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A difícil tarefa de controlar os ânimos

Quarta-feira, 25.07.12
Passar por situações difíceis no trabalho acontece com qualquer um, mas contornar a situação e manter a calma é para poucos


Por Yngrid Paixão | Empregos.com.br

 
Tanto no nosso dia-a-dia como no nosso trabalho, estamos sujeito a passar por situações desagradáveis, mas nem sempre conseguimos manter o controle, afinal, somos seres humanos e existem dias que estamos bem e outro nem tanto. Mas o fato é que no ambiente de trabalho esse descontrole emocional pode atrapalhara muito.
 
Seja por alguma pressão, perdas de prazo, objetivos não atingidos, broncas desnecessárias, em algum momento da vida profissional nos deparamos com alguma situação desagradável na qual manter o controle a opção mais difícil, apesar de correta.
 
Ninguém consegue resolver nada de cabeça quente, além do que, muitas vezes dependemos do nosso trabalho e qualquer passo em falso em situações delicadas, como as de conflito, o maior prejudicado pode ser a gente.
 
Mas como devemos agir nessas horas sem causar danos no nosso emprego e sair dessa difícil situação de uma forma, digamos, menos tensa?
 
- A primeira dica é a mais difícil, manter a calma e procurar não agir enquanto o pico de nervosismo insistir em te perturbar;
 
- Tente manter certa distância entre o problema e o emocional, seja lógico e objetivo;
 
- Mantenha além do controle emocional, o respeito e a classe. Não troque ofensas;
 
- Estude bem cada palavra antes de pronunciá-las, para não correr o risco de ser mal interpretado;
 
- Mantenha o foco no trabalho e analise a fundo o problema, assim você mostrará interesse em solucionar o problema;
 
No fim das contas, poderá até perceber que de certa forma aquele momento de nervosismo foi algo positivo, pois muitas vezes ele ajuda a desenvolvermos um lado mais profissional de ser, além de estimular a inovação e autocontrole. Afinal, conflitos é algo natural em qualquer lugar!
 
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por INESUL às 12:46

Papel do Líder Coach: Fornecer as respostas ou ajudar a pensar?

Quarta-feira, 25.07.12
Por Alberto Pirró Ruggiero | Consultor MOT
 
O Coaching é um processo altamente focado que libera o potencial e maximiza o desempenho dos indivíduos. É um sistema formal que tende a produzir mudanças positivas e duradouras quando bem utilizado. Conduzido confidencial e individualmente, o coaching é uma oportunidade de visualização clara dos pontos individuais, de aumento da autoconfiança e do rompimento de barreiras de limitação, para que as pessoas possam conhecer e atingir mais do que o seu potencial imaginário.
 
Muitos profissionais podem exercer as atividades de coaching profundamente presos a uma mentalidade mecanicista, dicotômica, projetiva, racional e assim prejudicam mais do que ajudam. Portanto tenha atenção para este crucial aspecto da mentalidade com a qual as metodologias são exercidas, cuidado com os modismos.
 
O Líder-coach não é um super-herói, não é obrigado a saber tudo e muito menos precisa ter todas as respostas, aliás, o trabalho do Líder-coach não é dar respostas prontas, a chamada receita do bolo, e sim, fazer o colaborador pensar, refletir e reexaminar suas ações e resultados, para que o próprio encontre suas respostas.
 
O Líder-coach é o facilitador para a inserção pessoal dos membros de sua equipe, possibilitando novos insights, visualizando com clareza o estágio atual, o estágio que desejam alcançar e como alcançar. O Líder-coach guia sua equipe à realização, fazendo com que ela defina objetivos e ações para alcançá-los.
 
O Líder-coach ajuda a modificar o padrão mental e manter a mudança. Mudar é fácil. Como o escritor e humorista americano Mark Twain uma vez falou, "Parar de fumar é fácil, eu faço isso todos os dias". Manter a mudança é o problema, os hábitos antigos tentam te levar de volta. O Líder-coach ajuda a manter a mudança que você quer.
 
Os desafios são vários, desde uma pequena mudança, como por exemplo, ir por um caminho diferente ao trabalho, ou mais desafiadora, como trazer à tona um conflito com um superior ou colega no trabalho. O colaborador é o responsável pelos resultados que ele consegue no coaching. O Líder-coach ajuda, mas os sucessos e conquistas são do colaborador.

