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Terça-feira, 21.08.12

 

 

formamos que nesta quinta-feira próxima, dia 23 de agosto, realizaremos mais um debate jurídico, trazendo temas relevantes ao empresariado, com enfoque jurídico desenvolvido pela equipe da Advocacia Grassano & Associados.

Neste encontro abordaremos o tema
 
MODALIDADES DE ESTABILIDADE
 
Segue abaixo a programação:
14h00 – Apresentação acerca do tema acima proposto e respostas às dúvidas e casos práticos apresentados pelas Empresas com análise e orientação jurídica.

16h00 – Coffee Break.

Solicitamos a todos os interessados que façam a confirmação de presença, impreterivelmente até o dia 22/08, através do e-mailhttp://sindimetallondrina1.mktenvios.net/registra_clique.php?id=H|136882|38094|2230&url=http%3A%2F%2Fwlmailhtml%3Agrassano%40sindimetallondrina.com.br ou telefone (43) 3337-6565.

Atenciosamente,
 

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por INESUL às 13:16

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Terça-feira, 21.08.12

 

O SINDIMETAL e o SEBRAE Londrina promovem
 
Treinamento: DE OLHO NA QUALIDADE – 5’S
25 de Agosto e 01 de Setembro de 2012.
Conteúdo:
•    Implantar/manter melhoria no local de trabalho e na vida pessoal
•   Reduzir desperdícios e colaborar com o meio ambiente  
•   Valorizar relacionamento com o cliente, através de reconhecida metodologia mundial
•   Preparando o ambiente e praticando o descarte
•   Praticando a organização e limpeza
•   Praticando a higiene e a ordem mantida 
•   Auditoria e prática do d-olho
 
 
Carga Horária: 16 horas
 
Instrutor: OSWALDO MIGUEL DOS SANTOS
 
Mini - Currículo:
 
FORMAÇÃO
 
·         MBA: Executive Team Management /FGV
·         Pós Marketing e Propaganda /UEL
·         Especialista em Qualidade/ FCO/IDG
·         Auditor líder HGB/MATRIX
 
ATUAÇÃO
 
·         Consultor e Palestrante em várias empresas: PR/SP/MS/MG
·         Professor Pós Graduação FGV (Fundação Getúlio Vargas): Qualidade e Produtividade
·         Professor Técnico Gestão Empresarial ITEDES/UEL (Universidade Estadual de Londrina)
·         Consultor credenciado SEBRAE: Gestão Organizacional - Qualidade e Produtividade
·         Consultorias: ISO 9000, 5S, BPF, Melhorias de Processo de Atendimento, Melhorias em PCP, Implantação de gestão de RH, Modelagem Organizacional, Planejamento de Marketing e Vendas, Inovação tecnológica e Sucessão familiar.
 
TRABALHO VOLUNTÁRIO
 
·         Diretor regional da Adhonep – Associação de Homens de Negócios
·         Coordenador/instrutor de seminários de liderança: SP/PR/SC/RG/DF/MS
·         Presidente gestão 2005/08 – Londrina 030
·         Vice-presidente – 2010/11 – Londrina 030
 
PROGRAMAÇÃO:
25/08/2012 (Sábado):
Treinamento: Das 08h00 às 17h00
Coffee Break: 10h00
Almoço: 12h00 ás 13h00
Coffee Break: 15h00
 
01/09/2012 (Sábado):
Treinamento: Das 08h00 às 17h00
Coffee Break: 10h00
Almoço: 12h00 ás 13h00
Coffee Break: 15h00
 
INVESTIMENTO: R$ 100,00 por pessoa
ASSOCIADO AO SINDIMETAL tem R$50,00 de subsídio, portanto pagará somente R$50,00 por pessoa
 
 
**VAGAS LIMITADAS**
 
 
Local: SINDIMETAL - Rua Santa Catarina, 50 - 25º andar - Ed. Oscar Fuganti – Centro – Londrina-Pr
 
Inscrições pelo fone (43) 3337-6565 com Juliana, ou através do e-mail: atendimento@sindimetallondrina.com.br.
 
Obs.: Estacionamento gratuito mediante aviso prévio.

