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Liderança: veja características que os líderes devem ter para influenciar empresas positivamente

Quinta-feira, 22.11.12
Por Ricardo M. Barbosa* | Administradores.com.br
 
Cada vez mais as empresas buscam colaboradores com características de liderança. Mas, qual a real importância de líderes para empresas? O líder é quem cria o ambiente de motivação e influencia os membros da equipe e os stakeholders (pessoas que são impactadas dentro ou fora de uma organização) a agirem numa determinada direção para alcançar os objetivos estabelecidos.
 
Em resumo, se uma empresa tem objetivos e os quer atingir, estes devem estar em concordância com o que pensam os seus líderes, fazendo com que sua influência seja sempre positiva. Assim, as principais características de um líder são as seguintes: ser honesto, carismático, bom ouvinte, determinado, preparado para assumir riscos, preparado para trabalhar sobre pressão, sabe delegar atividades, corajoso, positivo, percebe oportunidades e estrategista.
 
Porém, não é só isso. A liderança dentro de uma organização deve ser sempre compartilhada entre colaboradores e gestores. As características que o líder tem que potencializar são:
 
- Paixão pelo que faz para que haja inspiração e entusiasmo;
 
- Integridade para haver confiança, engajamento, sinceridade, maturidade com base em experiências passadas e busca pela melhoria contínua;
 
- Curiosidade de sempre estar buscando novas informações e alternativas;
 
- Audácia de arriscar quando necessário e assumir um posicionamento;
 
- Autoconhecimento, pois só olhando para dentro que o líder saberá os seus limites e como agir com os parceiros.
 
Para os casos de a liderança ter reflexo negativo para a empresa, uma saída é o reconhecimento da existência dessa característica e trabalhá-la como ponto de melhoria sem nunca julgar. O segredo é focar e trabalhar nos pontos positivos.
 
Se você esta pensando que as pessoas com que trabalha não se enquadram nestas características de liderança, não precisa ficar preocupado, pois a liderança pode ser desenvolvida com base nas experiências passadas e através de ações de capacitação. Existem cursos que são focados em atividades práticas e vivenciais que ajudaram nesta habilidade interpessoal.
 
Por fim, o mais complicado: como reter estes profissionais? Com certeza terá que ser traçada uma estratégia. E saiba: o líder não é só movido a salários como muitas organizações acreditam. Eles são movidos a desafios. Eles são pessoas que buscam o crescimento e o reconhecimento profissional. Ao atingirem estes objetivos, o dinheiro será apenas uma consequência.
 
*Sobre o autor: Ricardo M. Barbosa - é diretor executivo da Innovia Training & Consulting, além de engenheiro de Produção formado pela Universidade Paulista - UNIP, pós-graduado em Gestão de Projetos pela Fundação Vanzolini da Universidade de São Paulo – USP, especialista em Project Management pela Fundação Getúlio Vargas – FGV/SP e possui o certificado pelo PMI (Project Management Institute) como PMP (Project Management Professional). É professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst & Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler. 

Link:
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/lideranca-veja-algumas-caracteristicas-que-os-lideres-devem-ter-para-influenciar-empresas-positivamente/66741/

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Execução com simplicidade e comunicação

Quinta-feira, 22.11.12
Olhar além do horizonte em busca de novas estratégias; fazer com que o trabalho seja realizado; e metodologia para se adequar às mudanças. Esses são os três pontos-chave que, segundo Ram Charan, fazem um bom executor.
 
Planejamento, preparação, recrutamento. Todos esses itens e outros dependem de um elemento para fazer sentido: execução. Mesmo com toda a importância da ação, este é um dos tópicos mais difíceis de serem trabalhados dentro de uma companhia. "Uma boa execução necessita antes de simplicidade, especificidade, disciplina e clareza na comunicação entre líderes e subordinados", defendeu o aclamado consultor de negócios e autor de vários best-sellers , Ram Charan, na sua palestra, a última do Fórum Mundial de Alta Performance, organizado pela HSM.
 
Segundo Charan, há três processos-chave na execução:
 
1. Olhar para além do horizonte. Observe uma boa idéia que torne você melhor. Leia muito e procure por novas estratégias. Sem idéias não há execução.
 