Link: http://www.motvirtual.com.br/artigos.php?id=42

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por INESUL às 12:45

Armadilhas da Percepção: Quais as Implicações no Cotidiano Organizacional?

Quarta-feira, 25.07.12
Por Alberto Pirró Ruggiero - Consultor MOT | motvirual.com.br
 
Não há no mundo duas pessoas que tenham exatamente a mesma reação, interpretação e interação do que percebem. Nossos sentimentos refletem a maneira como nós percebemos o mundo e surgem através das nossas experiências emocionais, se desenvolvendo ao longo da nossa história.
 
A questão é que quando exigimos que os outros vejam as coisas como nós a vemos, sem que haja uma base comum de entendimento do que está sendo observado, abrem-se as portas para o conflito interpessoal, emergindo como elemento que influencia o cotidiano das relações de trabalho. A inabilidade no trato das diferenças de percepção geram mal-entendidos que contribuem para reforçar um comportamento disfuncional mantido por boatos, fofocas, rumores e incidentes baseados parcialmente em fatos e muito em falsas impressões. Como resultado, os membros de uma determinada equipe experimentam frustração, irritação, raiva e insatisfação, ocasionando comportamentos não desejados no trabalho.
 
Na psicologia, o estudo da percepção é de extrema importância porque o comportamento das pessoas é baseado na interpretação que fazem da realidade e não na realidade em si. Por este motivo, a percepção do mundo é diferente para cada um de nós, cada pessoa percebe um objeto ou uma situação de acordo com os aspectos que têm especial importância para si própria.
 
Há pessoas que agem em função de como percebem a realidade e não em função de como realmente a realidade é. Além das características individuais, há outras duas dimensões que podem diferenciar o modo como cada um percebe, ou seja, podem referir-se àquilo que está sendo observado e, ainda, à situação em que a percepção se dá.
 
Sob o aspecto individual, a percepção se forma levando em conta as crenças, valores, características de personalidade, motivações e experiências anteriores, dentre outros, servindo de base para o histórico de vida da pessoa.
 
Trazendo esses conceitos para o mundo das organizações, a questão a ser refletida é: como esse tema impacta os profissionais das diversas gerações (baby-boomer, X e Y) que trabalham em conjunto nas empresas e como influenciam os resultados obtidos, tendo em vista não apenas o valor que cada geração dá ao significado do trabalho, como também suas respectivas percepções sobre as diversas esferas da vida?

Link:
http://www.motvirtual.com.br/artigos.php?id=41 
 

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por INESUL às 12:45

5 formas de negociar prioridades

Quarta-feira, 25.07.12
Por Christian Barbosa* | Blog HSM
 
Seja com seu chefe, colega de trabalho ou cliente é importante ter clareza do que é prioritário de ser feito, caso contrário tudo vira urgente e você acaba se perdendo.
 
Na experiência que estou fazendo de acordar mais cedo, para aumentar o nível de resultado, é nítido nos comentários das pessoas que estão aderindo à experiência que eles conseguem melhorias, pois simplesmente nessa hora adicional eles focam em prioridades reais, sem ninguém atrapalhar.
Selecionei cinco formas de você negociar e estabelecer prioridades. Claro que o assunto não termina aqui, mas é um bom começo.
 
1 – Tenha controle do seu dia
Não adianta querer priorizar se você não tiver um planejamento. São coisas ligadas, mas que acontecem em uma ordem. Primeiro eu preciso puxar da cabeça tudo que tenho para fazer, depois eu planejo isso nos próximos três ou cinco dias e, daí, eu priorizo diariamente o que deve ser feito primeiro e depois. Se você não sabe o que deve fazer e ficar apenas recebendo e-mails ou lembranças te dando ordens do que fazer você não vai conseguir priorizar de forma eficaz.

2 – Antecipe ao máximo
Sempre que possível não espere a prioridade virar urgência para fazer. Quanto mais antecedência você tiver, mais flexibilidade terá na hora de definir o momento certo de execução. Adiar uma prioridade que tem prazo para um momento de melhor performance pessoal é super saudável, o problema é quando você tem de fazer a prioridade porque é o limite da entrega.