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por INESUL às 13:15

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Terça-feira, 21.08.12

A ABTD/PR - Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento do Paraná, entidade empresarial sem fins lucrativos atua em todo o estado do Paraná há mais de 11 anos, consolidando-se como entidade que mais promove eventos nas áreas de Gestão de Pessoas, Liderança, Responsabilidade Socioambiental e Sucessão Familiar.

Entre seus eventos destacamos::

  • CNRS - Congresso Nacional de Reponsabilidade Socioambiental
  • CLARH - Congresso Latino-Americano de Recursos Humanos
  • ENARH - Encontro Nacional de Recursos Humanos
  • Workshop de Liderança
 
Objetivo geral do congresso Objetivos específicos

Propiciar um ambiente de interação, disseminação das ações, práticas e conceitos das organizações sobre Gestão de Pessoas, incentivando o desenvolvimento de projetos e atividades empresariais com os novos modelos de gestão.

  • Reunir especialistas da área de Gestão de Pessoas, promovendo integração, troca de informações e geração de conhecimento sobre os conceitos, práticas e realizações na área de RH.
  • Apresentar cases de sucesso promovendo a reflexão de como gestores e executivos podem estimular e aplicar as novas práticas de gestão de RH em suas organizações.
 

Data: 29 de setembro de 2012
Local: Teatro Marista - Londrina/PR

 
  • Desafios empresariais e suas implicações para a gestão de pessoas
  • Transformação de RH
  • Um olhar para o futuro
  • Importância das pessoas para a performance da organização
  • Os principais desafios do RH e o que os executivos mais demandam da área
  • Como é o RH das organizações na visão dos executivos de negócios
  • A área de RH cada vez mais estratégica
  • Potencial de geração de valor de RH
  • O RH alinhado às propriedades do negócio
  • Modelo emergente de gestão do RH
  • Recursos Humanos e o século XXI
  • RH como negócio
  • O papel do consultor interno
  • Processos de recrutamento e seleção
  • Cargos, salários e benefícios
  • Conceitos e práticas de T&D
  • Gestão de desempenho
  • Endomarketing
  • Planejamento de Recursos Humanos
 

Expectativa de 900 participantes entre Empresários, Executivos e Gestores de Pessoas.

  • Iniciativa privada e pública: Na área de Gestão de Pessoas.
  • Governo: Estrategistas de governo, coordenadores e executores de programas.
  • Fundações e Institutos empresariais.
  • Decisores estratégicos: diretores, gerentes, autoridades.
  • Decisores técnicos: profissionais do terceiro setor.

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por INESUL às 13:09

Pessoas certas nas funções certas

Terça-feira, 21.08.12

Portal HSM

Entre outros assuntos, na HSM ExpoManagement 2012, que será realizada de 5 a 7 de novembro, em São Paulo, Jim Collins explicará por que, no fundo, no meio corporativo tudo ainda se resume em escolher as pessoas certas, colocá-las nos lugares certos e descartar as erradas. Por outro lado, Luiz Claudio Binato, diretor executivo do Instiad – Instituto de Administração, lembra que não é tão simples acertar nas escolhas.


O acadêmico começa com outro questionamento: “Quem tem o poder de dizer quem é a pessoa certa?”. No geral, nas organizações, quem tem esse poder são as pessoas legitimadas para exercer cargos de liderança e, por tal, são cobradas para fazer as escolhas certas. “Antes, porém, é preciso que esse líder tenha plena confiança nele próprio, que faça o difícil exercício de mergulhar no seu íntimo e descobrir se ele é a pessoa certa no lugar certo. Avaliar se os seus valores estão atrelados aos valores e objetivos da empresa, que devem ser claros e amplamente disseminados”, explica o executivo, também professor da FGV na área de TQM (Total Quality Management) e especialista em Gestão de Pessoas.


Estratégia definida e disseminada


Binato reforça a teoria de que é bem mais complicado do que parece, com exemplos da sua experiência em ministrar cursos de formação de líderes. “Quando pergunto na sala quem sabe exatamente o que a organização espera dele, poucos levantam a mão. Ao questionar quantos usam 100% do talento que possuem, o silêncio também impera. Nesse cenário, como esperar que consigam escolher a pessoa certa para a função certa?”, indaga.