2. Líderes não fazem; fazem com que seja feito. Então faça com que aconteça. "O líder não pode estar na defensiva, mas sim na ofensiva. Atitude e energia são os elementos que importam na hora de executar", afirmou.
 
3. Metodologia sistemática. Perceba as mudanças que sempre acontecem e saiba executar dentro das novas conjunturas.
 
Blocos de construção – Segundo Charan, para que a execução de um trabalho seja bem feita, os líderes têm de ter em mente alguns elementos principais que regem o seu negócio:
 
1. Aprender como o seu negócio dá dinheiro.
 
2. Definir as prioridades.
 
3. Alocar as pessoas certas nos cargos certos.
 
4. Gestão adequada do sistema social –o fluxo de informação deve ser rápido e eficaz, caso contrário a execução não funciona.
 
5. Hábitos pessoais daqueles que executam bem. Alguns hábitos dos executivos são essenciais para a melhor execução, como dar sempre um feedback aos seus subordinados, acompanhar a realização das tarefas e dar ênfase no treinamento.
 
Exercício e diferenciais – Charan propôs a realização de um exercício entre os participantes. O palestrante pediu para que todos se separassem em duplas e pensassem no nome de uma empresa de sucesso e como esta companhia conseguiu colher bons resultados. "Esse exercício é muito importante porque uma empresa, seja qual for, precisa ganhar dinheiro. Negócios diferentes têm margens diferentes. O que faz o diferencial é o know-how de como ganhar esse dinheiro", destacou.
 
Segundo Charan, o que faz a execução dentro de empresas de sucesso como a General Electric e Dell se destacarem é a simplicidade com que pensam os seus líderes. Para o palestrante, há três requisitos básicos para um bom gestor: gerar dinheiro em caixa ao final do dia; saber vender para contar com esse numerário; e definir uma margem segura. "Não há nenhum negócio neste mundo que não consiga ser resumido nesses três itens", sentenciou.
 
Conexão – Por fim, Charan enfatizou a importância de uma comunicação bem feita dentro da empresa. Segundo ele, dentro dos mecanismos operacionais de uma companhia, há uma série de elementos importantes, como reuniões estratégicas, análise de orçamento, revisão de talentos etc. Porém, essas estruturas apenas funcionam corretamente se houver uma ampla comunicação e conexão entre essas diferentes engrenagens.
 
"Grandes presidentes de grandes empresas fazem essas relações entre diferentes elementos. O poder da execução está na conexão", concluiu.

Link:
http://www.hsm.com.br/artigos/execucao-com-simplicidade-e-comunicacao

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por INESUL às 10:47

Como alavancar as vendas nas datas comemorativas

Quinta-feira, 22.11.12
 
O comércio vive de promoções. O lojista que deseja aproveitar melhor as datas especiais e comemorativas do ano deve mobilizar os colaboradores para em conjunto planejarem tudo com antecedência.    
 
É preciso ir além das seis datas clássicas do varejo, que são natal, páscoa, dia das mães, dia dos namorados, dia dos pais e o dia das crianças. Use para isto a criatividade para criar novas motivações de compras, principalmente para os outros seis meses do ano. Definido o calendário das datas e períodos a explorar comercialmente com mais intensidade, o próximo passo será definir:
 
– O público-alvo
 
– O mix de produtos e serviços
 
– A preparação da equipe
 
– As promoções motivadoras
 
– A organização do ponto de venda
 
– As ações de comunicação e divulgação
 
Público-alvo
 
Entende-se por público-alvo o grupo de consumidores potenciais com características semelhantes para os quais uma empresa deseja vender. Exemplo: jovens de 18 a 24 anos, solteiras, da classe C, que estudam e trabalham.
 