3 – Negocie prioridades antes de serem urgências
Se você sabe que algumas prioridades dependem de terceiros, não espere que eles lembrem da prioridade na última hora. Você não pode mudar o modo das pessoas se planejarem, mas o seu planejamento pode inferir na boa produtividade de toda a equipe. Pequenos e-mails de lembrete ou de oferecimento de ajuda ajudam a relembrar a tarefa.
 
4 – Negocie com seu chefe
Eu não aceito quando delego uma tarefa e a pessoa simplesmente retorna: “não dá pra fazer”. Não dá por que? Quais as prioridades? É bem diferente quando eles chegam e falam: “Eu estou com essas prioridades na semana. O que você acha que deve ser priorizado?”. O líder tem de saber o que é prioritário. Ele junto com você pode negociar as prioridades e os prazos. Haverá dias que vai precisar de “tempo extra”, mas na maior parte dos casos deverá ser possível ajustar.
 
5 – Negocie com base no resultado
Se tiver dúvidas do que deve ser priorizado, eu sugiro “elevar” o questionamento para as metas, momento, visão ou missão da empresa. Precisa aumentar o faturamento? Priorize as atividades de faturamento. Precisa aumentar a qualidade de serviço? Priorize o atendimento ao cliente. Priorizar significa dar uma ordem de execução, não esquecer a atividade. Por isso, saber o momento certo de fazer se torna imprescindível nessa decisão.
 
Até a próxima!
 
Use seu tempo com sabedoria.
 
*Sobre o autor: Christian Barbosa é empreendedor, palestrante especialista em produtividade e diretor executivo da Triad PS. Autor de 5 livros – entre eles: A Tríade do Tempo e Equilíbrio e Resultados. www.christianbarbosa.com.br

Link:
http://www.hsm.com.br/blog/2012/07/5-formas-de-negociar-prioridades/ 

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por INESUL às 12:44

Como fazer Marketing de baixo custo

Quarta-feira, 25.07.12

Por Alessandro Basile* | Mundo do Marketing

 
Vou abrir a série de posts  com dicas muito práticas e de fácil implantação para a grande maioria das PMEs brasileiras. A cada período publicarei novas. Acompanhe!
 
Mesmo com poucos recursos, mas com criatividade e determinação, é possível desenvolver um plano de Marketing, com ações que contribuam para o crescimento dos negócios. Empreendedores buscam, cada vez mais, técnicas de Marketing adaptáveis às características de seu mercado por razões muito simples: concorrência feroz, queda na margem de lucro, globalização, entre outras situações. Neste mercado cada vez mais concorrido, a empresa que estabelece meios de comunicação com seus clientes melhora sua exposição e imagem, amplia seu mercado e aumenta seu faturamento.
 
Sendo assim, descrevo abaixo algumas dicas simples de como o pequeno e médio empreendedor poderá se diferenciar da concorrência adotando técnicas que denominamos Marketing de baixo custo:
 
Marketing em casa
Monte um pequeno grupo de Marketing com os funcionários da empresa. Faça reuniões para colher ideias, discutir lançamentos de produtos e definir ações rápidas que possam ser conduzidas internamente. Outra alternativa interessante é terceirizar o seu “departamento” de Marketing, da mesma forma que você terceiriza sua contabilidade.
 
Por experiência, garanto que muitos dos pequenos e médios empresários estão vivendo em outro mundo quando se trata de Marketing. Com exceção de alguns poucos empreendimentos que surgiram bem planejados e capitalizados, a grande maioria vem trabalhando com conceitos ultrapassados de Marketing e com isto se frustrando e perdendo dinheiro.
 
Para não se frustrar veja abaixo mais uma dica. Vamos começar pelo básico:
 
A Imagem do seu negócio
Mais importante do que você pensa sobre a sua empresa é o que seus clientes pensam dela. E dificilmente a imagem que temos da nossa empresa é a mesma que os outros têm. A questão é que, se os clientes veem a sua empresa de uma maneira negativa, é isso que ela será, mesmo que você discorde totalmente da opinião deles.
 
Alguns fatores que contribuem para a formação da imagem de sua empresa são a qualidade de seus produtos ou serviços, um bom dia mal-humorado de sua recepcionista, o logotipo e ainda costumo dizer que até o desodorante vencido de seu boy comunica. Fique atento!
 