Primeiramente, a companhia tem que saber exatamente o que pretende, qual a sua estratégia, por que deseja sair do ponto A para o B e como espera alcançar os resultados. “Com as definições, é preciso que todos os departamentos envolvidos conheçam muito bem o seu papel e, principalmente, que este deve ser exercido em prol do coletivo. Não adianta a área de vendas atingir a meta, deixando um enorme rastro de sangue pela empresa”, cita, lembrando que, embora essa prática seja comum em algumas organizações, o preço será cobrado. “Um alto índice de turn over, por exemplo, que implica em custos.”


O panorama acima exige um processo robusto de recrutamento e seleção, que começa na elaboração do perfil, habilidades e competências exigidas para determinada função/cargo e segue até 90 dias após a contratação. “A área de RH deveria fazer parte do conselho, não do organograma hierárquico. Afinal, em tese, tem mais poder que o CEO, pois busca resultados tácitos, relacionados a crenças e valores das pessoas”, defende Binato.


Tempo para escolha


Um processo robusto também demanda tempo. Segundo o especialista, são necessários em média oito meses para preencher uma vaga de liderança. “Engana-se quem pensa que os avanços tecnológicos reduzem esse período. A tecnologia é uma ferramenta que serve para melhorar os indicadores, mas não é estratégia. Não substitui as pessoas no processo, que implica, inclusive, em ajudar o outro a descobrir o que realmente quer”, alerta.


Selecionadas e contratadas para os lugares certos, é preciso um acompanhamento, pois crenças podem ser alteradas ao longo do tempo e a pessoa pode ser tornar errada. “O mais importante é o profissional estar feliz com o que faz. Para isso, o RH possui várias ferramentas que auxiliam os funcionários nessa reflexão”, garante Binato.


A reflexão implica em encarar alguns questionamentos como, por exemplo, se os objetivos da empresa estão em harmonia com o que a pessoa acredita; se as funções e cargo que exerce estão em sintonia com o seu plano de carreira; se o trabalho ainda a faz vibrar ou se apenas cumpre um papel; entre outros que remetem à ideia inicial: um mergulho no seu íntimo, sem medo de fazer mudanças radicais, caso sejam necessárias.
 

Link:
http://www.hsm.com.br/editorias/gestao-e-lideranca/pessoas-certas-nas-funcoes-certas

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por INESUL às 13:05

Gestão de riscos com controles internos

Terça-feira, 21.08.12
 
 
Que em todos os mercados existem riscos, não é novidade. Assim como o fato de que é necessário identificá-los, mensurá-los e preveni-los, de preferência com dispositivos dentro da própria empresa – premissas nem sempre facilmente aceitas pelo empresariado. Ainda há quem veja os controles internos de gestão de risco como custos, os quais, invariavelmente, sempre são reduzidos.
 
"É assustador, não é? As empresas não veem a gestão de riscos como possibilidade de reduzir perdas. Somente se lembram dela em casos de fraudes, perdas de dados de sistemas, problemas com segurança da informação, sucessão de pessoas-chave, etc. A cultura do jeitinho, infelizmente, continua com frases como: 'Vai fazendo, depois pensamos como controlar’ ou ‘O auditor falou, mas quem manda aqui sou eu’, e assim por diante", observa Marcos Assi, sócio-diretor da Daryus Consultoria.
 
O especialista, autor do livro Gestão de riscos com controles internos (ed. Saint Paul), destaca que os profissionais que atuam na área de gestão de riscos brincam com o hábito de serem lembrados apenas para extinguir incêndios, quase nunca pelo sucesso na prevenção ou criação de controles para evitar que os incêndios aconteçam.
 
Ele aponta que o fato de as áreas internas de uma empresa não se comunicarem torna ainda mais difícil qualquer processo de integração ou controle. "Já prestei serviços e trabalhei em grandes instituições nas quais as áreas de compliance, controles internos, segurança da informação, riscos e controladoria não alinhavam as necessidades. Mal sabem eles que a gestão de riscos só funciona com a força do conjunto, ninguém faz nada sozinho. Falta humildade de reconhecer as falhas, defeitos e necessidade de melhorias", garante.
 
Com a corda no pescoço
 
Na prática, em muitos casos, os avanços nessa área só entram em pauta quando existe uma grande crise, como a quebra do banco Panamericano, em 2010. Foi quando até mesmo veículos de comunicação, desacostumados a abordar o tema, saíram a campo em busca de especialistas que pudessem explicar como aquilo pode ter acontecido, se o Banco Central, teoricamente, tinha as ferramentas de gestão para detectar quaisquer problemas em uma instituição financeira.
 