Mix de Produtos e Serviços
 
Significa definir quais tipos de produtos serão comercializados, cuidando para não cometer falhas como:
 
– Comprar em demasia e em consequência ficar com o setor de estoques abarrotado
 
– Comprar pouco e perder vendas por falta de produtos na loja
 
– Realizar compras sem consultar os vendedores, que mais sabem o que os clientes desejam
 
– Comprar com base no seu gosto pessoal, sem considerar que está comprando para os clientes
 
– Desconhecer as tendências da moda e os objetos de desejo dos clientes alvos 
 
Preparação da Equipe
 
Lembre-se que ainda não foi inventada uma pílula de motivação que faça um colaborador fazer algo que ele não saiba fazer.  Se for necessário reforçar a equipe de vendas, por favor, não contrate colaboradores rapidamente, para não sofrer lentamente.  Contrate com profissionalismo, sem cometer falhas como:
 
– Admitir funcionários inexperientes alguns poucos dias antes das datas comemorativas para economizar em salários
 
– Contratar a filha da dona da fruteira porque é “gente boa”, honesta e trabalhadeira
 
– Contratar pessoas que depois terá dificuldades de demitir, tais como parentes e amigos.
 
Lembre-se que este tipo de contratação de última hora poderá atrapalhar mais do que ajudar. 

Promoções Motivadoras
 
Em datas que o comércio e a mídia criam um clima geral de compras, não é necessário ficar baixando preços para vender.  Aproveite a ocasião para cadastrar até mesmo os clientes que compram a vista. Distribua cupons de descontos para somente serem utilizados nas épocas em que as vendas são baixas. Exemplo: distribuir cupons em dezembro para serem descontados nas compras nos meses de janeiro e fevereiro do próximo ano. 

Ponto de Venda
 
Organize o ponto de venda de modo a facilitar as compras e melhorar a produtividade:
 
– Boa exposição facilita a escolha por parte dos clientes
 
– Deixe as embalagens pré-prontas para presentes
 
– Tenha etiqueta de preços em todas as mercadorias expostas
 
– Fuja da tentação de querer expor todo o estoque da loja nas vitrines
 
– Não permita cabides e prateleiras vazias ou demasiadamente cheias, sem mobilidade
 
– Evite excesso de cartazes com proibições e excesso de adesivos nas vitrines
 
– Zele pela boa comunicação e sinalização: as mensagens devem ser claras e de rápido entendimento
 
– Providencie espaço e atividade para os acompanhantes não atrapalharem as vendas (crianças e maridos)
 
Ações de Comunicação e Divulgação
 
Utilize os meios de comunicação mais acessados pelo seu público. Uma excelente promoção poderá não ter sucesso devido a falhas na comunicação. Escolha os meios de divulgação de interesse do seu público, não da sua preferência. Não caia na besteira de decidir os meios de comunicação pelo preço, pois se não atingir o mercado-alvo, o barato sairá muito caro. Não ignore a divulgação através das redes sociais, pois são os meios de comunicação mais em evidência.
 
Você é quem define o que comemorar e promover! Crie, inove e invente novas oportunidades para aumentar o faturamento.
 
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por INESUL às 10:46

Fim de ano: hora de bater as metas

Quinta-feira, 22.11.12

 

Todo ano é a mesma coisa. Chega o mês de novembro e a equipe está mobilizada em torno de um mesmo propósito: bater suas metas. Seja pela manutenção da sua posição na organização ou pelo bônus financeiro que envolve alcançá-las, as metas podem render muita dor de cabeça aos funcionários e, principalmente, aos gestores e empreendedores.

 

Antes de mais nada, as metas precisam ser bem elaboradas no planejamento do começo do ano. Muitas vezes, algumas são traçadas sem qualquer parâmetro. Mesmo com elas bem estruturadas, os resultados não foram os esperados, primeira coisa é avaliar se é possível alcançá-lo.

 

Se ficar claro que as metas não foram bem estabelecidas, o gestor deve reunir o time todo, reconhecer que não foi realizado um bom trabalho e determinar a validade de se empenhar um pouco mais no fim do ano para chegar o mais perto possível de atingi-las. Caso esta seja a decisão,fragmente tudo em metas menores. Não se trata apenas de estipular objetivos para o time, mas de mapear o que tem de ser feito semana a semana.

 

Muitas vezes, a razão do planejamento se perde com o passar dos meses. É importante relembrar os motivos de cada um fazer o que faz.  Todos devem entender como aquela determinada meta pode contribuir para a organização. Cada meta individual impacta em uma meta de área, que, por sua vez, impacta em metas maiores.

