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Estratégia para treinamento de resultados

Terça-feira, 24.04.12
 
Sempre me questionei porque organizações públicas ou privadas que disponibilizavam: Tecnologia, Conhecimentos, Técnicas e Equipamentos, nem sempre têm sucesso financeiro e de relacionamento com seus diversos públicos.
 
Isso é não são nem eficiente e nem eficazes ou quando muito são eficientes sem serem eficazes ou vice e versa. Outro questionamento é por que treinamento com notáveis consultores não produzem o resultado que a organização e o grupo esperavam obter? Normalmente, no período de treinamento, ocorre uma embriagues de conhecimento seguido de uma ressaca de frustração. Destes questionamentos emergiram algumas hipóteses que indicam os porquês do descolamento entre o treinamento e os resultados esperados. 
 
1 – A carência de conceitos sobre, por exemplo: qual conceito de homem, de poder, de gerencia, de bom senso, de controle, de feedback e motivação está sendo utilizado ou presente de forma subjacente; de como é percebido o erro, etc. Conceitos que contribuem para condicionar a atuação de todos os agentes organizacionais, do nível mais alto ao nível mais baixo da estrutura hierárquica, 
 
2 – A grande maioria dos consultores assume, equivocadamente, que todos os agentes organizacionais possuem uma equilibrada relação eu x eu, ou dito de outra maneira, que mantenham consigo um saudável diálogo interior. 
 
Os fracassos ou os resultados pífios da maioria dos treinamentos dos quais participei como treinando e dos depoimentos de colegas das associações profissionais das quais fui diretor reforçam as hipóteses aqui levantadas. Se as carências emocionais e conceituais não forem pelo menos colocadas para reflexão dos membros do grupo como a origem do sucesso ou do fracasso pessoal, do grupo e da organização, todos os recursos disponibilizados serão, quando muito, subaproveitados, com manifesto prejuízo para o indivíduo, para o grupo, para a organização e para a sociedade como um todo.
 
A organização privada tem como função social mais relevante gerar lucro para a sua sobrevivência, para seu crescimento, para a manutenção e geração de novos empregos, para pagar os tributos e remunerar, atrativamente, àqueles que nela investiram. A administração pública deve ter lisura no uso eficiente e eficaz dos recursos dos contribuintes, serem eficaz nas suas funções de atividades-fins clássicas e, no Brasil, deve esforçar-se para contribuir de forma efetiva na transformação do contribuinte em contribuinte-cidadão.
 
Não devem prevalecer-se da sua posição de autoridade ou de poder para impor sacrifícios espúrios aos contribuintes, decorrentes de uma má gestão, de uma estrutura organizacional desequilibrada ou de inadequado treinamento do servidor público. Estudiosos da teoria das organizações indicam como restrição mais severa não a escassez de capital, mas a de talentos profissionais competentes, treinados, motivados para o trabalho, para assumir riscos necessários e com ousadia para inovar.
 
Certamente, encontrar todas essas características num só profissional não é tarefa fácil. A criação e a manutenção de equipes produtivas pode ser uma alternativa válida para suprir a organização das qualidades que compõem a idealização de “super profissional”. 

Link do artigo:
http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=254

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por INESUL às 12:31


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