Mesmo que os controles internos não extinguam completamente os riscos, têm como pressuposto minimizá-los. Talvez porque, no Brasil, o tamanho do Estado seja visto como um empecilho ao desenvolvimento, sempre que a palavra “controle” é citada, soa na cabeça do empresário um alarme: burocracia. “Controle de gestão de riscos é, em certos casos, burocracia, sim, mas não basta ter políticas, necessitamos exercitá-las. Afinal, muitos já leram a Bíblia, mas poucos a praticam. Gestão de riscos e controles internos, infelizmente, funcionam assim: escrevemos, publicamos, divulgamos, mas as pessoas não querem praticar”, analisa Assi.
 
Tecnologia exige ainda mais controle
 
O medo da gestão de riscos vira pavor quando se pensa que, na era da informação, o principal ativo de uma empresa pode não ser um bem material. Há algum tempo, manejar riscos de empresas que mexiam com tecnologias da informação era bloquear sites, e-mails pessoais, sites de relacionamento.
 
Como a evolução é um trem desgovernado, com o aparecimento de smartphones, iPads, iPhones e outros dispositivos móveis, a tarefa se tornou quase inglória, mas necessária. Virou um dos grandes campos de batalha para evitar fraudes, perdas de dados e crises empresariais ou sistêmicas. “É difícil acompanhar mesmo. Processamos milhões de bites diariamente”, reconhece Assi. “A questão é cultural e operacional. Os profissionais de diferentes áreas necessitam buscar e acompanhar as mudanças, pois hoje o mundo é virtual, nas nuvens”, conclui.
 

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por INESUL às 12:40

O sucesso do seu projeto depende da comunicação | Parte 1

Terça-feira, 21.08.12
Elaborar um plano de comunicação completo e detalhado ajuda muito na sintonia das ações de cada membro da equipe, minimizando erros, retrabalho e custos.
 
Por Catharina Pinheiro* | Webinsider
 
O plano de comunicação é um documento em que são especificados os propósitos, os métodos e a frequência da comunicação no projeto. É claro que cada projeto deve ter o seu próprio, que dependerá do porte, da complexidade e da duração do trabalho.
 
Mas em qualquer caso um plano de comunicação eficaz serve para:
 
- Assegurar que as informações cheguem às partes certas no momento certo;
- A produção de relatórios de andamento programados para identificar possíveis problemas;
- Motivar as partes interessadas;
- Facilitar a tomada de decisão e o controle de mudanças;
- Definir um processo específico de feedback e resolução de conflitos;
- Garantir que o trabalho em equipe se desenvolva com cooperação e colaboração.

Para isso, o plano de comunicação contém:
 
- As partes interessadas;
- Mensagens personalizadas;
- Os métodos adequados para a comunicação de cada mensagem de acordo com a sua natureza e a parte interessada-alvo;
- Os responsáveis por cada comunicação;
- Um esquema definindo a frequência das comunicações.

Com esse planejamento bem definido, além de garantir que as comunicações sejam feitas no momento certo, da forma certa e para as pessoas certas, haverá maior facilidade de produzir relatórios e uma boa documentação referentes a todas as etapas e decisões tomadas.
 
De posse dessas informações, produzidas rápida e organizadamente, o gerente do projeto terá uma visão muito melhor do andamento das ações e da rede de comunicação estabelecida entre os envolvidos – e, com isso, poderá agir com mais eficiência surgida a necessidade.
 
Em breve, a segunda parte desse artigo! 
 
* Sobre a autora: Catharina Pinheiro (@catharinapin) é Bacharel em Ciência da Computação, tradutora ing port, desenvolvedora e consultora de TI. Possui o blog Tecsollers.
 
 

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por INESUL às 12:35

Cinco razões que fazem os otimistas serem melhores líderes nos negócios

Terça-feira, 21.08.12

Por Luiza Belloni Veronesi  | InfoMoney


SÃO PAULO - Quando se fala em gestão e liderança, a visão de mundo faz a diferença entre ser um bom líder ou não para seus colaboradores. Para o coaching em comunicação, Carmine Gallo, o otimismo é a característica mais importante que os líderes de hoje devem ter.