 

O empreendedor deve “ficar em cima” de seus funcionários, mas isso não significa pressioná-los todos os dias. Agende reuniões ou fóruns semanais nos quais as atividades sejam acompanhadas. Não abandone o seu time. O bom gestor precisa motivar sem estressar, portanto, o caminho do equilíbrio é não massacrar nem passar a mão na cabeça de ninguém.

 

Não deu para bater a meta. E agora? Este é um momento propício para reforçar a cultura e os valores da empresa. Não tente atenuar o fato de uma meta não ter sido batida, todas são importantes e nenhuma deve ser deixada de lado. É hora de reunir a equipe e alinhar quais metas não foram atingidas e onde na organização isso terá algum impacto.

 

Não aponte culpados nem exponha ninguém. Apenas levante os fatos, suas causas e as ações que serão tomadas em seguida. Tudo deve estar pautado em números, dados, projetos e outras metas. Não esqueça de que é comum não bater uma meta por haver “muita coisa no prato” e por dificuldades para gerir o tempo. Este é o momento de deixar os fatores claros para um melhor planejamento do ano seguinte.

 

No entanto, todas as punições previstas devem ser aplicadas, como o desconto na remuneração, pois aliviar demais pode criar uma descrença em relação à gestão da empresa. É muito comum ver empresas que, mesmo quando não batem uma meta, acabam cumprindo da mesma forma a promessa de bônus. Entender o cenário geral e aplicar as penalidades previstas, como deixar de dar os bônus, faz parte da cultura de uma empresa.

 

É comum que os últimos meses do calendário sejam os mais atribulados do calendário. No Brasil, com o Carnaval, o primeiro semestre acaba tendo menos de seis meses. Dependendo do ramo da empresa, a dinâmica é diferente. No setor do varejo, por exemplo, o segundo semestre é muito mais forte em função das datas comemorativas, como o Natal. Para mudar esses parâmetros, trace uma meta de meio de ano, com reunião formal, alinhando o que teria de ser feito durante o primeiro semestre e não foi.

 

Todos os funcionários devem saber qual era a expectativa, portanto, a discussão não deve ficar centralizada apenas entre os gestores. Além disso, se o gestor entender o que pode ser antecipado, como a agenda de eventos, geralmente concentrada no fim do ano, e já estabelecer como meta, é ótimo para que o fim de ano seguinte não seja como o anterior, corrido e apertado.

 

 

* Por Vinícius Victorino, da equipe de Cultura Empreendedora, com a colaboração de Letícia Queiroz, diretora de Gente & Gestão da Endeavor Brasil.

 

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por INESUL às 10:46

Os 5 princípios para construir um bom relacionamento com sua equipe

Quinta-feira, 22.11.12

Por Luiza Belloni Veronesi | InfoMoney

 
SÃO PAULO - Como tornar seus empregados fiéis à empresa e fazer com que eles continuem motivados diariamente? Uma publicação recente da Forbes mostra que não é tão difícil como parece. O empregador pode seguir cinco princípios básicos e mostrar aos seus funcionários um maior nível de garantia sobre seu compromisso com a empresa. Confira eles:

Responsabilidade
Mostre aos seus empregados que você confia neles, distribuindo responsabilidades que realmente capacite-os e que os façam sentir parte importante da empresa. Incentive-os a dominar novas habilidades, competências e capacidade e dê preferência aos profissionais que já fazem parte da empresa caso haja possibilidade de promoções ou abertura de cargos de liderança.
 
Respeito
Os profissionais querem ser respeitados como pessoas e que suas contribuições sejam apreciadas. Se você não reconhecer o esforço de seu trabalho, seja porque está ocupado demais ou distraído com seus próprios interesses, eles provavelmente se sentirão insatisfeitos e irão procurar outro lugar que os motivem.
 
Todos os profissionais devem ser tratados com respeito. Isso não significa a permanência eterna das pessoas em sua empresa, mas o respeito que você tem com os outros e de suas realizações sempre causaram boas impressões.
 