*Sobre o autor: Alessandro Basile é empresário da área de comunicação há mais de 10 anos, publicitário, com pós-graduação em Comunicação com o Mercado pela ESPM e Consultoria Gerencial pela FGV. Com mais de 20 anos de experiência profissional, atuou como executivo de marketing em importantes grupos privados nacionais. Atua desde 1999 na área de Marketing para Pequenas e Médias Empresas, atendendo mais de 150 empresas de diversos setores. Autor de artigos e Cases voltados a Pequenas e Médias empresas.
 

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por INESUL às 12:44

A comunicação efetiva

Quarta-feira, 25.07.12

 

- Será que de fato, comunicamos exatamente o que queremos?

 

Muitas pessoas confundem a comunicação com o simples fato de terem dito alguma coisa; entretanto, a comunicação se processa efetivamente quando o outro compreendeu exatamente o que estamos transmitindo.

 

Isso ocorre porque aquilo que ouvimos é decodificado conforme nossa escala de valores; cultura, crenças, capacidades e até o momento psicológico.

 

Além dos critérios do receptor, há a maneira como as informações são transmitidas. Um tom agressivo, gestos inadequados ou uma expressão irônica, podem reduzir a atenção ou o interesse do outro.

 

Para haver uma efetiva comunicação, aparentemente tão fácil, além de considerar a linguagem e a gramática, sugerimos levarem em conta alguns outros detalhes e recursos:

 

- A comunicação se processa, de fato, quando o outro compreendeu exatamente aquilo que foi dito. Para testarmos a compreensão do outro, a melhor maneira é perguntar o que ele compreendeu;

 

- Desenvolver e exercitar a empatia que é a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, entender seus bloqueios, vocabulário, nível cultural etc;

 

- Uso de recursos técnicos, tais como uma voz bem administrada, com um volume adequado, boa tonalidade e dicção clara, além da expressão da emoção adequada ao conteúdo da fala;

 

- Uso de gestos, do corpo, da expressão facial e corporal condizentes com o conteúdo;

 

- Idéiam bem organizadas sendo explanadas dentro de uma estrutura lógica, com começo, meio e fim, evidenciando o objetivo da fala;

 

- Uso de ilustrações, notadamente em situações de vendas, negociações, treinamentos e palestras;

 

- Memória treinada e bem desenvolvida, instrumento poderoso gerador de brilhantes apresentações, além de propiciar segurança ao comunicador.

 

Em síntese, para ser um excelente comunicador, para falar bem, com clareza, técnica, elegância e naturalidade e ser, de fato, compreendido, é fundamental haver um profundo respeito pelo outro. Somente assim haverá a empatia necessária para, cada vez mais, haver um melhor entendimento entre as pessoas.

 

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por INESUL às 12:43

Política pessoal: no ambiente corporativo, até seu aperto de mão diz muito sobre você

Quarta-feira, 25.07.12
Por Viviam Klanfer Nunes | InfoMoney

 

SÃO PAULO - Existe uma exaustiva discussão sobre se o que pesa mais, no mundo corporativo, é o conhecimento técnico ou as aparências, ou seja, sua forma de falar, agir e tratar as outras pessoas. Sobre esse assunto, Kathleen Kelley Reardon, autora do livro ‘Política Pessoal - Como vencer em um mundo onde trabalho duro e talento não são suficientes’, acredita que é importante administrar com eficiência as percepções que os outros têm sobre você.

 

E, para isso, há uma série de dicas a ser seguidas. Em seu livro, a autora estabelece algumas estratégias para criar e manter o poder, pensando nas aparências, nas formas de se relacionar com os outros profissionais e na comunicação que desenvolvemos no mundo corporativo.

 

Sobre a forma como os profissionais se posicionam, Kathleen observa, por exemplo, que um simples aperto de mão diz muito sobre a pessoa. “Um aperto de mão de fraco implica indecisão e baixa auto-estima”, diz. Por outro lado, o cumprimento dos poderosos são firmes e são acompanhados de um olhar direto.

 

Veja as dicas da autora sobre aspectos ligados as aparências, relacionamentos e comunicação:

 

Aparências

 

- Impressões: construa e administre sua reputação;

 

- Ambiente: cuide da decoração de seu escritório ou de sua área de trabalho;

 

- Credibilidade: procure conquistar o respeito e a confiança de seus colegas;

 

- Compromisso: mantenha-se ativo e ocupado, mas não demonstre estresse;

 

- Carisma: mostra-se agradável e bem humorado;

 

- Valor: estabeleça relações entre suas tarefas e as metas da empresa.