Cinco razões
Pensando nisso, Gallo publicou um artigo na Forbes sobre as cinco razões que fazem os otimistas serem melhores líderes para seus colaboradores. Ainda não acredita? Confira a lista:


1. Otimistas iniciam o negócio: 
um otimista vê oportunidade onde os outros não veem. Quando a economia está com dificuldades e milhões de pessoas estão desempregadas, o pessimista usa esses fatores como desculpa para não arriscar.


Já o otimista não se deixar levar pelos obstáculos e contratam mais pessoas. Como Winston Churchill disse uma vez: “Os otimistas veem oportunidade em cada dificuldade”.


2. Otimistas têm mentalidade de sucesso: se uma pessoa é pessimista, simplesmente não será bem sucedido em um ambiente econômico difícil, pois não saberá como lidar com ele. Ter pensamentos positivos frente aos problemas faz um gestor seguir em frente e enfrentar outras barreiras.


3. Otimistas são comunicadores inspiradores: inspirar alguém é provocar um entusiasmo dentro dele. Se não pode suscitar esse sentimento por uma ideia, você não é um comunicador forte.


“Eu trabalho diretamente com alguns dos melhores comunicadores do mundo. Todos são mais otimistas que a média da população”, afirma Gallo.


4. Otimistas contagiam pessoas: por mais dura que a vida esteja, alguém sorrindo e ressaltando o lado positivo anima qualquer um. Gallo dá o exemplo de Churchill, que sozinho, virou a opinião pública na Segunda Guerra Mundial com uma série de discursos positivistas: levantou a confiança dos ingleses e deu a eles uma certeza de que poderia lutar e vencer. Os membros do gabinete de guerra de Churchill disseram que suas palavras e atitude fez as pessoas se sentirem mais corajosas com sua presença.


5. Otimistas são imunes ao efeito recência: todos precisam de otimistas no ambiente de trabalho para combater o “efeito de recência”, que, em termo psicológico, significa que as experiências mais recentes são mais lembradas e as experiências antigas são esquecidas.


“Precisamos de líderes que são imunes ao efeito de recência e que vê além da crise atual, lembrando-nos de longo prazo. Nenhuma recessão é sempre tão ruim quanto parece no momento. Se você está cercado por pessimistas é provável que você assuma o mesmo comportamento”, explica ao artigo da Forbes.


Gallo ressalta que hoje o mercado precisa de líderes que inspiram seus profissionais e clientes, passando confiança de que no final, tudo dará certo.


Link:
http://www.infomoney.com.br/carreira/gestao-e-lideranca/noticia/2522679/Cinco-razoes-que-fazem-otimistas-serem-melhores-lideres-nos-negocios

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por INESUL às 12:31

O que uma colmeia tem a ver com Gestão do Conhecimento?

Terça-feira, 21.08.12

Por Carlos Legal* | Portal HSM


Após minha participação no Encontro Sul Americano de Recursos Humanos (ESARH), já relaxando na sauna do hotel, iniciava-se na cidade o XIX Congresso Brasileiro de Apicultura. E numa conversa de sauna com um apicultor que compartilhava aquele espaço comigo e meu sócio, tive a informação de que as abelhas são uma das comunidades mais organizadas na natureza. Mas o que me deixou mesmo impressionado foi saber que o produto mais nobre da colmeia – a geleia real – é produzido por uma glândula localizada na cabeça das abelhas operárias, sendo o alimento da abelha rainha por toda sua vida. Soube também que as abelhas operárias apesar de serem fêmeas, são estéreis, sendo uma prerrogativa e única função da rainha a reprodução da colmeia.


Esse diálogo me fez lembrar duas coisas notáveis: o trabalho de Janine Benyus, consultora em inovação que se inspira no Biomimetismo (área da ciência que tem por objetivo o estudo das estruturas biológicas e das suas funções, procurando aprender com a natureza suas estratégias e soluções); e a ótima palestra de Mário Sergio Cortella que, no mesmo ESARH, explicou o mito grego de Maia, deusa da fecundidade e da energia vital, cujo nome significa literalmente “pequena mãe”.