Participação nos lucros e resultados
Reserve uma parte do salário de todos os funcionários para o desempenho da empresa. Isso só não irá motivá-los a trabalhar melhor, mas vai alinhar os interesses da empresa (lucro) com um incentivo extra para sua permanência à medida que vão crescendo na carreira – e na empresa.
 
Os profissionais se sentem muito mais envolvidos e fazem parte da empresa neste modelo, pois sua participação trará resultados para eles também, diretamente. Para as pequenas empresas com elevado potencial de crescimento, esta é uma forma eficaz de atrair os melhores talentos. É também uma boa maneira de resistir às tempestades financeiras e recompensar os empregados generosamente quando os tempos são bons.

Recompensa
A recompensa é semelhante ao respeito e à PLR, mas vai além de recompensas monetárias e entra no campo da gratidão. Se sentir agradecido pelo trabalho de seus empregados é importante. Ofereça prêmios entre as equipes, realize festas da empresa, apoie empregados que estejam passando por momentos difíceis (com sua família ou consigo mesmo), entre outras atitudes que demonstrem afeto e reconhecimento ao profissional.
 
Tempo para todos
Entenda que seus empregados têm família ou podem ter recessos ocasionados por doenças ou gravidez. Lembre-se que é o trabalho que permite que a empresa cresça, mas também não esqueça de permitir que seus profissionais aproveitem suas vidas quando estão fora do escritório.
 
Dê a eles a oportunidade de recuperar o fôlego de uma tarefa para a próxima. Você pode fazer isso através de um incentivo de equipe, com escalas de descanso ou atividades que diminuam a pressão do ambiente. Em suma, mantenha os objetivos da empresa, mas não elimine um dia ameno ou divertido de vez em quando.

Link:
http://www.infomoney.com.br/carreira/gestao-e-lideranca/noticia/2604397/principios-para-construir-bom-relacionamento-com-sua-equipe

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por INESUL às 10:45

Enxurradas de e-mails

Quinta-feira, 22.11.12
Por Carlos Eduardo Dalto* | Portal HSM 
 
As empresas se esforçam: fazem campanhas de conscientização, distribuem manuais, estabelecem regras, desenvolvem workshops sobre como utilizar de forma eficiente essa ferramenta de comunicação chamada e-mail. Mas a caixa de entrada insiste em permanecer abarrotada. Por isso, horas são dedicadas a responder às mais diversas solicitações – de troca de informações necessárias ao trabalho a questões comportamentais. Mas o problema persiste: por que dispendemos tantas horas do dia a dar vazão aos e-mails? Será que é possível melhorar essas estatísticas? 
 
O volume de e-mails deixou de ser uma questão somente técnica, com regras de uso baseadas na etiqueta e no bom-senso. Adotar o gerenciamento eficaz deles é parte importante na tentativa de racionalizar o uso desse meio de comunicação. Mas não é a única alternativa. É preciso analisar, com critério e profundidade, se é possível melhorar esse fluxo. Quando nos dispomos a realizar esse exercício, acabamos identificando problemas gerenciais que precisam de tratamento adequado. Apenas definir regras disso ou daquilo é gerenciar com base no sintoma e não na causa do problema.
 
Essa questão me chama atenção há algum tempo e aproveitei um conjunto de seminários para empreender uma pesquisa. Cerca de 115 líderes, de médio escalão, atuando em grandes empresas, responderam a duas perguntas: quantos e-mails recebiam, em média, que precisavam de algum tratamento e quanto tempo dispendiam diariamente para respondê-los. Os resultados assustaram: a média diária de e-mails que precisam de algum tipo de tratamento – responder, analisar ou encaminhar – superou os 100. Em geral, esses profissionais consomem cerca de 3,5 horas de seu dia nessa atividade. Não raro, há relatos de profissionais que consomem até 5 horas entre respostas e encaminhamentos de e-mails. 
 
Essa situação nos alerta para algumas habilidades gerenciais importantes, que precisam ser reanalisadas, tendo como foco os seguintes pontos: 
 
1. Deficiências na escolha do canal de comunicação
 
Não temos dúvida de que a comunicação é um dos gargalos das empresas. Uma competência essencial para um líder ter sucesso é escolher o canal correto para transmitir e trocar informações. Não dá para tratar tudo por e-mail. É preciso compreender do que trata o conteúdo da mensagem e qual o contexto em que essa informação acontece. Aí, sim, dar a ela um tratamento de canal adequado: por telefone, via mural, em reunião ou ainda, o velho e bom “face a face”. 
 
