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Como pode a mudança dar certo?

Segunda-feira, 12.11.12
Por Marcio Garrit* | Consultores.com.br
 
Seria completamente desnecessário começar esse artigo explicando que o mundo em que vivemos hoje é um mundo em constantes mutações. Tal fato já se tornou bem conhecido desde que se fala na tal globalização e seus efeitos maléficos para alguns conservadores, benéficos para alguns otimistas ou capitalistas exacerbados e promissores se tomada às devidas providências de estruturação política e social para alguns que podemos intitular de sonhadores. Independente desses pontos de vista, ou do conhecimento mais do que disseminado desse cenário de mudanças, há uma pergunta e junto com ela diversos estudos e questionamentos que são:
 
Como pode a mudança dar certo? O que me garante o seu sucesso? O que devo fazer para que os projetos que pretendo aplicar na minha empresa devam ir até o final com os resultados esperados? Como é de costume no mundo corporativo, hoje encontramos teorias e métodos para tudo. Mas há algo que acredito e que minha experiência tem comprovado, é que não há uma receita que proporcione um índice de sucesso de 100% quando o processo de implantação e execução de algo dependa exclusivamente dos seres humanos e para piorar dos cenários externos.
 
É obvio que o leitor deve estar pensando: Então vamos desistir de delinear estratégias ou buscar melhores resultados com a implantação de coisas novas e promissoras? É claro que não! Senão a empresa pára. Então como fazer?O mais importante em qualquer processo da gestão da mudança, ou se preferir: change management, é primeiro tomar aquelas providencias básicas que todos nós fazemos quando decidimos por algo em nossas vidas. Quando vamos comprar um carro, por exemplo, não escolhemos apenas o modelo. Vemos se podemos pagar as prestações, quanto de juros estará embutido nas mesmas, se o seguro é muito caro, o mesmo para o IPVA, manutenção, se é um carro visado para roubos, etc.
 
Devemos transferir todo esse processo decisório de mudança para as condições atuais da empresa, desenvolver um processo de pesquisa e análise e verificar após todos esses questionamentos se a empresa comporta essa mudança.
 
É muito comum em um processo de mudança a empresa focar apenas dois pontos:
 
- O que queremos fazer
- O que de retorno isso trará.
 
É obvio que esses questionamentos e respostas devem estar muito claros no nosso projeto de implementação de mudança, mas o que não deve ser esquecido e, que talvez seja o mais importante é:
 
- O que podemos fazer
- Temos pessoas qualificadas para dar prosseguimento aos resultados da mudança almejada.
 
Nesse processo, não há mágica ou muita teoria, o que há é objetividade e praticidade no processo decisório e analítico da mudança.
 
Um bom controle financeiro do processo, análise dos recursos humanos atuais, um bom processo de integração das pessoas com o plano de ação, uma análise minuciosa dos cenários, um bom sistema de comunicação e um cronograma bem elaborado de implementação são algumas das providências que poderão fazer com que seu processo de mudança dê os resultados esperados, mas nunca devemos esquecer de redobrar a nossa atenção ao processo de transição dessas mudanças e principalmente de analisar até aonde a empresa poderá comportar a alteração da situação atual para a almejada. Devemos atentar que objetividade nesses casos é no mínimo essencial.

*Sobre o autor: Marcio Garrit é Consultor e Administrador de Empresas. Pós graduado em Gestão Estratégica e Diretor da Empresa de Consultoria Gestão.Com
 
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por INESUL às 10:32


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