A palavra Maia dá origem ao termo “maiêutica” (de Sócrates) que sabemos ser a base da metodologia de coaching. Tanto o coach quanto o líder tem a função de fecundar, germinar, promover, polinizar, fertilizar. Aquela conversa me gerou uma instigante curiosidade e entusiasmo pelas abelhas e quase que automaticamente comecei a fazer uma analogia com o ambiente corporativo e a gestão do conhecimento. Em minha posterior pesquisa (consegui um exemplar de um livro raro, que “devorei” em apenas um dia), descobri que uma colmeia, composta por cerca de 90 mil indivíduos, funciona como se fosse um único organismo em que cada abelha atua como uma célula num corpo, servindo o todo num impressionante senso de serviço.


E as analogias não param por aí:


Sobre a função do conhecimento

Na colmeia, as abelhas interagem por meio de uma complexa comunicação e a ação de cada abelha serve a um propósito comum que é buscar, criar, disseminar, utilizar e transformar matéria-prima (néctar, pólen, própolis, água) em produtos úteis para comunidade, garantindo a sua manutenção e sobrevivência. Na empresa, os talentos buscam, criam, disseminam, utilizam e transformam informações em conhecimentos uteis para a empresa para garantir sua sustentabilidade e capacidade de inovação. Isso só é possível se os talentos tiverem um forte senso de identidade com a organização a que servem, com orgulho de pertencer a ela.


Sobre o conhecimento em si

Na colmeia, as abelhas jovens produzem a geleia real por uma glândula localizada em sua cabeça, alimento nobre, que nutre a rainha por todo seu ciclo de vida. Na empresa, os talentos disponibilizam seus conhecimentos tácitos (que estão em suas cabeças) para nutrir o grupo, o líder e a organização em seu intento estratégico.


Sobre a liderança

A única função da rainha é produzir filhos (germinar, fecundar, fertilizar). Quando uma rainha não cumpre seu papel ela é substituída pelas operárias (é a comunidade quem comanda e não a rainha). Nas empresas, a função do líder é nutrir e fertilizar os talentos e os acionistas. O líder que não desenvolve, não germina, não cumpre sua função essencial, perde legitimidade e credibilidade, sendo substituído cedo ou tarde. A liderança que fomenta e estimula o processo de aprendizagem organizacional é um líder polinizador da criatividade e da inovação.


Sobre a utilização do conhecimento

Cada produto colhido ou produzido tem uma função para a colmeia. Nada é desperdiçado. As abelhas armazenam seus produtos em formas hexagonais para otimizar ao máximo o espaço na colmeia. Cada conhecimento tem uma relevância e função estratégica para a organização, devendo ser armazenado apropriadamente (sistemas de informação, banco de dados, processos internos, manuais, etc.) e com livre acesso pelos talentos, para ser usado quando oportuno.


Sobre o contexto capacitante

Há uma interação muito estreita entre a colmeia e o ambiente. Para que a vida da colmeia seja garantida é preciso um contexto que capacite a vida, assim como uma atuação sábia do apicultor para perceber e respeitar os ritmos, as necessidades, o clima e os ciclos das colmeia e assim conseguir alta produtividade. A ganância do apicultor pode destruir a colmeia. A empresa deve garantir um contexto capacitante para que o conhecimento possa fluir. Um bom clima organizacional, onde as pessoas se sintam seguras, encorajadas, reconhecidas e amparadas e donas do processo. Isso é viabilizado por um estilo de gestão que possibilita o desenvolvimento do potencial criativo de todos os talentos, num ambiente de confiança mútua, autonomia e políticas coerentes.


Sobre estratégia

O intento de cada abelha, assim como o da colmeia, é prosperar a vida. O foco central não está num ganho imediato, ou individual, utilizando os recursos naturais, sem destruir a natureza, pois instintivamente sabe que “está nela”, que precisa dela para continuar produzindo e vivendo. Sustentabilidade faz parte de sua estratégia, pois retira da flor só o que precisa e quanto mais trabalha, mais contribui para a polinização, garantindo recursos no futuro. Na empresa, o foco central deve estar na estratégia e no valor de seu capital intelectual e não na perspectiva de um lucro imediato. A sustentabilidade deve ser incorporada nas estratégias empresariais, não como retórica, mas como um compromisso genuíno com a vida, com as gerações futuras e com a felicidade no presente. O conhecimento, quanto mais circular, mas se multiplica.