Engana-se quem acredita que somente os meios mais modernos, como o e-mail, por exemplo, são os únicos que devem ser utilizados. Antigos canais ainda continuam sendo meios de comunicação que precisam ser estimulados. Um caso de benchmarking que tem funcionado muito bem são as pages – páginas criadas em redes corporativas e intranets, utilizadas para propagar informações de uso coletivo ou específico a um grupo. Essas páginas podem ser vinculadas a programas de e-mails ou redes colaborativas. Elas facilitam a comunicação grupal e, consequentemente, diminuem o fluxo de mensagens na caixa postal.

2. Planejamento inadequado
 
Gestores que planejam adequadamente suas atividades e de suas equipes tendem a administrar melhor sua rotina e passam a utilizar ferramentas de gestão para trocar informações. A utilização de fluxogramas de processos, cronogramas de acompanhamento, planilhas de análises, cotações e quadro de distribuição de atividades são alguns exemplos de ferramentas que auxiliam na gestão da informação. Quando bem elaborados e disponibilizados a grupos de trabalhos, departamentos ou membros de projetos, reduzem significativamente o uso de e-mails. Os envolvidos passam a recorrer a esses meios para buscar as informações de que precisam. 
 
Essas ferramentas, além de importante forma de compartilhar informação, contribuem para o alcance dos resultados almejados. Planejar é decidir por antecipação. Consequentemente, ao utilizar essas ferramentas, tenderão a diminuir os temidos “urgentes” dos e-mails.
 
3. Delegação inadequada ou falta de delegação
 
Definir corretamente os critérios, antes de delegar uma atividade, escolher adequadamente quem irá executar e como será realizada a tarefa são componentes fundamentais da estratégia para diminuir o fluxo de e-mails das caixas postais. Para tanto, é preciso ter claramente definidos, a todos em uma equipe, em seus diversos níveis hierárquicos, as respectivas autonomias e responsabilidades. 
 
Durante a pesquisa, observou-se que a busca pelo perfeccionismo extrapola os critérios de “quem deve fazer o quê”. Foram expressivos os comentários sobre a necessidade das informações serem repassadas aos superiores, o que demonstra claramente falta de confiança mútua. Essa prática, caracterizada por centralização do poder e tomada de decisão, emperra a autonomia e gera trocas desnecessárias de e-mails.
 
4. Medo de errar
 
Apresentou-se como uma importante dificuldade observada durante a pesquisa. A aversão ao risco faz com que as pessoas disparem e-mails sobre tudo e a todos. De um lado, está o medo de tomar uma decisão e depois ser culpado, caso a decisão não esteja correta ou de acordo com os padrões. Nesses casos, os líderes optam pela segurança e buscam aval de seus superiores, mesmo em seus níveis de autonomia. E, ainda, medo de serem responsabilizados por não informar alguém. Na dúvida, e-mails a todos! Afinal de contas, melhor sobrar do que faltar! E ali está, mais um e-mail a ocupar a caixa de entrada.
 
Considerações finais
 
Esses quatro pontos analisados são aspectos que merecem especial atenção na análise do fluxo de e-mails. São questões comportamentais que se sobrepõem às técnicas. Fazer com que líderes e liderados reconheçam essas fraquezas e trabalhem para revertê-las, evita retrabalho, a sensação de “faço, faço e sempre estou abarrotado de trabalho”, além de diminuir a ansiedade. Mas, principalmente, dá tempo ao líder para realizar o que lhe compete por excelência: suas atividades importantes. 
 
Uma caixa postal “gritando” para ser esvaziada não pode ser motivo para renegar o planejamento primordial do setor, o treino e desenvolvimento de sua equipe, estudo de novos métodos de realização do trabalho, acompanhamento das tarefas e pessoas ou formas de contribuir com o desenvolvimento da empresa.
 
