anos. Na América do Norte, esse comprometimento caiu 5% desde o ano passado. O nível mais baixo é na Oceania, com 54% dos profissionais com intenção de deixar suas empresas dentro de cinco anos.
 
“Embora as condições do mercado de trabalho tenham reduzido a rotatividade, há um acúmulo de funcionários inquietos e frustrados que hoje equivale a mais de dois quintos dos trabalhadores das empresas”, explica Moraes. “Para realmente impulsionar a produtividade, os líderes empresariais precisam entender o papel que devem desempenhar para permitir altos níveis de desempenho e remover as barreiras que estão impedindo a performance de suas organizações”, completa.
 
Metodologia
O estudo inclui informações de 1.610 empresas, de 46 países, com mais de 5 milhões de funcionários. No Brasil, foram entrevistados 619 mil colaboradores em 135 empresas brasileiras.

Link:
http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2493526-profissionais+brasileiros+sao+mais+engajados+mundo+diz+estudo 

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por INESUL às 12:41

Estabelecer prioridades ou objetivos? Um desafio diário

Quarta-feira, 25.07.12
Por Amauri Nóbrega* | Blog HSM
 
Temos um desafio diário que é fazer escolhas. Antes mesmo de dormir no dia anterior, temos que ter em mente planejado o que iremos fazer no dia seguinte para programar no despertador o horário certo que temos que acordar. Isso tudo é fruto de um planejamento elencado com metas e objetivos.
 
Agora, se ao acordar, você não sabe o que fazer, o que priorizar, ou ainda qual é o objetivo disso tudo, vejo que você está com problemas sérios quanto ao seu futuro. Todos nós temos uma razão de ser, o que precisamos é descobrir e assim desenhar um objetivo de longo prazo a ser atingido. E ele tem que ser realista e, ao mesmo tempo, visionário. Como assim? Nesse momento, tenho que colocar meus objetivos de longo prazo a quilômetros de altura, ou seja, tem que ser visionário e desafiador. Agora tenho que definir: o que preciso fazer hoje para atingir esse objetivo no futuro? É aqui que entram as prioridades. Não tenho a pretensão, neste post, de ensinar uma “receita de bolo” para que você, assim que acabar de ler, em um estalar de dedos, passe a saber definir prioridades. O que quero destacar é que as prioridades têm que estar relacionadas ao futuro, não ao presente.
 
Sei que serei criticado por alguns tantos leitores, mas essa é uma verdade em que acredito. Se passarmos a maior parte do tempo com “prioridades” de curto prazo, não iremos chegar ao tão sonhado objetivo futuro. Enquanto os sonhos estão nas nuvens, fixe prioridades aqui em terra firme, mas direcionadas para o objetivo futuro.
 
Existem alguns critérios para classificar as prioridades como: importância, urgência, curto prazo, longo prazo, etc. Agora, o que gostaria de deixar claro é que um sonho continua sendo um sonho até você quantificá-lo e definir uma data. Nesse momento, ele se transforma em objetivo e, a partir daí, é preciso definir metas temporárias para serem atingindas até chegar a esse objetivo.
 
Para atingir essas metas, você deverá relacionar tarefas, classificá-las conforme exposto acima e avaliar, ao cumprir uma tarefa, se está no caminho do cumprimento da meta estabelecida, que levará ao objetivo final. Contudo, se ao cumprir uma tarefa, você andou no caminho oposto ao objetivo, está na hora de avaliar o seu planejamento e/ou objetivo real, mas ai é assunto para um novo post.
 
O desafio não é somente estabelecer prioridades, mas também definir objetivos claros.
 
Um forte abraço!
 
*Sobre o autor: Amauri Nóbrega é consultor executivo, coach, escritor, conselheiro certificado pelo IBGC e palestrante. Especialista nas áreas em Gestão de Pessoas, Governança Corporativa e Familiar, Construção e Implementação de Projetos Estratégicos com o uso do BSC e Controladoria. Contatos: Twitter

Link:
http://www.hsm.com.br/blog/2012/07/estabelecer-prioridades-ou-objetivos-um-desafio-diario/ 

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por INESUL às 12:37


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