Concordando ou não com minhas reflexões, uma coisa é certa: a natureza é uma impressionante professora de 5 bilhões de anos, com modelos testados, aprovados e melhorados que nos convida sem imposições a ajustar as lentes de nossa percepção para um olhar mais atento das complexidades a nossa volta. E uma característica notável da Sociedade do Conhecimento é que para aprender, não precisamos ser ensinados. Basta apenas fazer como as abelhas, colher e digerir o conhecimento, dando função a ele.


*Sobre o autor: Carlos Legal é graduado em administração de empresas com pós-graduação em gestão estratégica do conhecimento e da inovação. Empresário, consultor organizacional e palestrante. Professor convidado de cursos de pós-graduação. Sócio-fundador da Legalas Educação e Qualidade de Vida.


Link:
http://hsm.com.br/editoriais/gestao-e-lideranca/o-que-uma-colmeia-tem-ver-com-gestao-do-conhecimento

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por INESUL às 12:30

7 lições de sucesso dos campeões olímpicos que podem ajudar sua carreira

Terça-feira, 21.08.12

Por Sílvio Celestino* | Administradores.com

 

 

Em época de Olimpíadas, olhamos esses semideuses descerem do Olimpo e nos encantarem com seus desempenhos inacreditáveis. Impossível olhar para eles e não perguntar: como conseguem?

 

 

 

O mundo se transforma a todo instante. Os mercados, as empresas e os indivíduos nunca permanecem os mesmos. Devido a essa transformação constante, que na maior parte do tempo é muito lenta e imperceptível, todos nós somos convidados a nos adaptar e nos transformar também. Estar consciente dessa realidade é que nos permite escolher. Aceitamos a transformação ou resistimos a ela?

 

 

 

Os que resistem à transformação imaginam que o mundo será como antes. Acreditam que as condições que permitiram seu sucesso no passado se repetirão e, portanto, não precisam se aprimorar, apenas esperar. Em geral, é o que fazem.

 

 

 

Já aqueles que aceitam a transformação, sabem que precisam se adaptar constantemente, pois seu aprendizado torna-se obsoleto a cada instante, e que ficar parado, nessa realidade, equivale a morrer em vida.

 

 

 

Aqueles que melhor se adaptam às transformações, em geral, são os que se tornam líderes. São eles que contribuem para o desenvolvimento dos demais, liderando um processo que também é transformador.

 

 

 

Nesse sistema de adaptação e melhoria contínua, é que observamos o quanto temos a aprender com os atletas olímpicos.

 

 

 

Seja treinável

 

Existem muitos cursos que se propõem a ensinar o profissional a ser líder. Não conheço nenhum que o ensine a ser liderado. Entretanto, para se desenvolver precisa de uma competência fundamental: ser treinável. Isso significa, conscientemente, abrir mão de se auto-orientar para receber o treinamento de alguém que, reconhecidamente, é capaz de auxiliá-lo a aprimorar-se.

 

 

 

O problema de alguém tentar fazer isso sozinho é que, provavelmente, não usará um método reconhecido. A consequência é que demorará muito para aprender, e o resultado será duvidoso.

 

 

 

Os melhores atletas são treináveis, dedicam-se ao treino de corpo e alma por anos a fio.

 

 

 

Aprenda a lidar com as frustrações

 

Mesmo que dois ou mais atletas desempenhem com perfeição sua modalidade, somente um será o campeão. Para competir, um atleta deve saber lidar com a derrota. Nesse sentido, significa aprender com ela. Na raiz da palavra competição está o conceito de que seu oponente dará o melhor de si, e você deverá fazer o mesmo. E, nesse exercício, ambos cooperarão para o aperfeiçoamento mútuo.

 

 

 

Em nossa cultura, as pessoas têm um relacionamento fatalista com a derrota. Como se ela fosse definitiva, vergonhosa e não devesse acontecer. Com esse pensamento, é difícil se aprimorar. A derrota é apenas um feedback para dizer ao indivíduo que, da forma como ele está fazendo, não funciona. Portanto, deve fazer de outro modo. Aumentar seu repertório e aprimorar-se.