*Sobre o autor: Carlos Eduardo Dalto, o professor Dalto, é administrador e mestre em marketing pela Universidade Estadual de Londrina. Atua como professor dos MBAs em Gestão de Projetos e Comercial da Fundação Getúlio Vargas. É também consultor do Instituto MVC/São Paulo em Liderança e Negociação e diretor de Educação Corporativa da METHODOS.

Link:
http://www.hsm.com.br/editorias/gestao-e-lideranca/enxurradas-de-e-mails

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por INESUL às 10:45

O desafio de desafiar equipes!

Quinta-feira, 22.11.12
 
Desafio que se preze envolve riscos: se tivermos certeza que uma tarefa poderá ser cumprida, por definição ela deixará de ser desafiadora. Não é à toa que os desafios geram ansiedade!
 
Até certo ponto, a ansiedade é positiva: gera adrenalina, deixa as pessoas mais alertas, o chamado frisson. Em excesso, gera stress e baixo desempenho.
 
Como desafiar diferentes pessoas? Sabemos que para cada indivíduo o desafio tem um peso. Algumas pessoas se alimentam com o teste às possibilidades, outras podem tornar-se improdutivas diante de desafios que lhes pareçam difíceis. Está a cargo do líder conhecer a dose de arrojo que cada um pode conter.
 
Outros aspectos importantes para a delegação de desafios são:
 
Foco
Toda empreitada necessita de várias competências para ser realizada. Imagine alguém que deve fazer uma venda que envolve uma apresentação elaborada em inglês a um grupo de clientes: Para alguns, o desafio pode ser falar inglês, para outros a própria apresentação. Nesse caso, o líder deve garantir, por meio de treinamento prévio, que nenhum desses requisitos roube a atenção do colaborador. O foco deve estar no que interessa: a venda, que já é um desafio e tanto.
 
Reconhecimento
Adianta pouco uma pessoa cumprir um desafio sem ser recompensada, nem que seja moralmente (com um “parabéns”, por exemplo,). 
Atuei em uma empresa na qual vários de seus funcionários eram carentes de estudos. Tratava-se de um discurso antigo, mas pouco eficaz, pois não havia recompensas aos que estudavam, nem punição aos que não estudavam. Sugeri que a empresa desafiasse seus funcionários a voltarem a estudar. A equipe deveria ter todos os membros de uma área específica com diploma de curso superior e aqueles que já tinham eram estimulados a fazer especializações. Evidentemente era um desafio de longo prazo, mas foram estabelecidas metas e objetivos individuais – ser admitido na faculdade, boas notas na prova de estatística e assim por diante. Toda graduação era celebrada publicamente e as pequenas vitórias constavam do quadro de avisos.
 
Reforço Positivo
Uma bronca ou punição pelo não cumprimento de um desafio pode abalar a auto-estima de um colaborador a ponto de ele não se motivar mais para os próximos desafios. É claro que o não cumprimento de um desafio merece uma análise e feed-backs sinceros, mas nada que arrase a moral do colaborador. O líder deve ter em mente que, num mundo competitivo como o nosso a própria pessoa tende a se punir interiormente, além de ficar com a imagem abalada perante o resto da equipe.
 
Alerta para as Justificativas
Verifique porque o colaborador não quis ou não conseguiu realizar a tarefa e se prontifique a oferecer suporte técnico e psicológico, dependendo do que V. acredita que ele vai precisar.
 
Fuga
Se seu colaborador achar uma forma de devolver a tarefa a você, não preencherá os requisitos de auto-estima e capacitação que poderão alavancá-lo. Se V. perceber a pessoa realmente não está capacitada para realizar a empreitada, ajude um pouco. O colaborador precisa perceber no que os desafios contribuem para a ascensão de sua carreira.
 
Sobrecarga
Não torture seu colaborador com desafios. Permita algumas tarefas com as quais ele se sente bem. Não é o caso de mergulhá-lo em sua Zona de Conforto, mas sim de deixá-lo empregar a energia do desafio naquilo que ele e a empresa precisam.
 
O desafio é uma grande fonte de aprendizado e auto-confiança. É como cachaça, vicia. Um poderoso instrumento para que as pessoas e as empresas não parem de evoluir.