 

Relacionamentos

 

- Atração: faça com que as pessoas gostem de trabalhar com você (ou para você);

 

- Exemplos de postura: aja como as pessoas importantes da sua empresa;

 

- Banco de favores: lembre-se do valor da reciprocidade;

 

- Mentores: procure bons orientadores;

 

- Influência: aproxime-se de pessoas poderosas que impulsionem sua carreira.

 

Comunicação

 

- Controle de informações: tenha cautela ao fornecer informações para os outros;

 

- Condução da conversação: evite hábitos prejudiciais e desvios de assunto;

 

- Estilo: ajuste seu estilo, sempre que necessário, para ajudar a comunicação;

 

- Abertura: procure ouvir mais do que falar;

 

- Flexibilidade: mantenha-se aberto a formas novas e criativas de atingir suas metas. 

 

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por INESUL às 12:43

Aprendizagem informal: alternativa aos processos tradicionais de treinamento

Quarta-feira, 25.07.12

Por Alberto Pirró Ruggiero - Consultor MOT

 

Tem crescido o interesse das empresas sobre a aprendizagem informal, um conceito que existe desde os primórdios da humanidade mas que só agora vem sendo debatido com mais ênfase devido a vários desafios que as organizações atravessam atualmente como: menor tempo disponível dos participantes; mais abrangência/massa crítica a ser treinada; maior engajamento do público-alvo; menor custo; público-alvo mais exigente; e conflito permanente entre importância do treinamento x trabalho.

 

A partir das turbulências do mercado financeiro americano em 2009 a American Society for Training and Development (ASTD) realizou um estudo denominado Informal Learning no qual Tony Bingham, o presidente dessa entidade, observou que, desde famílias compartilhando histórias em torno de uma mesa de jantar, a um trabalhador enviando um e-mail para ajudar um colega na solução de um problema, a aprendizagem informal é uma ocorrência frequente em quase todos os momentos da nossa vida.

 

Bingham contou, também, que a aprendizagem informal começou quando, no início da civilização, os seres humanos repassaram seu conhecimento a respeito da arte de fazer ferramentas de pedra. Os métodos de aprendizagem informal, no entanto, mudaram muito ao longo dos anos. Essa alternativa é mais facilmente aceita, agora, devido à disponibilidade de novas tecnologias voltadas ao compartilhamento do conhecimento.

 

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por INESUL às 12:42

Recuar não significa desistir

Quarta-feira, 25.07.12

 

Apesar de passados muitos séculos à vontade de crescer e vencer ainda continua sendo a mola propulsora do ser humano. Claro que através de meios menos drásticos.

 

Aprendemos desde cedo a não desistir de nossos objetivos e convicções. A sociedade em geral trata isso como sinônimo de caráter, mas temos que tomar cuidado para não passarmos por teimosos, alem disso, dar murro em ponta de faca é perda de tempo. Não estou dizendo que devemos desistir de objetivos difíceis, muito pelo contrário. Mas às vezes é preciso saber o momento certo de recuar, repensar a estratégia e fazer uma bela reciclagem de si mesmo ou de sua equipe.

 

Para isso necessitamos reavaliar os caminhos que estamos trilhando e se estão ou não estão na direção certa, e fazer disso uma rotina. O que precisamos fazer para corrigir os erros de trajeto? Temos que mudar nossa compreensão, nossos valores, nossos costumes, nossos comportamentos?

 

Em primeiro lugar, se chegamos à conclusão que tomamos um caminho errado no passado, como devemos agir?...Certamente parar, e reavaliar qual deveria ser o caminho correto.

 

Isso exige muita coragem, olhar para traz e admitir que estava na trilha errada, que a escolha que fez está lhe afastando cada vez mais do caminho pretendido, com certeza causa uma grande dor. , mas é necessário para que voce realinhe seu caminho aos seus objetivos.

 

Cada homem e mulher possuem metas pessoais, ideais que trazem dentro de si. Trazê-los à tona, não deixar que estes projetos íntimos fiquem engavetados, empoeirados pelo tempo, se constitui na tarefa do momento. Aquele, porém, que detém seu pensamento nas dificuldades, já perdeu uma parte da batalha que um dia será travada.