 

 

 

Ganhar jogando mal

 

Um campeão não é aquele que se apresenta competindo bem o tempo todo, mas aquele que, mesmo em um dia infeliz, consegue vencer. Quando observamos os grandes, vemos claramente que são capazes de arrancar uma vitória em momentos em que não estão no seu melhor ou quando cometem erros. Isso exige reconhecer que somos humanos e, como tal, não estamos todos os dias em nosso melhor momento. Portanto, temos de aprender como fazer para arrancar o resultado necessário em um dia difícil.

 

 

 

Ganhar dos desonestos

 

No campo, assim como na vida, não temos condições de escolher 100% das pessoas com quem vamos nos relacionar. E encontraremos aquelas que não jogam pelas regras do jogo. Temos de identificá-las e ganhar delas também. Se não desenvolvermos essa competência, chegaremos ao fim de nossa carreira lamentando a má sorte de termos tido nosso tapete puxado.

 

 

 

Além de identificar essas pessoas de má índole em nosso campo de atuação, temos também de ter muito cuidado com os juízes. Isto é, aqueles que determinam o jogo, quando é falta e o que é válido. Refiro-me a líderes que deveriam saber que seu papel principal é desenvolver pessoas e assegurar as condições para que isso ocorra. Entretanto, muitas vezes são eles os elementos desonestos. Portanto, temos de ter habilidade para identificá-los e, na maioria das vezes, endurecer o jogo para que possamos sair vencedores nessas situações. Mas saiba que, no caso de juízes desonestos, por vezes a única saída é aceitar a derrota na partida e esperar a próxima oportunidade.

 

 

 

Treine todas as suas dimensões

 

Não adianta um atleta estar preparado fisicamente, mas ser fraco emocionalmente. O preparo mental é tão importante quanto o atlético. É fundamental que o atleta desenvolva a mente para suportar os rigores do treino e as pressões das situações desfavoráveis durante a competição. Um profissional na empresa deveria fazer o mesmo.

 

 

 

Em geral, as pessoas são contratadas por suas habilidades técnicas e demitidas por seu comportamento. Nada causa mais dano à carreira do profissional que seu despreparo emocional, incapacidade de lidar com a política da organização e aceitar os paradoxos empresariais. Amadurecer significa percorrer uma estrada rigorosa, mas nem todos estão dispostos a fazê-lo.

 

 

 

Vença os desequilíbrios

 

A vida é injusta, acostume-se a isso. Nas competições, os atletas americanos possuem mais recursos que os demais. Na China, eles usam o esporte como propaganda política, portanto, há um apoio ao esporte muito mais intenso que no Brasil.

 

 

 

Em Londres são mais de 14.000 atletas e somente 302 medalhas de ouro. Não importa o quanto tenha se esforçado, a maioria voltará somente com a lembrança de ter participado do evento.

 

 

 

Se nós formos esperar por maiores e melhores políticas de incentivo ao esporte, recursos para educação e justiça para fazer o que tivermos de fazer para vencer, aguardaremos indefinidamente.

 

 

 

Em nossa carreira, com frequência, ocorre o mesmo: as dificuldades para estudar e graduar-se são enormes. A competição para ingressar nas empresas é brutal. Em seu interior, a pressão por resultados, as jornadas exaustivas e as cobranças são constantes. Isso sem falar nas deslealdades e condições desbalanceadas provocadas por paradoxos, políticas e favorecimentos. Acostume-se com isso. Não há empresa perfeita.

 


 

Vencer vale a pena

 

Competir é a essência do espírito olímpico. Mas competir para vencer. Ou seja, um atleta nos jogos deve competir para ser vencedor, e não somente para participar.

 

 

 

Na empresa, e de certo modo na vida como um todo, precisamos ser incansáveis, não nos paralisar diante do medo, recusar a ser insignificantes e nos recuperar dos fracassos.

 

 

 

A vitória é reservada somente para aqueles que não desistem. E vale cada segundo da jornada.

 

 

 

Vamos em frente!

 

 

 

PS: meu mais profundo respeito e agradecimento a todos os atletas brasileiros que nos representam na Olimpíada de Londres.

 

 

 

*Sobre o autor: Silvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching  e autor do livro "Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira". No Twitter: @silviocelestino. 

 

 

 

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por INESUL às 12:16


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