Link:
http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=592

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por INESUL às 10:41

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Segunda-feira, 12.11.12
Eventos gratuitos para sua participação!




 



1) Palestra com Mario Sergio Cortella



Local: FIESP/CIESP – São Paulo/SP



Data e horário: 22/11, às 19h00



Tema: “A Arte de Liderar – Cinco competências essenciais”




Evento gratuito – Vagas limitadas!



Inscrições: basta enviar e-mail para atendimento@ciesp.org.br informando seu nome e telefone



 



2) Fórum de Debates “Gestão do Esporte no Brasil”



Local: São Paulo/SP



Data e horário: 14/11, às 8h30




Tom Coelho oferece 5 cortesias para este evento!



Inscrições: interessados devem encaminhar e-mail para cadastro@tomcoelho.com



 



3) IX Congresso de Gestão de Pessoas ABRH-PA



Local: Belém/PA



Data: 22 a 24/11



Tom Coelho apresentará a palestra “RH Educador – A evolução da gestão de pessoas", em 24/11, às 16h30




5 cortesias para este evento!



Inscrições: interessados devem encaminhar e-mail para cadastro@tomcoelho.com



 



4) COMAGEP - Congresso Mato-grossense sobre Gestão de Pessoas ABRH-MT



Local: Cuiabá/MT



Data: 13 e 14/11



Tom Coelho apresentará a palestra “Neocompetência – Uma nova abordagem para o sucesso profissional", em 13/11, às 9h30




3 cortesias para este evento!



Inscrições: interessados devem encaminhar e-mail para cadastro@tomcoelho.com



 



Desejamos que sejam oportunidades para seu crescimento pessoal e profissional.



 

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por INESUL às 10:40

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Segunda-feira, 12.11.12
Aldo Componentes Eletrônicos contrata:

Vendedor

Requisitos:

- Ensino médio completo;

- Conhecimento comercial avançado em Informática - Hardware e Software (experiência comprovada);

- Inglês básico;

- Boa digitação e cálculo; Dinamismo e facilidade de trabalho em equipe;

- Horário de trabalho das 08:00 – 12:00 das 13:12 - 18:00, segunda a sexta-feira.

- Benefícios: Plano de Saúde Participativo Unimed Maringa, Refeição na empresa, PLR. 

- Local da vaga: Maringá/Pr

 

Administrador de Redes

Requisitos:

- Ensino superior completo em Redes ou áreas afins;

- Conhecimento  Windows server 2008: DNS, DHCP, Active Directory, Servidor de arquivos e servidor de impressão, IIS; Microsoft exchange 2007 e 2010; Debian, freebsd, Iptables, Postfix, Bind, DHCP, apache, squid, Sarg, roteamento; Virtualização: Vmware ESX,ESXI; Cabeamento estruturado e montagem de servidores;

- Inglês básico;

- Horário de trabalho das 08:00 – 12:00 das 13:12 - 18:00, segunda a sexta-feira.

- Benefícios: Plano de Saúde Participativo Unimed Maringa, Refeição na empresa, PLR. 

- Local da vaga: Maringá/Pr

 

Recepcionista

 

Requisitos:

- Conhecimento em informática Pacote Office (Excel, Word e Internet), ter organização, pontualidade, boa comunicação escrita e verbal;

- Ira realizar  atendimento a clientes, fornecedores e visitantes; atuar com atendimento telefônico a clientes e fornecedores; cadastrar informações  no sistema;

auxiliar no pós-venda; auxiliar em processos Administrativos; controle de correspondência de Marketing enviada a clientes; efetuar reserva de hotéis e logística de passagem aérea para Diretores e Gerentes; controle de material expediente;

- Mínimo 2º grau completo, cursando superior em Secretariado, Administração ou áreas afins;

- Inglês intermediário/avançado

- Horário de trabalho das 08:00 – 12:00 das 13:12 - 18:00, segunda a sexta-feira.

- Benefícios: Plano de Saúde Participativo Unimed Maringa, Refeição na empresa, PLR. 

- Local da vaga: Maringá/Pr

 

Interessados deverão preencher currículo próprio no site da Aldo – www.aldo.com.br.

 


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Segunda-feira, 12.11.12

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