 

Uma das causas de fracasso mais comuns é o hábito de desistir, quando se é acometido de derrota temporária. Todos são culpados, desse erro, numa ou noutra ocasião.

 

Todos os gurus do sucesso são unânimes em dizer que você não pode desistir nunca. Para alcançar o sucesso você tem que persistir no fracasso, no ceticismo, nas rejeições, e em todas as outras coisas negativas da vida. Você deve ter ouvido o dizer que o sucesso é uma viagem, não um destino. Na viagem do sucesso, a única vez que você com certeza não é um sucesso é quando você desiste da viagem.

 

A vida sem objetivos bem delineados se asseme-lha a barco em alto mar e sem leme, à mercê dos ventos e das tempestades, apenas aguardando o momento do naufrágio.

 

Primeiro entenda que mesmo que suas intenções sejam as melhores, seus objetivos podem precisar ser revistos. Você pode ter um objetivo nobre, ou pode ser simplesmente a realização de um projeto pessoal. Ainda assim, nem sempre é algo que dará bons resultados. Avalie seus objetivos muito bem, pois você pode tornar a vida melhor ou pior dependendo da forma que pretende alcançá-lo. Examinar suas reais motivações, ganhos, perdas e riscos são fundamentais para a formulação de bons objetivos a se perseguir. É assim que fazem os vencedores: objetivos balizados em motivações saudáveis, ações positivas e resultados benéficos. Há um velho provérbio que diz: "A sorte adora atitudes promissoras".

 

Muitas vezes nos questionamos sobre: "Se algo está faltando", "Se há algo que ainda não encontrei?" "O que a Vida ainda espera de mim?" São justamente estas colocações que nos obrigam a refletir a cada ciclo que se encerra, sobre nossos objetivos e metas.

 

É inadiável nestes momentos reexaminar os projetos até agora executados e avaliar quais deles continuam a ter realmente sentido para nós. Quais deles nos trazem real motivação para os nossos dias e quais outros já não nos servem mais.

 

Mas como fazer isso?

 

Imagine-se no Natal de 2020 , 2021 ... , escrevendo a um amigo sobre tudo o que lhe aconteceu nos últimos cinco anos. Deixe a imaginação fluir e coloque no papel as suas maiores aspirações profissionais e pessoais. Mas procure construir uma história verossímil. Nada de descrever uma apenas uma seqüência de conquistas que não cabem em cinco anos ou que parecem impossíveis de realizar.

 

Esse é o exercício, sugerido pela consultora Vicky Bloch, presidente para a América Latina da consultoria de carreira DBM, vai ajudá-lo a selecionar prioridades e servirá como ponto de partida para o planejamento de vida.

 

Mas que de nós nunca foi vítima de uma vontade quase incontrolável de desistir? É uma tentação quase irresistível, e todos os humanos já foram submetidos ao teste de continuar quando todas as opções apontam para o fim da linha.

 

Não desistir nunca é um ato único, é uma tarefa cotidiana. São pensamentos e ações que precisam estar todos os dias na nossa pauta principal. É levantar a cada manhã e renovar votos de tentar mais um pouco, de não ceder às pressões e de não recuar diante dos desafios que terá. Dizer isso sem ainda saber o que irá acontecer nas próximas 24 horas, com a certeza lhe garantirá vigor para continuar enfrentando os desafios.

 

Para isso necessitamos de estratégia, ou seja, um conjunto de passos mentais e comportamentais usados para realizar um objetivo específico.

 

A estratégia estabelece os caminhos, os cursos, as ações que devem ser seguidas para que se alcance os objetivos estabelecidos. Quando ouvimos a palavra "estratégia" lembramos de militares em combate, reunidos traçando planos para a conquista do território inimigo, o que é verdade, pois ela surgiu na Grécia antiga nos campos de batalha - os comandantes dos exércitos gregos eram chamados de "estrategos".

 

Quantas pessoas passam a vida com planos interessantíssimos, mas acabam supondo que suas idéias são desprezíveis? Não deixe que suas idéias caiam no esquecimento, por medo a cair!

 

Nathan Goldman na década de 30 produziu os primeiros carrinhos de supermercado a partir de duas cadeiras dobráveis que tinha recebido na sua loja para venda.

 

Bethe Nesmith Graham, ganhou em sua empresa uma máquina de escrever elétrica e de tanto usar borracha para apagar erros, até se adaptar a sensibilidade das teclas, inventou na década de 60 o "liquid paper", que em 1979 vendeu a Gilette por 48 milhões de dólares.

 

Todos eles e muitos mais, sem exceção, foram alvo de brincadeiras, quando comentaram suas idéias.

 

Existem diversos caminhos de um ponto A para um ponto B, alguns mais curtos outros mais longos, sendo que nenhum deles pode ser de forma unânime eleito o correto.Mas uma coisa é certa, se você pretende ir ao ponto B e não sabe onde está, ninguém poderá ajudá-lo. Para crescer você deve saber onde está e para onde quer ir, mesmo que para isso mude de caminho algumas vezes.

 

Vi recentemente essa frase "Jamais vou desistir de mim" e acho que deveríamos deixá-la sempre a vista, pois demonstra a essência da persistência e autoconfiança.

 

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por INESUL às 12:41

Profissionais brasileiros são os mais engajados do mundo, diz estudo

Quarta-feira, 25.07.12
Por Luiza Belloni Veronesi | InfoMoney
 
SÃO PAULO – Os profissionais brasileiros são os mais engajados do mundo, segundo o estudo da consultoria global de gestão de negócios Hay Group. O colaborador brasileiro também tem a maior intenção de permanecer no emprego: apenas 18% deles pretendem deixar o emprego em até três anos, enquanto o índice mundial é de mais de 40%.
 
“Verificamos que o trabalhador brasileiro por ter um maior engajamento nutre um maior vínculo afetivo com o ambiente de trabalho”, afirma o consultor do Hay Group, Elton Moraes.
 
O estudo também revela que mais de um terço dos colaboradores em todo mundo não estão engajados, o que diminui o desempenho das empresas globais. Em média, 66% dos profissionais se sentem engajados, mas para obter maiores desempenhos, o nível considerado ideal seria 75%.
 
Desde 2007 o nível de engajamento dos profissionais de todo o mundo vem diminuindo, chegando a 65% no ano passado. Para Moraes, esse índice mundial tem declinado ou estagnado nos últimos anos, justamente no momento em que as empresas precisam aumentar seus desempenhos.
 
Desempenho regional
A América do Sul também possui o maior nível de engajamento, com quase 73% da força de trabalho em relação a 2008. Na América do Norte o engajamento diminuiu desde 2009, mas continua a frente das médias globais, com 69%.
 
Os sul-americanos também se sentem motivados a ir além de suas funções, com 74%. Um número alto em comparação a Europa e ao Oriente Médio, que apenas 66% dos trabalhadores vão além de suas responsabilidades. Na América do Sul também está o mais alto índice de orgulho dos funcionários, com quatro de cinco empregados orgulhosos das empresas em que trabalham.
 
A pesquisa também mostra que os empregados não são devidamente apoiados no trabalho. Na América do Sul, apenas 61% afirmam que suas empresas forneçam ambiente adequado para darem o seu melhor. Esse índice cai para 58% na Europa e no Oriente Médio.
 
Já sobre a lealdade à empresa, os níveis de compromisso vêm caindo nos últimos anos. Na América do Norte, esse comprometimento caiu 5% desde o ano passado. O nível mais baixo é na Oceania, com 54% dos profissionais com intenção de deixar suas empresas dentro de cinco anos.
 
“Embora as condições do mercado de trabalho tenham reduzido a rotatividade, há um acúmulo de funcionários inquietos e frustrados que hoje equivale a mais de dois quintos dos trabalhadores das empresas”, explica Moraes. “Para realmente impulsionar a produtividade, os líderes empresariais precisam entender o papel que devem desempenhar para permitir altos níveis de desempenho e remover as barreiras que estão impedindo a performance de suas organizações”, completa.
 
Metodologia
O estudo inclui informações de 1.610 empresas, de 46 países, com mais de 5 milhões de funcionários. No Brasil, foram entrevistados 619 mil colaboradores em 135 empresas brasileiras.

Link:
http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2493526-profissionais+brasileiros+sao+mais+engajados+mundo+diz+estudo 

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por INESUL às 12:41


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